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ESTÁ NA HORA DESSA GENTE BRONZEADA RESGATAR SUA IDENTIDADE

Christina Fontenelle

11 de abril de 2018


Essa é a história do povo indomável que construiu a identidade da nação brasileira. Nação sobre a qual poucos conhecem, não somente a própria História, como também as origens antropológicas que lhe produziu um DNA identitário. Sem o conhecimento da constituição própria do sangue que lhe corre nas veias e dos instintos herdados, os brasileiros perdem-se nas estórias que lhes contam sobre sua própria identidade e não conseguem identificar os ‘porquês’ da construção de sua História, da qual é preciso ressaltar pontos marcantes, para que o país encontre-se outra vez consigo mesmo.


O processo da primeira ocupação desta terra – que, sim, forjou nossas raízes antropológicas – durou mais de 300 anos, de 1500 até o início dos anos 1800. É o que conhecemos como período colonial, mas que, na verdade, trata do Estado do Brasil. Depois disso, veio o Reino do Brasil, quando a coroa portuguesa veio habitar nessas terras, a partir de 1808, permanecendo até 1821, quando da volta de Dom João sexto a Portugal, seguida pela independência proclamada em 1822 pelo herdeiro do trono, Dom Pedro I. Como monarquia bem peculiar, permanecemos até 1889, quando foi proclamada a República. Contra mais de 300 anos de Estado do Brasil, o Reino do Brasil durou menos de um século. Bem resumidamente, esta foi a sequência histórica que forjou a República Federativa do Brasil bem como nosso DNA antropológico, nossa identidade.


Os povoados foram se formando pelo território que hoje conhecemos como o do Brasil por donos de capitanias hereditárias, índios aliados (que guerreavam contra outros índios), padres católicos catequizadores, terras agricultáveis e criações de gado. A colonização portuguesa mantinha a terra, a catequese católica e a língua portuguesa em todo o território. Tudo regado a muito sangue, suor, lágrimas e determinação. A miscigenação foi a marca da formação de nosso povo. Quando a coroa portuguesa aqui chegou, portanto, já existia um povo, um jeito de viver, um embrião bem sólido de nação. Indomável, porque forjada com lutas e acordos, vitórias e derrotas. Em cada um dos povoados, guerreiros voluntários protegiam as terras, seus frutos e filhos.


Duzentos anos antes da coroa por aqui aportar, portugueses, negros, índios e mestiços já lutavam como embrião do que veio a ser o exército brasileiro, na sequência da Guerra da Restauração do Império Português, cujas batalhas dos Guararapes, aqui no Brasil, em Pernambuco - considerado o episódio marcante da Insurreição Pernambucana - puseram fim às invasões holandesas do Brasil. Destacaram-se os generais Fernandes Vieira e Vidal de Negreiros, bem como o negro Henrique Dias e o índio Felipe Camarão. Ou seja, nas nossas raízes estão a miscigenação e o povo guerreiro que constitui seu próprio exército. São os representantes do próprio povo, das famílias, que formaram homens para defender com armas, suas terras, suas origens, seu futuro – o que trouxe a proximidade hierárquica entre todos os membros sociais.


A corte portuguesa veio para o Brasil em 1808. No período regencial que antecede a esta mudança da corte, D. Maria I, rainha de Portugal e mãe do Dom João VI, nos primeiros anos de seu reinado, promovera um retorno parcial à uma ordem anterior ao reinado de seu pai, cujo governo fora dominado pela figura do Marquês de Pombal. Influenciado pelo Iluminismo e adepto da política do despotismo esclarecido, Pombal organizou uma grande reestruturação econômica, social e cultural no reino, numa sociedade ainda fortemente enraizada no feudalismo e pesadamente influenciada pela Igreja. Sua atuação laicizante, centralizadora e enérgica abalou o poderio da nobreza e do clero, e, por isso, causava muitos ressentimentos. Maria I, que detestava os métodos de Pombal, procurou reverter essa situação, ainda que tenha mantido muitas das iniciativas e políticas de Pombal, que haviam se revelado progressistas e frutíferas, e que foram entendidas como indispensáveis para a preservação não apenas do crescimento e da modernização portuguesa, mas também da própria monarquia. Ou seja, o tal do positivismo trazia o desenvolvimento industrial e tecnológico. Fez parte de uma era inteira da civilização como um todo.


Essa orientação mais liberal e iluminista foi mantida quando D. João assumiu o governo, auxiliado por um grupo de influentes políticos, cientistas, letrados e intelectuais reunidos na Academia de Ciências de Lisboa e na Universidade de Coimbra, que produziram uma série de estudos a fim de diagnosticar os problemas que afligiam o reino português e suas colônias, oferecendo soluções práticas, desde que, em relação às colônias, as mantivessem como fornecedoras de matérias-primas e de outras riquezas naturais para o abastecimento de Portugal.


É bom lembrar aqui o que acontecia na Europa, que diz respeito ao tal do positivismo que monarquistas de hoje, no Brasil, bem como alguns formadores de opinião, atribuem aos militares brasileiros, desde sua remota formação, quando essa filosofia já ardia na Europa e por aqui foi introduzida pela própria monarquia. São verdades sempre contadas pela metade. Só a parte que convém aos que pretendem reescrever a História através de seus próprios olhos, como se a verdade fosse. Exatamente como faz a esquerda, como faz o espírito revolucionário.


Auguste Comte, que fora secretário do filósofo francês Claude Saint-Simon - um dos chamados socialistas românticos -, para designar o método científico e a possibilidade de sua extensão à filosofia, teve grande expressão no mundo ocidental durante a segunda metade do século dezenove. O positivismo acompanhou e estimulou a organização técnico-industrial da sociedade moderna fazendo-a desenvolver-se e consolidar-se. Portanto, o cientificismo anticlerical espalhava-se por todo o ocidente, desde o Iluminismo, pretendendo estabelecer-se como a nova religião da humanidade. De acordo com os positivistas, somente se poderia afirmar que uma teoria fosse correta se ela fosse comprovada através de métodos científicos válidos, não considerando os conhecimentos ligados a crenças, superstição ou qualquer outro que não pudesse ser comprovado cientificamente.


Então, vamos reforçar aqui. Duzentos anos antes do positivismo vir parar por essas bandas, trazido com a vinda da corte para o Brasil, já existia aqui um povo, forjado na miscigenação, na pouca diferença hierárquica social prática entre os membros de cada povoado, na fé católica. E um exército formado por líderes, empregados, filhos e pais, de cada povoado. O exército era o povo. Esse é o nosso DNA. Nenhum positivismo que viesse 300 anos depois seria capaz de transformar esse povo, esse exército embrionário, em ateu cientificista, muito menos em domável e alegre súdito de qualquer monarquia que fosse.


No fim de 1806 a situação internacional se aproximava de um ponto crítico. A França decretara o Bloqueio Continental, pretendendo isolar a Inglaterra dos seus aliados e romper sua rede comercial. Ao mesmo tempo, a invasão do Reino de Portugal e a deposição do seu monarca pareciam iminentes. Na época, uma defesa armada era considerada inútil, diante da força do inimigo. D. João, acompanhado de toda a família real e grande séquito de nobres, funcionários de Estado e criados, bem como volumosa bagagem onde se incluía valioso acervo de arte, os arquivos de Estado e o tesouro real, partiu para o Brasil. O número de pessoas embarcadas é muito controverso, mas a esquadra de quinze embarcações, de fato só poderia ter levado de doze a quinze mil pessoas. Estabelecendo no Brasil a sede da monarquia, o regente aboliu o regime de colônia em que o país até então vivera. Todos os caracteres de tal regime desaparecem. São abolidas, uma a uma, as velhas engrenagens da administração e substituídas por outras já de uma nação soberana. Caem as restrições econômicas e passam para um primeiro plano das cogitações políticas do governo os interesses do país. Não porque a coroa por aqui se apaixonasse, mas porque, a partir daquele momento, a coroa mesma era aqui.


As estimativas quanto ao número de indígenas que existiam no Brasil à época do descobrimento giram em torno dos 3 milhões. Desembarcaram, no litoral brasileiro até o fim do Brasil Colônia, em 1822, entre 500 e 700 mil lusitanos. Até à extinção do tráfico negreiro, em 1850, entre 4 e 5 milhões de africanos foram trazidos ao Brasil na condição de escravos. Os primeiros grupos de imigrantes não lusos e não africanos chegaram ao Brasil, de forma organizada, somente depois da vinda da família real para o país, com a abertura dos portos em 1808. Naquele ano, os primeiros imigrantes voluntários a virem para o Brasil foram 300 chineses de Macau, que chegaram ao Rio de Janeiro, com o objetivo de introduzir o cultivo de chá no Brasil.


No século XIX, teve início a imigração de outros povos europeus para o Brasil, em particular da Itália, rivalizando numericamente com os portugueses, seguidos por fluxos de espanhóis e de alemães. No início do século XX, intensificou-se o fluxo migratório oriundo da Ásia, particularmente de japoneses e de sírio-libaneses. Entre 1820 e 1975 o Brasil recebeu 5.674.569. Ou seja, o país embebeu-se de cultura vinda da Europa e da Ásia, ajudando a construir a identidade nacional, ainda que a raiz antropológica da nação brasileira já estivesse estabelecida havia mais de 300 anos.


Os militares “positivistas desde à sua origem”, como pregam erradamente hoje alguns formadores de opinião, proclamaram a república, dando um golpe de estado? Não! Como os fatos bem descrevem, muitos setores da sociedade estavam insatisfeitos com o império. E, como já vimos, as Forças Armadas são essa própria sociedade desde sua origem. A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, da ascensão de novas correntes de pensamento político e de interesses de determinados grupos sociais com os quais Dom Pedro II não conseguia lidar como mediador. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. Ou seja, com a aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, em 1822, estes setores começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender aos seus interesses. Já os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Os intelectuais, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização socioeconômica do país. É nesse contexto que as ideias republicanas ganham espaço, em TODA A SOCIEDADE, enquanto acontecia a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II.


A Igreja, setor de grande influência ideológica, devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado, no qual o imperador tinha o poder de nomear padres, bispos e cardeais. Mas, em 1864, o Vaticano resolveu proibir a existência de párocos ligados à maçonaria, o que Dom Pedro II, que era maçom, desobedeceu. Ao mesmo tempo, com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançara prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. Portanto, como já foi descrito acima, as instituições militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista, que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta forma, os oficiais – que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder imperial – compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser úteis na resolução dos problemas do país. Os militares, então, também passaram a se opor ferrenhamente a Dom Pedro II.


O último gabinete ministerial do Império, o “Gabinete Ouro Preto”, sob a chefia do Senador pelo Partido Liberal, Visconde do Ouro Preto, assim que assume em junho de 1889 propõe um programa de governo com reformas profundas no centralismo do governo imperial, na tentativa de reduzir a oposição à monarquia, cada vez maior: liberdade de culto, autonomia para as províncias, temporariedade do Senado, liberdade de ensino, redução das prerrogativas do Conselho de Estado, entre outras medidas que foram vetadas pela maioria na Câmara dos Deputados. O governo do Império tinha perdido suas bases econômicas, militares e sociais, sem que essas ideias republicanas tivessem ainda grande penetração popular, apesar de o povo também estar descontente com Monarquia, ainda que estivesse feliz por causa da abolição da escravatura.


A Proclamação da República Brasileira aconteceu no dia 15 de novembro de 1889. Resultado de um levante político-civil-militar que deu início à República Federativa Presidencialista. Marechal Deodoro da Fonseca foi o responsável pela efetiva proclamação e foi o primeiro Presidente da República, tendo Marechal Floriano Peixoto como vice-presidente, num governo provisório (1889-1891). Não há uma revolução, ou mesmo grandes mudanças com a Proclamação da República. O que há de imediato é a abertura da política aos homens enriquecidos, principalmente pela agricultura. Na República, abre-se espaço de decisão para esta classe que carecia desse poder de decisão política. No ano da Proclamação, o Brasil possuía 636 indústrias e cerca de 54 mil operários. Como ministros desse governo provisório membros regulares da Maçonaria Brasileira: Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk – todos aliados aos ideais da filosofia Positivista, usando dos símbolos como um aparato religioso à religião republicana. Lembrando que Deodoro era contrário ao movimento republicano e defensor da Monarquia, como deixa claro em cartas trocadas com um seu sobrinho, em 1888, afirmando que, apesar de todos os seus problemas, a Monarquia, para ele, continuava sendo um sustentáculo do país, e que a república constituiria uma desgraça, por não estarem os brasileiros preparados para ela.


Na oportunidade da comemoração dos 370 anos do Exército Brasileiro, em 2018, o General-de-Exército Villas Boas, então comandante do Exército, iniciou a leitura da ordem do Dia: “Em qualquer grupamento humano primitivo há sempre um segmento responsável pela segurança coletiva. Na medida em que esse grupamento humano vai incorporando novos elementos culturais, tornando-se mais complexo, ali está o embrião das Forças Armadas e, quando atinge o estado de Nação e se transforma em um País, as Forças Armadas já preexistiam, e tiveram uma ativa participação em toda essa dinâmica de consolidação de um novo País... Em solo nordestino, plantamos a raiz do Brasil de hoje, com negros, brancos, índios e mestiços, irmanados e ombreados para expulsar o invasor. Evoluímos, desde então, inspirados nos exemplos da Insurreição Pernambucana. Vieram as lutas nativistas, a Independência, o combate às insurreições, as campanhas na região do Prata, a Abolição da Escravatura, a República, a Segunda Guerra Mundial e os desafios da modernidade. Evoluímos em consciência e pujança. O Exército - que surgiu em Guararapes, liderado por Vidal de Negreiros, Felipe Camarão, Henrique Dias, João Fernandes Vieira e Antônio Dias Cardoso, todos reconhecidos como "Heróis da Pátria" - prefere não adotar os conceitos de sociedade civil e sociedade militar. Junto à Marinha e à Força Aérea, integra uma sociedade única, capaz de entender as lições do passado, participar continuamente da construção do presente e contribuir com um futuro de paz, justiça e prosperidade para todos os brasileiros. Ordem e Progresso são substantivos de conotação clara e robusta, capazes, por si sós, de iluminar nossa trajetória. Não acontecem sem respeito à lei, sem amor ao País e sem honestidade de propósitos”.


Sendo, portanto, o próprio povo, em fardas e armas, desde sua origem primeira e sempre, as Forças Armadas participaram de todos os momentos históricos do país, respondendo, pois, aos anseios desse povo. A ligação é antropológica, umbilical. Um dos pilares de nossa origem como nação. Não há dialética capaz de destruir isso. Não há interpretação histórica e retórica capaz de falsificar esta identidade, a não ser que se trabalhe na falsificação interpretativa dos fatos e na reengenharia social que, através dessa falsificação, tente romper com esse elo antropológico. Coisa parecida é feita também no campo de nossa formação religiosa, mas é assunto para outra oportunidade. Justamente porque somente o rompimento com essa identidade antropológica pode preparar adequadamente o terreno que possibilite a revolução, seja ela de esquerda ou de uma ‘direita’ que aja nos mesmos moldes revolucionários, só que de viés que se auto proclame conservador. Pois de conservador nada tem, porque se recusa a aceitar a própria identidade antropológica, querendo substituí-la por outra europeizada que julgam ser superior.


A guerra que vive o Brasil é antropológica. Não só o Brasil, mas todo o Ocidente. É batalha psicológica. Trava-se na conquista de mentes e de corações. No resgate da própria verdade histórica. Jamais será vencida pela substituição da uma mentira por outra mentira, igualmente construída, mesmo que de viés aparentemente oposto.


Está na hora dessa gente bronzeada olhar para dentro de si mesma e resgatar sua identidade antropológica. Só assim venceremos a agenda globalista e todas as pendências que nos impedem de ser a maior nação que esta Terra já viu florescer.

Há um tempo histórico e um ‘timing’ contextual para tudo, principalmente para que dê certo. Não é preciso mudar a essência daquilo que se deseje, mas adaptar métodos e táticas, de acordo com o momento histórico.


Christina Fontenelle

2 de Junho de 2018


Os últimos dez dias foram uma prova de fogo para o Brasil. Passamos raspando. Por enquanto. A tal da greve chamada de ‘dos caminhoneiros’ revelou um país frágil e dividido, resultado de mais de 30 anos de governos de esquerda maquiavelicamente nefasta, com uma recém auto erguida direita, completamente desprovida de organização, despreparada para enfrentar momentos de crise com um mínimo de lucidez e incapaz de identificar agentes envolvidos e cenários, principalmente por parte dos chamados formadores de opinião. Foi um festival de análises erradas que levaram a mais análises erradas, numa sucessão ininterrupta que quase levou o Brasil exatamente para onde a esquerda queria – para o caos revolucionário. Raríssimas foram as exceções.

Esse movimento jamais foi sequer próximo de algo que se possa chamar de voluntário. Sempre se mostrou caracteristicamente sindical, portanto de esquerda, e muito bem orquestrado, tendo sido iniciado quase que simultaneamente no país todo, de forma agressiva, com uma pauta específica da categoria, aparentemente justa, mas dando sinais, aqui e ali de que se transformaria em política. Digo aparentemente justa porque, apesar de serem necessidades realmente justas para os caminhoneiros neste momento, a categoria foi artificialmente inchada nos governos petistas, provocando excesso de oferta de mão-de-obra – o que, naturalmente, barateou seus serviços. Vocês podem entender bem o que aconteceu nesta fala de Eduardo Oinegue, na Band News http://www.bandnewsfm.com.br/colunista/pensa-brasil-com-eduardo-oinegue/.

Estes foram os dois primeiros erros dos formadores de opinião da chamada direita. Não identificaram o modus operandi esquerdista na deflagração da greve e não se preocuparam em averiguar, baseados nas reivindicações, as origens de tais problemas enfrentados pela categoria – o que lhes fez apoiá-las incondicionalmente, sem que avaliassem ser justo ou não, mais uma vez, todos os brasileiros terem que pagar por mais esse ‘erro’ da administração petista. Consequentemente, não avaliaram os potenciais políticos de tal greve e muito menos a intensidade do caos que poderia vir. Por último, mais adiante, quando tudo isso ficou evidente, optaram por dizer que o movimento havia sido ‘tomado’ pela esquerda ‘Fora Temer’ e pelos adeptos mais radicais da intervenção militar, quando na verdade deveriam ter reconhecido imediatamente os erros das suas primeiras avaliações.

Para que isso não se repita, é preciso que se faça um esforço mínimo que seja para compreender cenários e identificar agentes envolvidos, deixando o fígado e o coração de lado.

Vamos tentar fazer um esforço hercúleo para entender a atual situação do país, em poucos parágrafos.

Foram mais de 30 anos em que a esquerda saqueou, financeira e moralmente, a constituição, nossos valores civilizacionais, as instituições e os cofres públicos, usando a corrupção como método revolucionário, para construir um estado paralelo, nas nossas barbas, com tentáculos em cada esquina, sem que isso fosse notado em sua totalidade – um projeto de poder comunista, arquitetado a partir do já conhecido Foro de São Paulo. Atualmente, são milhões de sindicatos, agremiações, Ongs, grupos comunitários, ‘bondes’, ‘coletivos’, associações, movimentos, em tudo quanto é espaço social que se possa imaginar, incluindo aparelhamento em todos os setores do funcionalismo público, nas escolas e universidades, em todas as favelas, nas Igrejas católica (CNBB, Comunidades Eclesiais de Base e outros movimentos) e protestante (Com a Missão Integral e outras agremiações), na mídia em geral e, lógico, também nas Forças armadas e Auxiliares. Esse é o cenário. Quando o comunista Stédile fala em “exército”, engana-se quem pensa tratarem-se apenas de guerrilheiros armados, mas também deste exército de militantes dispostos a tudo pela revolução. Gerações inteiras, involuntária e inconscientemente, criadas com mentalidade revolucionária, cristãs comunistas (por mais paradoxal que seja), sem que a maioria dessas vítimas tenha a menor noção disso.

Esse estado paralelo foi tão bem arquitetado e implementado que a imensa maioria dos brasileiros acha que nossos maiores problemas sejam a criminalidade (errada e propositalmente chamada genericamente de violência), a corrupção, a impunidade e a tal da desigualdade social, quando, na verdade, nosso maior problema é a esquerda comunista revolucionária, em todos os seus espectros, no poder. Foi a esquerda que usou todas estas ferramentas para permanecer no poder e criar este cenário horripilante em que nos encontramos agora. Vou repetir: nosso problema – quiçá o único que importa – é a esquerda no poder. Portanto, não é o sistema propriamente dito que seja necessariamente nefasto, mas de quem dele se apodere ou  de quem esteja no poder, conduzindo o estado. É possível, sim, ‘consertar’ e aprimorar o sistema a parir de dentro dele, desde que os governantes assim o desejem. Não há sistema no planeta que resista a um governo de esquerda revolucionária disposta a usar seus mecanismos estruturais contra ele mesmo, para destruí-lo. Não existe sistema ideal, mas pessoas ideais, em determinado momento e sob dadas circunstâncias. Derrubar um sistema não significa absolutamente que o que virá em seu lugar seja melhor. Pode ser muito pior, aliás. Por outro lado, em se conhecendo o que precisa ser corrigido em um sistema já estabelecido basta que se conduza ao poder de fazê-lo, em conjunto com a sociedade, pessoas capacitadas e comprometidas com esse objetivo.

Agora, cá para nós, tirando o fígado e o coração da análise, e voltando à onda revolucionária do “Fora Temer” e do “Abaixo o Sistema”, vocês realmente acham que a situação complicadíssima em que se encontra o país tem condições de ser resolvida com uma intervenção militar aos moldes da que ocorreu em 1964? Simples assim: os militares entram, matam metade da população, precisamente a que tenha sido vítima de lavagem cerebral esquerdista e, pronto, tudo resolvido. É sério isso? Assistam a este vídeo aqui do canal Mundo Militar, que ele lhes dará outras excelentes razões para refletirem sobre intervenção militar no atual contexto (https://www.youtube.com/watch?v=oHuSnsBpsqI).

Por falar em ‘metades’, é bom que se coloque outro argumento que muito poucos pararam para refletir ou sequer imaginaram, quando se trata de intervenção militar. Como já disse acima, há esquerdistas também nas Forças Armadas e nas Auxiliares, já que estas são instituições as mais representativas da sociedade brasileira, uma vez que fazem parte delas pessoas de todas as camadas sociais, de todas as origens e de todas as ideologias. Em 1964, também havia parte delas que defendia o governo com aspirações comunistas de Jango. Para a nossa sorte, o Brasil territorialmente íntegro que conhecemos hoje deve-se à capacidade que militares e policiais tiveram de apaziguar ânimos e interesses entre as tropas. Também é bom recordar que tudo o que foi feito à época foi plenamente acordado com os poderes Legislativo e Judiciário. Nada de golpe, como a esquerda fez questão de ‘colar’ ao episódio histórico, assim como faz hoje, com o impeachment de Dilma e a prisão de Lula.

Vocês já imaginaram que, hoje em dia, depois de 30 anos de esquerda no poder, a situação possa não ser a mesma? Que possa haver uma divisão ideológica mesmo dentro destas forças militares e civis armadas, levando a uma guerra civil fratricida, com recheios de terrorismo das forças do estado paralelo? Já imaginaram o cenário de uma guerra aos moldes da de secessão americana por aqui? Pois ele pode se aproximar muito da realidade que teríamos, caso houvesse a opção por este tipo de intervenção armada. Passou pela cabeça de vocês que talvez à esquerda possa satisfazer-se apenas com mais um ‘naco’ de terras continentais latino-americanas (uma vez que o ‘império’ cubano já se instalou no continente depois de tomar a Venezuela) e não necessariamente dominar o país inteiro? Vamos arriscar tudo? É isso mesmo? Brasil nunca mais? É isso?

Para a nossa sorte, há pessoas com preparo e informações muito privilegiadas que estão conduzindo o processo de engenharia reversa sobre o caminho de tomada do poder percorrido pela esquerda, bem como de reengenharia social, para que o verdadeiro Brasil, livre do comunismo, ressurja dos cacos em que foi transformado. A opção pela intervenção militar e civil de direita, pelas eleições e pela ação e ocupação de espaços, por todos nós, desde as esquinas de nossas casas até por onde quer que andemos, foi a mais sensata e exequível até agora. Ainda bem que não é mais o fraco e dissidente petista governo Temer que conduz o país, nessa hora tão decisiva, de tantas tribulações (sim, ainda vêm mais delas por aí). E, se vocês ainda não observaram isso, não sou eu quem vai lhes dizer com quem estão a rédeas. Para  terem uma noção mínima do que se passa, assistam a este áudio/vídeo de Marcelo Rossi, autor da série ‘A verdade Revelada’, sobre os governos militares (https://www.youtube.com/watch?v=jKMav2RsWk0).

Ainda há a vertente eleitoral da crise provocada pela greve. Sim, a esquerda trabalha com todas as possibilidades, fazendo apostas em todos os cenários. Desde a ruptura institucional, com uma intervenção militar, provocada pelo caos, para se fazer de vítima e repetir tudo o que fez a partir de 1964, até voltar ao poder, passando pela possibilidade de, aproveitando esse mesmo caos, canalizar psicologicamente as mentes dos eleitores para o desejo de eleger um salvador, um pacificador capaz de controlar a massa violenta - de esquerda, é claro, como ‘Lula livre’ ou mais provavelmente um Ciro Gomes forte e ‘macho’. Trabalha, igualmente, com a possibilidade de, em perdendo as eleições, declará-las ilegais ou fraudulentas, por causa do não cumprimento da lei do voto impresso, ou até alegando favorecimento de vitória por fake news, como já declarou o ministro, atual presidente do TSE, Luiz Fux. Assistam ao programa “Senta Que o Leão é Manso”, de Fred Pontes, que trata muito bem dessa análise do panorama eleitoral (https://www.youtube.com/watch?v=kxdtJiuBoks).

Por último, devo ressaltar que não me é compreensível o fato de que todos os analistas políticos brasileiros, sejam eles de esquerda ou de direita, de destaque ou não, ignorem solenemente a nítida presença no cenário mundial de uma força coordenada antiglobalista que tem erguido outras forças de direita ao poder – sendo o maior destes exemplo a eleição de Donald Trump nos EUA -, bem como provocado fenômenos como o movimento de saída da União Européia por parte da Inglaterra, só para citar um exemplo. Pois, há mais de dois anos, já falamos sobre essa força, chamando-a de Nova - Nova Ordem Mundial (http://artigosrebeccasantoro.blogspot.com/2016/11/muito-prazer-eu-sou-nova-nova-ordem.html). Está mais do que na hora de essa peça entrar no tabuleiro, inclusive para analisar com mais precisão sua atuação sobre essa nossa eleição que se aproxima.

Há um tempo histórico e um ‘timing’ contextual para tudo, principalmente para que dê certo. Não é preciso mudar a essência daquilo que se deseje, mas adaptar métodos e táticas, de acordo com o momento histórico.

Por Christina Fontenelle
11/09/2017
https://artigosrebeccasantoro.blogspot.com.br/2017/09/o-plano-b-da-armacao-jbspgr.html

Você é daqueles que caíram no engodo da gravação 'voluntária' de Joesley Batista do presidente Temer para incriminá-lo numa negociação de delação premiadíssima? Então veja se acorda e não caia em mais esse engodo de outra gravação - desta vez entre o mesmo Joesley e Ricardo Saud, diretor de relações institucionais do grupo JBS. Saud teria 'metido' a gravação em meio a documentos enviados recentemente ao procurador Rodrigo Janot, 'por engano' (hahahahahaha...), na qual ele conversa com Joesley, praticamente inocentando Janot (e incriminando o procurador Marcelo Miller, que deixou a PGR e foi trabalhar para a JBS) da maracutaia premiada para derrubar Temer. Todo mundo no bolo, inclusive o ministro Fachin que homologou a tal 'delação' e o acordo incrivelmente benéfico para os Batista e para a turma da JBI.
Por que dessa vez a 'armação' se repetiria? Ora, porque a CPI do BNDES no congresso iniciou seus trabalhos e um dos objetos de investigação seria o tal acordo de delação de Joesley bem como o de leniência da JBS. Com tudo o que já se sabe e com o acesso a documentos e outros materiais que não puderam ser 'apagados', é claro que Janot e Fachin acabariam por encrencar-se, bem como os Batista e sua 'turma'.
Então, veio outra jogada para que as perdas sejam as menores possíveis para todos os envolvidos. Janot sai de inocente 'enganado'; Fachin, igualmente; Joesley fica de bêbado vítima de um empregado (Saud) com medo de sair perdendo nessa 'brincadeira' - pega uma cadeiazinha, sai daqui a algum tempo com tornozeleira e perde mais um pouco de dinheiro (que ele sabe perfeitamente não ser só dele e sim da quadrilha petista inteira), mas nada que abale a vida nababesca que sempre terá. Pronto!
O dinheiro está todo no exterior, supostamente a salvo, empregado na compra de empresas que dão mais de 170 milhões de dólares de lucro por ano. Sim, foi com o NOSSO DINHEIRO que a JBS/JIS adquiriu tudo o que tem para colocar mais de 70% desse patrimônio todo lá fora, no exterior. Tudo dos Batista? Façam-me rir... A quadrilha toda tem grana nesse 'investimento' com dinheiro roubado dos brasileiros.
Mais um engôdo! O plano B do golpe para derrubar Temer que não deu certo. São as quadrilhas brigando por poder e fazendo vingança através das instituições e dos cargos que ocupam.
Ah! É claro, o encontro entre o advogado de Joesley e de Janot - de óculos escuros, sem terno e num 'beco' escondido num 'bar' de Brasília, deve ter sido por acaso mesmo (hahahahahaha!). Lembrando daquele comercial que passa na TV: "Em 20 minutos, tudo pode mudar". Pode, não pode? Sem documentos e sem escutas...

Os venezuelanos MERECEM – nós também.

Christina Fontenelle

20 de fevereiro de 2014

Algumas pessoas perguntam-me porque estou tão preocupada com o que está acontecendo na Venezuela. Não, não vou responder o óbvio – que seria dizer que é porque temo que o mesmo aconteça aqui no Brasil. E, sim, eu temo e muito. Lógico que isso influencia, mas os motivos que me levaram a não sossegar enquanto não visse a solidariedade aos venezuelanos espalhada pelo mundo, colocando a tragédia que assola aquele país na mídia internacional são outros. Faço isso simplesmente porque a maioria do povo venezuelano FAZ POR MERECER. Merecem porque já foram aos milhares para as ruas dezenas de vezes – todas para lutar por sua liberdade e pelo fim do governo socialista que lá se instalou, quadruplicando os níveis de violência e trazendo a escassez de bens de consumo os mais básicos, como pasta de dentes, papel higiênico, sem falar em alimentos.

Os venezuelanos MERECEM esse apoio porque muitos já morreram nesta luta - mas eles não desistem. MERECEM porque possuem uma oposição política real, valente e atuante. MERECEM porque não saem das ruas, nem por causa de ‘black blocs’, nem por causa de ‘truculência’ policial (que lá é de verdade mesmo) e nem porque a imprensa comandada pelo governo minta o tempo todo sobre as razões e sobre o que acontece nas manifestações populares. Eles não saem das ruas mesmo sob ataque de balas de verdade e de hordas de milícias civis armadas que agem sob ordens e proteção do governo venezuelano. Sim, eles estão melhores do que nós brasileiros. Como disse Olavo de Carvalho, “A Venezuela está MUITO melhor que o Brasil. Tem força, vitalidade e oposição unida. Já disse isso em 2007 e repito”.

Ao ver o povo venezuelano debatendo-se para ter de volta os direitos mais básicos do seres humanos para ter uma vida razoavelmente digna, uma coisa evidencia-se, brilhante como o sol: como é importante para uma população NÃO SE DEIXAR DESARMAR, delegando ao Estado, exclusivamente, a tarefa de protegê-la, e PODER CONFIAR EM SUAS FORÇAS ARMADAS, incluindo aqui as POLÍCIAS. Cobrar das autoridades instrumentos para SELEÇÃO RIGOROSA, DEMOCRÁTICA E DIVERSIFICADA dos integrantes destas forças, bem como CONDIÇÕES DE TRABALHO ADEQUADAS, TREINAMENTO EFICAZ e pagamento de SALÁRIOS JUSTOS. Sentir-se REPRESENTADO por suas Forças Armadas e Policiais revela-se de suma importância para a sobrevivência de um povo que pretenda eleger a liberdade como um dos pilares de sua existência.

Aqui no Brasil, o governo trabalha incansavelmente para destruir as polícias, especialmente as militares, e as FFAA. Esforça-se, igualmente, para desarmar a população. É obra do PT, inclusive, a criação, TOTALMENTE DESNECESSÁRIA, da Força Nacional de Segurança. Todos os movimentos chamados de ‘sociais’ possuem treinamento em táticas de guerrilha urbana – já cansaram de demonstrar isso, para quem quisesse ver. Vocês acham que isso vai dar em que?

É melhor os brasileiros começarem a agir contra desarmamentos, comissões de verdades mentirosas e contra o financiamento de ‘movimentos sociais guerrilheiros’. Separe-se o joio do trigo, mas combata-se veementemente o que ameaça nosso futuro. Se coisa semelhante ao que acontece na Venezuela explodir aqui no Brasil a desgraça vai ser bem pior. 

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LEGADO OLÍMPICO: O BRASIL REENCONTROU-SE COM AQUELE BRASIL QUE AMAVA. E ISSO TEM CONSEQUÊNCIAS. BOAS CONSEQUÊNCIAS. QUEM VIVER VERÁ!

Christina Fontenelle

22 de agosto de 2016

Eu sei que tem gente, não sem razão, que não queria que por aqui tivesse havido essa Olimpíada. É, nós sabemos que a tradição por aqui reza que o legado sejam dívidas. Dívidas para a gente pagar. Mas, eu acho que desta vez houve pontos positivos que não podem deixar de ser mencionados. Resolvi enxergar o copo meio cheio desta vez.

Começando do começo, vamos falar da abertura. Sim, ela tentou ser ‘politizada’, mas não conseguiu. O que ficou daquela festa, de verdade, foi o jeito brasileiro de fazer limonada com a amargura dos limões que recebe de quem os governa. Ficou a marca de como o que é simples pode ser espetacular também, se for cercado por amor e por alegria. E eu, que já andei por muitos lugares desse país, sei que isso é sim a mais verdadeira tradução do espírito de ser brasileiro. A tal da glamorização da favela, da cultura do funk, da distorção de nossa História, da exaltação do falso aquecimento global... Puff! Desapareceram no ar!

Ao contrário do que muita gente que analisa apenas números está dizendo, apesar de só termos melhorado 2 pontos em relação às medalhas que ganhamos em Londres (17 contra 19 nestes Jogos), passamos de 22° para 13° no quadro de classificação por medalhas. Isso não é pouca coisa para um país tão judiado pela realidade política e econômica como o nosso.

Em compensação, o que foi que o Brasil ficou sabendo sobre o Brasil nesta melhora relativa no desempenho esportivo?

Ficou sabendo que o Programa de Atletas de Alto Rendimento idealizado dentro das Forças Armadas em 2008, por causa dos Jogos Militares de 2011, e abraçado pelo Ministério da Defesa, mostrou-se um sucesso! O que pode fazer com que muitos empresários despertem para o retorno que investir em atletas e esportes das mais variadas modalidades, pode dar um bom retorno publicitário e ser um ótimo negócio. Foi uma das maiores e melhores propagandas que as Forças Armadas brasileiras puderam fazer de si mesmas, gastando apenas R$ 18 milhões em 8 anos!

O Brasil ficou sabendo também que não há regra ou receita para que um garoto ou uma garota qualquer, seja de que parte for desta imensa nação, de qualquer classe social, em tendo uma oportunidade, possa conseguir o inimaginável! E que, como nos esportes, também assim o farão em qualquer que seja a área de atuação. Temos é sede de oportunidades – e não somente nos esportes! Isso não é novidade. O novo é podermos ver com nossos próprios olhos que temos milhões de jovens que querem e podem estar no caminho correto! Milhões de jovens não estão ‘perdidos’ não! Não são o que nos mostram insistentemente na TV.

O Brasil ficou sabendo que ainda é uma nação – enorme, cheia de problemas, diversa e diversificada... Mas, uma nação! Um continente que fala a mesma língua, que torce junto, que sofre junto. Não! Não conseguiram nos dividir, ainda que a imprensa amestrada insista em propagar o discurso divisionista que, em fingindo ser defensor de oprimidos, pretende acirrar as disputas de classes, as raciais, as sexuais.

O Brasil ficou sabendo que ainda é muito, mas muito mesmo, cristão! A imprensa tentou não dar destaque às manifestações religiosas de nossos atletas vitoriosos, mas as imagens e as falas foram mais fortes.

Uma nação que ama e se mistura com suas forças militares e que carrega sua fé em Deus para suas vitórias jamais sucumbirá ao comunismo. Os exemplos de sucesso de nossos atletas, e até de alguns estrangeiros adotados por nós, mostram todos esses bons valores. Quantos meninos e meninas estão sendo salvos de suas próprias tragédias pessoais por causa destes exemplos? Será que se essas Olimpíadas fossem em outro lugar qualquer do planeta estas mensagens estariam tão evidentes assim para todos nós?

O Brasil também ficou sabendo que tem competência sim para garantir a segurança de milhões de pessoas, em grandes eventos. Mostrou durante a Copa do Mundo de futebol, em 2014, e repetiu a dose agora, nestas Olimpíadas. Em consequência disso, o país inteiro pode ver que, se a segurança pública não estivesse nas mãos de quem tem interesse em que ela não seja eficiente, estaríamos muito bem obrigada neste primordial quesito para a saúde de uma sociedade. Nossas forças de segurança, civis e militares, podem sim fazer um trabalho de excelência – nosso problema é de decisão política!

E, claro, é sempre bom lembrar que estivemos trabalhando em conjunto com centenas de estrangeiros que nos ajudaram também a fazer das Olimpíadas o sucesso que foi.

Deu tudo certo! Sim, fomos organizados à maneira carioca de ser, é verdade. Nosso forte mesmo é a alegria e o jeito hospitaleiro, caloroso e festeiro de receber. Houve falhas, houve erros – muitos corrigidos a tempo, mesmo que de última hora. Houve os crimes de sempre, principalmente fora das zonas de segurança olímpicas, com os quais o carioca, infelizmente, convive diuturnamente. Os cariocas também enfrentaram problemas com o trânsito, que ficou mais engarrafado do que de costume, em muitos dos dias de competição. Mas, o pessoal credenciado para o evento não viu nada disso. O planejamento dos corredores especiais para que transitassem pela cidade, mais todo o investimento em transporte público funcionou muito bem. Nestes dias de Olimpíadas, o Rio viveu um pouco mais em paz e ganhou espaços públicos para lazer que trouxeram um alento merecido aos cariocas. Sem falar no dinheiro que circulou por aqui, garantindo empregos e impedindo a falência de mais estabelecimentos ainda do que andamos vendo aumentar incessantemente nos últimos tempos.

O Brasil mostrou ao mundo que essa gente que nos governa, e que nos difama mundo afora como ladrões, não nos representa. E jamais nos representará de verdade, pelo menos em sua maioria, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral for em si mesmo o responsável pela organização, avaliação, aplicação e fiscalização de todo o processo eleitoral; enquanto nossas urnas não forem modernizadas, bem como imprimirem os comprovantes de voto; enquanto os mesários tiverem acesso a uma listagem com os números dos títulos dos eleitores. Isso sem falar nos eleitores que são reféns de criminosos, que exigem votos de cabresto, em lugares onde quem manda é um estado paralelo. É por isso que quem manda por aqui faz coisas tão distintas dos anseios populares.

Os Jogos passaram, como passou a Copa do Mundo, e tudo volta ser como antes. Voltamos à nossa rotina de escândalos de corrupção, de desmoralização das instituições (principalmente da Suprema Corte), aos crimes hediondos, aos golpes de engenharia social engendrados pela mídia e por boa parte dos profissionais de educação e de cultura. Voltamos à rotina estupidificadora que vitimiza as sociedades nas quais a esquerda tem hegemonia cultural e institucional. Acontece que, diferentemente do que aconteceu depois da Copa do Mundo, NÓS é que não estamos mais como antes. Vocês vão ver que, para desgosto de muita gente poderosa, o Brasil se reencontrou com aquele Brasil que amava. E isso tem consequências. Boas consequências. Quem viver verá!

NÃO HOUVE INTERVENÇÃO MILITAR NENHUMA NA TURQUIA! FOI UMA FARSA! Porque, se tivesse havido, Erdogan, hoje, estaria morto ou exilado. E, por favor, parem de comparar o que ocorreu na Turquia com aquilo que porventura aconteceria se aqui no Brasil houvesse uma intervenção. Parem, porque, vê-se, quem faz isso não entende absolutamente nada do que se passa em nossas FFAA (desculpe, sem ofensas - apenas a realidade). Aliás, essa falsa intervenção controlada na Turquia serviu também a interesses comunistas internacionais: no caso, desencorajar intervenções na América Latina. E, desculpe novamente, no caso da Venezuela, só a morte (e sabe-se lá, hein?!) ou uma intervenção militar tira Maduro do poder. E ela virá!

Vamos aos fatos!

Segundo O Global Firepower Index - pesquisa anual que avalia as forças armadas de 160 países e produz um ranking – em 2015, a Turquia tinha a 10ª Força Armada mais poderosa do mundo. Em 2016, passou para a 8ª posição. As Forças Armadas turcas têm um orçamento anual de 18 bilhões de dólares, 411 mil militares prontos para batalha, mais de 3700 carros de combate, mais de 1000 aeronaves de guerra e mais de 100 navios. Tudo isso para cobrir uma área de 783.562 km².

Só para efeito de entendimento do que significam tais números, através de comparação, o Brasil, por exemplo, passou da 22ª, em 2015, para a 15ª posição em 2016, segundo o mesmo GFI. Possui um orçamento anual de 34 bilhões de dólares, cerca de 320 mil militares prontos para o combate (sem contar com os homens das forças auxiliares), cerca de 500 carros de combate, mais de 700 aeronaves de guerra e mais de 100 embarcações, para cobrir um território de 8.514.876 Km² - um território quase 11 vezes maior que o da Turquia.

Então, 754 militares (dentre eles 5 generais e 29 coronéis), de um efetivo de 411 mil pessoas da 8ª potência militar do planeta, resolveram que iriam derrubar o governo de Erdogan, sem o apoio de todo o efetivo, contra toda uma Força Armada que está sob o comando de homens que apoiam o presidente ditador e num país cujas imprensa e Justiça vêm sendo aparelhadas completamente – uma vez que jornalistas e magistrados contrários ao governo estejam quase todos presos e órgãos inteiros de imprensa fechados ou tomados por forças governamentais. Corajosos, né?

Sem falar no exemplo que possuem da tentativa de reação ao ditador muçulmano, ocorrida em 2003, envolvendo mais militares ainda. Erdogan acabara de assumir o cargo de primeiro ministro da Turquia e já começava a colocar suas garras islamizadoras radicais para fora. Já naquela época, o ‘golpe’ que pretendia que a Turquia permanecesse democrática e laica, foi desarmado pelos apoiadores de Erdogan. Mil pessoas, entre militares e opositores foram parar na cadeia! Anos depois, foram julgados e condenados – boa parte delas – à prisão perpétua. De lá para cá, a perseguição aos opositores só aumentou, bem como a islamização do país. Dezenas de igrejas, por exemplo, foram transformadas em mesquitas e outras tantas em museus (islâmicos, claro). Querem saber sobre a extinção dos cristãos na Turquia? Leiam: http://perigoislamico.blogspot.com.br/2015/05/cristaos-da-turquia-beira-da-extincao.html

E foi diante dessa realidade, que só piora, há 13 anos, que 754 militares resolveram sublevar-se para tomar o poder.

Então, eu repito: corajosos esses militares dessa nova reação, né?

Haja coragem, burrice e espírito suicida!

Ah! Só para constar, o ditador aproveitou o ‘fracasso do golpe’ (me engana que eu gosto) ordenar a prisão de 2.745 juízes e promotores!

Golpe bom esse, para o ditador muçulmano apoiador de terroristas! A desculpa perfeita para eliminar a já pouca oposição que restava no país.

O Exército turco está, tradicional e historicamente, acostumado a planejar tomada de poder. As Forças Armadas turcas sempre foram a garantia das liberdades e da laicidade do estado. Como é que uma força militar tão experiente cometeu erros crassos como nesta última tentativa de ‘golpe’?

Bem, a fórmula não é nenhum mistério. Primeiramente, pega-se o líder do país; em seguida, ocupam-se os meios de comunicação e coloca-se o líder na mídia, humilhado. Em vez disso, os ‘golpistas’ decidiram agir enquanto Erdogan estava em férias (e, aparentemente, nem sequer tentaram prendê-lo onde quer que estivesse). De modo que o golpe já começou com o líder do país livre, leve e solto, com todos os recursos de comunicação disponíveis. Os ‘golpistas’ orientaram a população comum que os estava apoiando a deixar as ruas (oi?). Já Erdogan, ao contrário, pediu que seus apoiadores (aquele pessoal da irmandade muçulmana) fossem para as ruas apoiá-lo! Exatamente a situação oposta que os ‘golpistas’ poderiam querer.

Não bastasse isso, os ‘golpistas’ começaram a disparar sobre civis (aparentemente) - o que também é algo que definitivamente não se faz, já que provoca repulsa ao movimento. Ao mesmo tempo, explodiram algumas bombas em lugares onde não havia opositores presentes, além de usarem aviões disparando a esmo nos céus. E, para fechar com chave de ouro, permitiram que testemunhas comuns, nas ruas, declarassem à CNN Internacional que os militares haviam desistido do ‘golpe’.

Como é possível que apenas "uma parte" dos militares tenha o controle de todos estes tanques, aviões e soldados? Os chefes das forças armadas simplesmente não estavam prestando atenção enquanto isso era planejado? Como é que isso faz algum sentido? Ah, sim! Tudo estava sendo planejado por um velho clérigo islâmico exilado lá na Pensilvânia, nos EUA!

Tudo mais parece uma grande encenação! Claro, alguns elementos das forças armadas realmente achavam que estavam reconquistando o páis. Foram enganados mesmo, pelos próprios irmãos de farda – provavelmente seus superiores.

Lógico, dificilmente, tudo isso poderá ser provado, a menos que um denunciante (de dentro do grupo das poucas autoridades que sabiam da trama) apareça, agora ou no futuro.

No entanto, as coisas podem, ali na frente, não saírem exatamente como o ditador planejou. O exército sai humilhado da situação e isso pode não dar muito certo dentro da caserna. Logo, todos perceberão o tamanho da traição que aconteceu ali. E, se houve quem tenha caído nessa ‘armadilha’, é porque já há boa parte das tropas insatisfeita com a situação do país. Sabe-se, por exemplo, que os militares não estão nada satisfeitos com os desentendimentos do líder com a OTAN. Lá na frente, pode ser que o ‘golpe de mestre’ do ditador lhe saia pela culatra!

Não precisávamos ter chegado ao ponto em que chegamos, nesse caos político, econômico e ético. Quem são os culpados? Os eleitores? Não, de forma nenhuma. Pessoas enganadas, mal informadas e despreparadas votam mal mesmo. Então, quem as enganou? Quem as informou mal? E de quem é a culpa de seu despreparo? Precisamente estes são os culpados pelo cenário que vemos hoje instalado no país – a classe política, a imprensa e os mestres letrados. Todos, com raríssimas exceções, e por anos a fio, de viés esquerdista, contribuindo em conjunto para construir a cegueira lógica, ideológica e política da imensa maioria da população. Não se pode deixar de fora o Judiciário como um todo – homens bem preparados, bem informados e com boa estrutura para realizar um trabalho honesto e eficiente. Com tudo isso, entretanto, deixaram que o aparelhamento tomasse conta das cortes, das delegacias, das procuradorias etc. Não fizeram o que tinham que fazer. Imaginem se todos tivessem agido, cada um na sua área, como vem agindo o Juiz Sérgio Moro?


Se todo mundo tivesse trabalhado direito, com afinco e corretamente, Lula jamais teria sido reeleito em 2006. Já naquela época havia elementos de cometimento de crimes suficientes para extirpar o PT e seus aliados da vida pública do país. E já naquele tempo eu escrevia: o maior legado do PT e de Lula será a instalação da cultura do ódio, da divisão dos brasileiros entre ricos e pobres, elites de olhos azuis e ‘nós’, homossexuais e heterossexuais, brancos e negros (sim, ele tentou matar os mestiços), patrões e trabalhadores, etc. Usou e abusou da tática de dividir para dominar.


É preciso que se reconheça isso, antes de tudo, numa autorreflexão destemida, para que possamos realmente reconstruir o Brasil. Não há santos, não há inocentes e não há isentos. E se não os há, sabem muito bem todos que o impeachment não será ‘A’ solução para a crise em que estamos metidos, embora seja, sim, um primeiro e importante passo.


A única voz de oposição a este governo e à hegemonia do discurso esquerdista na grande imprensa, desde antes da primeira eleição do PT, foi o escritor, professor e filósofo Olavo de Carvalho. Aos poucos, ainda antes do advento das redes sociais, mas já com o crescimento do número de blogues e de sites na internet, foram surgindo outros nomes – poucos ainda, e entre os quais eu me incluo, a partir de 2002 – que, igualmente, trabalharam para a desconstrução da ideologia esquerdista. Muito trabalho e muita luta foram necessários para fazer surgir toda uma nova geração de escritores, professores, pensadores, estudantes imunes ao esquerdismo e, eles próprios, propagadores da cultura antiesquerdista, muito mais do que portadores de um pensamento único de, digamos, direita.


Com o boom das redes sociais, a esquerda não conseguiu ocupar o espaço que já pertencia aos órfãos de informação verdadeira e de análises coerentes. Isto, o acesso à INFORMAÇÃO VERDADEIRA, foi o motor propulsor, a semente que fez germinar, o início da queda da esquerda no Brasil. Cada artigo escrito, cada vídeo gravado, cada aula dada, cada conversa de esquina, cada telefonema para a grande imprensa e para parlamentares, cada mínimo protesto e, porque não dizer, cada humilhação sofrida por parte de um esquerdista trouxe-nos ao incrível cenário de reação à comunização deste país.


O impeachment está aí. É uma grande conquista, embora saibamos que seja só o começo.


Dilma e sua claque reclamam que não há razões legais para o impeachment. A presidente alega que não cometeu crime de responsabilidade e que não está sendo investigada por nenhum outro crime relacionado à maior operação de limpeza de corrupção jamais realizada no Brasil, a Lava-Jato. Sim, a presidente cometeu crime de responsabilidade fiscal (as pedaladas), entre outros crimes institucionais, e AINDA não está sendo investigada oficialmente pela Lava-Jato, justamente pelo cargo que ocupa.


Vamos às ‘pedaladas’. E vamos falar somente das que foram dadas perante à Caixa Econômica Federal. O governo faz um contrato de prestação de serviços com o banco, para que este faça uma série de pagamentos e deposita a quantia estimada para que sejam feitos. Quando a quantia é insuficiente, o banco faz os pagamentos adiantadamente e o governo repõe o montante adiantado num prazo que não ultrapassa uma semana. Esse é o procedimento. O presidente Fernando Henrique Cardoso atrasou quatro vezes essa reposição — uma em setembro de 1996 e em janeiro, abril e junho de 2002 (R$ 433,2 milhões). Lula atrasou três vezes — em setembro e novembro de 2003 e novembro de 2006  (R$ 500 milhões). Os saldos ficaram devedores por poucos dias e, portanto, não foram enquadrados como ‘pedaladas’, simplesmente porque, em assim sendo, não caracterizaram finalidade de obtenção de um financiamento forçado junto ao banco público.


E madame? Dilma ‘pedalou’ 35 vezes mais que Lula e FHC juntos! Totalizando um saldo devedor de R$ 33 bilhões, com 19 ‘pedaladas’, em todos os anos de seu governo. Isso porque o que se sabe é até outubro de 2015, já que o governo decretou sigilo sobre estas operações. Sabe-se que o governo ainda está devendo tarifas à Caixa pela prestação de serviços, o que levou o banco a entrar na Justiça contra o governo para cobrar a dívida. Madame fez a Caixa de ‘cheque especial’ e dane-se! Entenderam? Ah! E o Tribunal de Contas da União reprovou as contas de 2014 do governo Dilma.


E, se alguém esqueceu, eu vou lembrar aqui. Em dezembro do ano passado (2015) o governo encaminhou ao Congresso Nacional, QUE COMETEU A INSANIDADE DE APROVAR, um projeto de Lei que reduzia a meta fiscal daquele ano, para que o governo não DESCUMPRISSE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL! Se o Congresso não tivesse APROVADO A REDUÇÃO DA META, o governo teria que cumprir o que estava legalmente estabelecido, que era uma meta de R$ 55,3 bilhões de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública). Acontece que, já em outubro de 2015, o rombo nas contas públicas já alcançava a astronômica, e inédita na história do país, quantia de R$ 33 bilhões! De modo que não conseguiria cumprir a meta. Portanto, o Congresso permitiu que o governo federal encerrasse 2015 com um déficit recorde de R$ 119,9 bilhões, já que, também aprovaram o abatimento de até R$ 57 bilhões para compensação das chamadas ‘pedaladas fiscais’.


Sabe como Dilma conseguiu que o Congresso aprovasse tal aberração para livrá-la do cometimento de crime de responsabilidade fiscal? Chantagem. Isso mesmo. Principais vítimas? Você, eu e o resto dos brasileiros que não fazem parte da máquina governamental. Como? Ora, dias antes, madame, decretou, com uma canetada, um contingenciamento de mais de R$ 11 bilhões nos gastos governamentais o que acarretaria interrupção das atividades essenciais em todos os órgãos federais – coisas como pagamento de aluguel, água, luz, transporte, passagens e diárias - e da execução de investimentos necessários à manutenção da infraestrutura do país. Só isso. Entenderam?

Portanto, madame ‘Adeus Querida’ cometeu crime de responsabilidade SIM! Mas, no lugar de Dilma poderia estar o petista Zé das Couves. Os brasileiros, em sua maioria, e por uma questão de sobrevivência, estão ‘impichando’ é o PT mesmo! Com toda a razão e pelo cometimento incessante de inúmeros crimes. Crimes de dilapidação do erário. Crimes de roubo de dinheiro público para enriquecimento ilícito de seus membros e para a execução de um projeto de permanência no poder. Crimes de lesa pátria, com empréstimos e desvios de dinheiro público para financiar companheiros de projeto autoritário de implantação da grande pátria comunista. Crimes de aparelhamento do Estado para a implantação deste mesmo projeto. Crimes de supostas fraudes eleitorais, desde 2006, para a reeleição estatisticamente atípica de Lula. Crimes contra a normalidade democrática, que requer a alternância de poder. Crime de governar supra nacionalmente, por e para a organização comunista Foro de São Paulo, em detrimento dos interesses do povo brasileiro. Crime de alinhamento ideológico partidário com as nações comunistas, em detrimento de nossa tradição democrática capitalista cristã ocidental. Crime de aparelhar e de financiar sindicatos e movimentos sociais com a explícita finalidade de formar uma milícia guerrilheira para vir a reprimir futuras reações à instalação de um Brasil comunista. Crime de entregar milhões de hectares de terras brasileiras à ONGs estrangeiras sob o manto falso de que sejam terras para índios e para quilombolas (uma aberração baseada em falsificação da História). Crime de impregnar a sociedade com discursos e práticas de ódio entre grupos artificialmente forjados por engenharia social da pior espécie. Crime de corromper a classe artística do país, fazendo com que somente possam destacar-se (e receber altos investimentos) aqueles que se alinharem com a ideologia do governo.


Razões todas estas que resultaram na nossa falência econômica, no desemprego de milhões de brasileiros, na insegurança pública descontrolada, na divisão fratricida irreconciliável, no vexame internacional, na desilusão de milhares de jovens, na imigração de famílias, na miséria de 22 milhões de brasileiros, nas epidemias causadas, no fundo, pelo estado deplorável em que se encontram as condições de saneamento básico no Brasil. Razões que nos levaram a um retrocesso jamais visto na História do país.


De que adiantou dar bolsa família a milhares de brasileiros, se esse governo não conseguiu que nenhuma delas deixasse de depender dessa ajuda? De que adiantou politizar o ingresso de jovens nas universidades públicas, se esse governo deixou que essas instituições chegassem à beira da falência? De que adiantou o Ponatec se não há mais empregos? De que adianta o Ciência Sem Fronteiras se os jovens que retornam ao país não têm como empregar seus aprendizados em pesquisas e em desenvolvimento?

E por tudo isso, e mais um pouco, já que alista de crimes é interminável, é que o impeachment será o primeiro passo que daremos em direção à reconstrução do Brasil que o PT destruiu.

Enfia o processo...

Não conseguiu ouvir muito bem o que Lula falava com Dilma ao telefone no vídeo de Jandira Feghali? Ele falava com Dilma Rousseff e mandou a PF 'enfiar no c* todo o processo'. Editado e com áudio aumentado, agora neste vídeo, você poderá ouvir muito bem.

https://www.youtube.com/watch?v=shF8JvdSwdc&feature=share

AS ARTIMANHAS DE CARDOSO

“Cardozo confidenciou a pelo menos duas pessoas que as coisas iriam se agravar e que “alguém grande” estava colaborando com a Justiça. Cardozo sabia que seria “execrado” pelo PT se ainda estivesse à frente da Justiça quando Lula fosse alvo direto da Lava-Jato. Além disso, se preocupava com o fato de Delcídio ter ido com muita frequência ao Ministério da Justiça”.
http://veja.abril.com.br/…/saida-de-cardozo-ja-previa-o-pi…/

A desinformação aguerrida da imprensa é impressionante... Não chega de tratar essa quadrilha como gente comum e respeitável, não? Pelo amor de Deus! José Eduardo Cardoso é ativo participante das reuniões do Foro de São Paulo (QUE CONTINUA SENDO CRIMINOSAMENTE OMITIDO NAS REPORTAGENS SOBRE A LAVA JATO E A ROUBALHEIRA PETISTA) e não dá 'ponto sem nó'. Saiu da pasta da Justiça de 'caso pensado', programado e articulado.
Dois dias depois de sua saída do ministério, a revista, na qual sua companheira Débora Bergamasco (http://www.polemicaparaiba.com.br/…/bastidores-da-delacao-…/) trabalha como jornalista, publicou uma reportagem bombástica revelando parte da delação premiada do senador petista Delcídio do Amaral.
Quem será que 'vazou' a delação para a jornalista?
Na verdade, a matéria da IstoÉ tinha a intensão de invalidar a delação de Delcídio (já que se tornaria pública antes da homologação, prejudicando, no caso, o delator) e de provocar o adiantamento da execução da ordem da PF de condução coercitiva de Lula para depor, uma vez que já estava em acelerado andamento a 'operação' de destruição de provas nos lugares comprometidos com as investigações (hahahahahaha! Desculpem, mas é que morro de rir com essa gente achando que as provas precisam ser 'recolhidas' in loco e que já não se as tenha aos montes).
Ora, ora, quem será que avisou antecipadamente a Lula, a Dilma e ao PT que tais buscas e apreensões ocorreriam, bem como a condução coercitiva do 'Pai'? Quem?
E por que interessava ao PT que tudo isso fosse revelado e ocorresse? Porque, assim, Lula ganharia espaço na mídia para se fazer de vítima e discursar, gratuitamente e em rede nacional, durante dez minutos, sem contraditório, proferindo uma infindável lista de mentiras, além, é claro, dar sinal verde para que 'seu exército de assassinos famintos' saísse em guerra pela conquista do país.
Vai dar tudo errado para os comunas? Vai. Mas, o desespero é grande - e a burrice, cá pra nós, também.

Parabéns a todos os comunas do PSDB! Vocês conseguiram acabar com as grandes manifestações de rua dos brasileiros de bem deste país! Temos que reconhecer que foi um trabalho de experts mesmo.
Quando, em junho de 2013, a esquerda assumida percebeu que perdia o espaço das ruas, com as manifestações de massa, tomadas pelos brasileiros de bem, de direita em sua maioria, acionou o plano B. Entrou em ação o pessoal da esquerda 'light' (os sofisticados fabianos), que servem sempre para preparar o terreno para ascensão dos 'brothers' radicais.
Patrocinaram - é, PATROCINARAM - manifestações pró-impeachment (que sabiam que jamais aconteceria), apoiando, inclusive financeiramente, 'novos' movimentos de rua, criando novos 'líderes' e, lógico, cuidando de afastar TODOS os outros grupos que, por não acreditarem no impeachment, pediam intervenção popular, ou militar, ou ainda a desobediência civil, pela paralisação do país.
Deram, sim, dinheiro para o crescimento destes novos grupos e para a organização das manifestações de rua, bem como abriram espaço para toda essa gente na mídia de grande alcance. O trabalho, lógico, continuou nas redes sociais, com o patrocínio de páginas e de sites bem organizados, de canais de vídeo com produções bem feitas, além de bancar a promoção paga de tais posts, páginas e vídeos (é, isso existe, para quem não sabe),
Para quem pensa que as tais grandes manifestações de rua sejam coisa de voluntariado bem intencionado ou de consequência do 'poder' das redes sociais (hahahaha! Desculpem), resta desenhar: isso é coisa para profissional, coisa de gente que tem dinheiro reservado para isso - muito dinheiro.
Agora é essa 'nova gente' que se apropriou das ruas. Essa gente que não permite que se fale em fraude eleitoral, em desobediência civil e muito menos em intervenção popular ou militar.
Temos que dar a mão à palmatória: foi um trabalho e tanto, danado de bem feito. Já que a esquerda tradicional perdeu o monopólio das ruas e do discurso nos palanques e nas redes sociais, cria-se uma esquerda light liberal, fantasiada de direita, e pronto: cala-se a verdadeira direita, tirando-a das ruas, ao sufocar-lhe a voz, o ânimo e a esperança (porque, claro, o trabalho é infundir nos inocentes manifestantes a descrença, já que tais manifestações não conseguem seu intento, e o consequente desânimo).
Percebendo que haja algo de errado, a tal da direita, que já era dividida entre conservadores e liberais, divide-se ainda mais, uma vez que muitos não conseguem apreender que os surgidos movimentos de oposição ao atual governo, agora afamados, sejam, na verdade, de esquerda light. Por que isso acontece? Ora porque o discurso desta falsa direita é recheado de boas causas: quer o fim da corrupção, o impeachment, a diminuição do Estado e dos impostos, a prisão dos corruptos, blá, blá, blá - todas causas justas, ora bolas.
Mas, o rompimento estrutural do sistema político, a quebra da espinha dorsal do comunismo no país e o desaparelhamento esquerdista das instituições sociais - isso essa falsa direita não quer de jeito nenhum! E é justamente o que a direita verdadeira, maioria esmagadora do povo brasileiro, quer!
E tem uma última coisa que alguns liberais distraídos precisam colocar na cabeça: liberalismo econômico sem conservadorismo institucional e social dá nisso aí que estamos vendo aqui no Brasil e mundo afora - enfraquecimento das instituições do Estado e da estrutura social. É suicídio.

DENÚNCIA - QUEM SERÁ POR ESSES JOVENS?

RELATÓRIO ENEM - VERGONHA, INJUSTIÇA E DECEPÇÃO

EM NOME DE UM 'JUSTIÇAMENTO' SOCIAL 'REVOLUCIONÁRIO', O EXAME NACIONAL VAI LEVAR O ENSINO SUPERIOR PÚBLICO DO BRASIL PARA O FUNDO DO POÇO!

O PSDB E AÉCIO NEVES PERDERAM EM MINAS GERAIS. SAIBA COMO REBATER ESTE ARGUMENTO QUE O PT QUER USAR PARA DESQUALIFICAR A CANDIDATURA DE AÉCIO À PRESIDÊNCIA

O PSDB E AÉCIO NEVES PERDERAM EM MINAS GERAIS. SAIBA COMO REBATER ESTE ARGUMENTO QUE O PT QUER USAR PARA DESQUALIFICAR A CANDIDATURA DE AÉCIO À PRESIDÊNCIA 

Por Christina Fontenelle/Rebecca Santoro

08/10/2014

MANIFESTAÇÕES DE JUNHO DE 2013

Por outro lado, já que ‘o leite foi derramado’, depois que milhões de brasileiros, com as melhores das intenções, foram às ruas, há que se pegar o que haja de bom nessa situação – e há – para tentar desmontar a ‘operação de bolivarianização’ do país orquestrada pelo PT e pelo Foro de São Paulo (se você, leitor, não sabe o que seja esta organização, AQUI e AQUI). Há maneira de fazer isso e vou me arriscar a colocá-la aqui, no final de tudo.

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ESPIONAGEM DOS EUA POR OUTRO ÂNGULO

Vamos raciocinar. Os postos chave no comando do governo nos EUA são sistematicamente ocupados – e não importa se por democratas ou por republicanos – por pessoas ligadas à Oligarquia Financeira Transnacional – que são as grandes corporações que pretendem formar um governo mundial sob uma Nova Ordem Mundial. E isso acontece em detrimento da própria população e do Estado norte-americano. E quais os interesses desse grupo que estão em jogo em relação às telecomunicações, via telefone ou computadores? 

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