Levanta e Brilha, FDP!

     Shine on you crazy diamond! 

Keep in mind that the mistery of life 
is not a problem to be solved 
but a reality to be experienced.

Magia?! Tá falando sério?!  31/mai/2012

Sim, estou. Quero fazer a magia de Nietzsche e Fernando Pessoa. De Jesus e de Ernesto Guevara. Preciso fazer meu Caminho... Algo bem diferente de esoterismos, macumbas e Harry Potters, quero um caminho humano, com coisas que importam de verdade.

 Ou maizomeno, já que 90% de TUDO que existe parece ser papo furado...

Apesar de saber que 90% das coisas é pura bosta, não sinto (ou pelo menos não quero sentir) "peso", melancolia ou a presença daquela Sabedoria idiota que suspira cheia de tédio:"tudo é igual... tudo é vão..." - quem sabe minha magia me transformará em dançarino, pois prossigo no desenvolvimento dos pés, pernas e espinha. Afinal, antes de se lançar ao vôo o vivente deve ser capaz de correr muito rápido.

 Vontade firme e reta, pés ágeis e pernas ligeiras. Assim falou.... eu?

Fernando Pessoa, ortônimo                       jun2014

Por que tantos heterônimos, seu Pessoa? "Com uma tal falta de gente coexistível, como há hoje, que pode um homem de sensibilidade fazer senão inventar os seus amigos, ou quando menos, os seus companheiros de espírito?"

Abaixo, trecho de carta de Fernando Pessoa a Adolfo Casais Monteiro, de 14.1.35, in João Gaspar Sinmões, Vida e obra de Fernando Pessoa, II, págs. 232.33 (prova que o poeta nunca fez parte de nenhuma Ordem Iniciática): 

 "Falta responder à sua pergunta quanto ao ocultismo. Pergunta-me se creio no ocultismo. Feita assim, a pergunta não é bem clara; compreendo porém a intenção e a ela respondo. Creio na existência de mundos superiores ao nosso e de habitantes desses mundos, em experiências de diversos graus de espiritualidade, sutilizando-se até se chegar a um Ente Supremo, que presumivelmente criou este mundo. Pode ser que haja outros Entes, igualmente Supremos, que hajam criado outros universos, e que esses universos coexistam com o nosso, interpenetradamente ou não. Por estas razões, e ainda outras, a Ordem Externa do Ocultismo, ou seja, a Maçonaria, evita (exceto a Maçonaria anglo-saxônica) a expressão "Deus", dadas as suas implicações teológicas e populares, e prefere dizer "Grande Arquiteto do Universo", expressão que deixa em branco o problema de se Ele é Criador, ou simples Governador do mundo. Dadas estas escalas de seres, não creio na comunicação direta com Deus, mas, segundo a nossa afinação espiritual, poderemos ir-nos comunicando com seres cada vez mais altos. Há três caminhos para o oculto: o caminho mágico (incluindo práticas como as do espiritismo, intelectualmente no nível da bruxaria, que é magia também), caminho esse extremamente perigoso, em todos os sentidos; o caminho místico, que não tem propriamente perigos, mas é incerto e lento; e o caminho alquímico, o mais difícil e o mais perfeito de todos, porque envolve uma transmutação da própria personalidade que a prepara, sem grandes riscos, antes com defesas que os outros caminhos não têm. Quanto à "iniciação" ou não, posso dizer-lhe só isto, que não sei se responde à sua pergunta: não pertenço a Ordem Iniciática nenhuma. A citação, epígrafe ao meu poema Eros e Psique, de um trecho (traduzido, pois o Ritual é em latim) do Ritual do Terceiro Grau da Ordem Templária de Portugal, indica simplesmente — o que é fato — que me foi permitido folhear os Rituais dos três primeiros graus dessa Ordem, extinta, ou em dormência desde cerca de 1888. Se não estivesse em dormência, eu não citaria o trecho do Ritual, pois não se devem citar (indicando a origem) trechos de Rituais que estão em trabalho". 

Agora, sente só a força do portugues (duplo sentido proposital):  

Não dormes sob os ciprestes, / Pois não há sono no mundo.

Pois não há sono no mundo.

O corpo é a sombra das vestes

O corpo é a sombra das vestes / Que encobrem teu ser profundo. 

Vem a noite, que é a morte, / E a sombra acabou sem ser.

Vais na noite só recorte, / Igual a ti sem querer.

Mas na Estalagem do Assombro
Tiram-te os Anjos a capa.
Segues sem capa no ombro,

Mas na Estalagem do Assombro / Tiram-te os Anjos a capa.

Segues sem capa no ombro, / Com o pouco que te tapa. 

Então Arcanjos da Estrada / Despem-te e deixam-te nu.

Não tens vestes, não tens nada: / Tens só teu corpo, que és tu.

Por fim, na funda caverna, / Os Deuses despem-te mais:

Teu corpo cessa, alma externa, / Mas vês que são teus iguais.

A sombra das tuas vestes / Ficou entre nós na Sorte.

Não 'stás morto, entre ciprestes.

Neófito, não há morte.

Escrito em Maio de 1932.

† † †

Poisá sono no mundo.

O corpo é a sombra das vestes
Que encobrem teu ser profundo.

Vem a noite, que é a morte,
E a sombra acabou sem ser.
Vais na noite só recorte,
Igual a ti sem querer.

Mas na Estalagem do Assombro
Tiram-te os Anjos a capa.
Segues sem capa no ombro,
Com o pouco que te tapa.

Então Arcanjos da Estrada 
Despem-te e deixam-te nu.
Não tens vestes, não tens nada:
Tens só teu corpo, que és tu.

Por fim, na funda caverna,
Os Deuses despem-te mais:
Teu corpo cessa, alma externa,
Mas vês que são teus iguais.

A sombra das tuas vestes 
Ficou entre nós na Sorte.
Não 'stãs morto, entre ciprestes.

Neófito, não há morte.
Várias coisas desse camarada parecem marcar/pontuar minha vida... no momento (jun2014), esta apareceu com aquele timming bacana:
 
"Agora, tendo visto tudo e sentido tudo, tenho o dever de me fechar em casa no meu espírito e trabalhar, quanto possa e em tudo quanto possa, para o progresso da civilização e o alargamento da consciência da humanidade" (trecho de carta a um amigo, 19 de Janeiro de 1915.)
Ele tinha 26 anos... Eu tenho 36... sabe o que isto significa?!? bosta nenhuma hahah.
Sem ideia pra titulo... de qq forma, isto é um rascunho!     jan2011 

"A Magia é o estudo sério das leis que regem as forças que nos rodeiam e que são postas em ação pelo poder da Vontade; a Magia é a ciência que ativa a potência do Verbo e, sobretudo, dirige e concentra o poder do Amor, porque a Magia não é branca e nem negra. A cor da Magia está no coração de quem a pratica". Márcia Villas-Bôas, via Colégio dos Magos  

 o q vem poraí: Alan Moore, certamente! Crowley? hmm... e Marcelo Del Debbio, com coisas como isso:

Alegorias
Muitos dos ensinamentos da kabbalah são passados adiante através de alegorias, cujas chaves, imagens e desenhos são necessárias para se entender (e principalmente SENTIR) a mensagem que se quer passar. Para os obtusos que não conseguem enxergar nada além do Plano Material, estas alegorias nada mais são do que “contos de fadas”.
Tomemos um exemplo clássico: Todo mundo sabe que os alquimistas são capazes de “transformar chumbo em ouro“. Mas transformamos o chumbo do ego no ouro da essência. 
 

e isto:

Como o ocultista William Blake disse, “Sem opostos não há progresso“.
Todo ocultista é, obrigatoriamente, um cético. Se não for, vai virar um esquisotérico comprador de revistas de horóscopo, amigo dos gnomos de Além da Lenda, abraçador de árvores, entoador de mantras hippies, leitor de revistas de pink wicca e outras modinhas toscas, o que não os tornaria nem um pouco diferentes de um fanático religioso ou de um cético tapado.

Retirados do artigo "Jesus, o ìdolo dos Ateus"


E mais! muito mais? quer mais? hahahah

LITHA                                                              21/12/2010

Hoje, dia do solstício de verão, parece ser ideal pra fazer Magia. Não que eu acredite em bruxaria, mas tenho certeza que ela existe heheh. Veja o que Marcelo del Debbio disse:

"O Solstício do Verão (ou Meio do Verão, Alban Hefin ou Litha), também conhecido como Dia de São João, na Europa, marca do dia mais longo do ano, quando o Sol está no seu zênite. Para os Bruxos e os Pagãos, esse dia sagrado simboliza o poder do sol, que marca um importante ponto decisivo da Grande Roda Solar do Ano, pois, após o Solstício do Verão, os dias se tornam visivelmente mais curtos.

Em certas tradições wiccanas, o Solstício do Verão simboliza o término do reinado do ano crescente do Deus Carvalho, que é, então, substituído pelo seu sucessor, o Deus Azevinho do ano decrescente. (O Deus Azevinho reinará até o Sabbat do Inverno do Natal, o dia mais curto do ano.)

O Solstício do Verão é uma época tradicional, em que os Bruxos colhem as ervas mágicas para encantamentos e poções, pois acredita-se que o poder inato das ervas é mais forte nesse dia. é o momento ideal para as divinações, os rituais de cura e o corte de varinhas divinas e dos bastões. Todas as formas de magia (especialmente as do amor) são também extremamente potentes na véspera do Solstício do Verão, e acredita-se que aquilo que for sonhado nessa noite se tornará verdade para quem sonhar.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Verão são vegetais frescos, frutas do verão, pão de centeio integral, cerveja e hidromel.

Incensos: olíbano, limão, mirra, pinho, rosa e glicínia.
Cores das velas: azul, verde.
Pedras preciosas sagradas: todas as pedras verdes, especialmente a esmeralda e o jade.
Ervas ritualísticas tradicionais: camomila, cinco-folhas, sabugueiro, funcho, cânhamo, espera, lavanda, artemísia, pinho, rosas, erva-de-são-joão, tomilho selvagem, glicínia e verbena."

Quero curar meus amores (mãe, irmã, filhos etc) de suas dores e aflições físicas & espirituais, mas imagino ser indispensável curar a mim mesmo primeiramente. Identifiquei o Orgulho como meu principal defeito, agora vamos à ação. Mental e física? f´sica t´sica mentaliuna? sei lá que porra é essa, mas vamos lá!

Segue outro texto do Marcelo del Debbio, um cara foda:

Sefirat ha Omer 2011   deldebbio | 6 de abril de 2011

Dia 19/Abril, a partir das 18h começará o Sefirat ha Omer deste ano. Durante 49 dias, Cabalistas de todo o Planeta estarão fazendo exercícios de meditação e autoconhecimento na Árvore da Vida.

Originalmente, a Páscoa judaica era constituída de dois feriados distintos: Chag ha’Pessach, a Festa do cordeiro Pascal, e Chag ha’Matzot, a Festa dos Pães Ázimos, ambos eram observados muito antes das traumáticas experiências dos judeus no Egito. Nos tempos antigos, quando a maioria dos hebreus vivia no deserto como pastores nômades, as famílias celebravam a chegada da Primavera oferecendo um sacrifício (pessach, o cordeiro pascal). Mais tarde, instituiu-se um outro feriado na Primavera, de caráter agrícola: Chag ha’Matzot, quando os lavradores na Palestina comemoravam o início da colheita de trigo desfazendo-se de toda massa fermentada.

O Sefirat ha Omer é dividido em 7 Semanas, Onde cada uma delas foca os exercícios em uma esfera da Árvore da Vida (Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth), totalizando 49 dias.

Os exercícios de Meditação podem ser feitos durante a noite, em qualquer horário após o pôr do Sol; e os exercícios práticos serão realizados durante o dia seguinte.

Todos os 49 exercícios estarão disponíveis na Wikipedia de Ocultismo.

 Se é a sua primeira vez fazendo este exercício, não se preocupe muito com detalhes. A única regra é que você não pode falhar nenhum dia com a meditação noturna. Esqueceu, falhou, não fez = PERDEU. O Universo não quer ouvir as patéticas desculpas que o seu ego vai inventar para se justificar.

A razão para isto é simples: Este é um exercício magístico. Ter o controle da sua vida para realizar as 49 meditações faz parte do exercício. Se você não consegue nem controlar a sua vida de modo a ter 10 minutos de um dia para algo que você disse que iria fazer, então significa que você precisa treinar MUITO mais até poder se considerar um ocultista e achar que vai manipular o universo à sua Vontade (Thelema).

O Processo é propositadamente difícil (ou não) justamente para treinar a Thelema do magista. Falhar significa que o mundo ao seu redor ainda manda em você e que seu controle sobre a sua realidade não existe.

Na primeira vez que você fizer, será como tomar a pilula vermelha, ainda mais para quem nunca passou por um exercício de Força de Vontade antes. Você verá efeitos da Sincronicidade, sentirá o que é estar conectado com uma Egrégora e descobrirá coisas sobre você mesmo que talvez nunca tivesse imaginado.

Se for a segunda ou terceira vez que estiver realizando o exercício, você pode fazer a meditação em seu Templo Astral. Compre 50 daquelas velas pequenas (que você encontra em casas de Umbanda ou esquisotéricas) e a cada dia, deixe uma acesa no seu altar pessoal. Faça a meditação no Templo Astral e visualize a chama daquela vela e seus fachos de luz se conectando a todas as outras velas ao redor do Mundo.

Se for possível, fique Vegetariano nestes 49 dias. Você perceberá que todas estas sensações estarão ainda mais intensas, pois terá eliminado energias densas do seu corpo durante o processo.

 

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O Que é                        (fonte: www.chabad.org.br)A palavra "sefirat" basicamente significa cálculo ou contagem.

O que contamos? Conta-se coisas de valor.

Conta-se unidades de tempo até um objetivo desejado; para uma criança, poderia ser: "Quantos dias faltam para as férias?" Para um adulto: "Quantas semanas ou meses até que eu consiga meu diploma? Ou "Quantos anos até que eu possa pedir uma promoção?"

Freqüentemente os itens contados são unidades de tempo. No judaísmo, tempo tem grande valor; é proibido desperdiçá-lo, ou matar o tempo.

Na tradição Judaica, o termo "sefirá" também possui significado específico, e refere-se à contagem dos 49 dias entre Pêssach e Shavuot. Em Pêssach, o povo judeu foi redimido de um terrível período de escravidão física na "casa do cativeiro", no Egito. Em Shavuot, que comemora D'us outorgando Seu precioso presente, a Torá, ao povo judeu no Monte Sinai, celebramos nossa passagem da Escravidão Espiritual à Liberdade Espiritual.

O objetivo da Redenção Física é a Redenção Espiritual. Sem a Espiritual, a Física nada significaria. A única fonte de moralidade é D'us; o ser humano é muito criativo, mas é incapaz de inventar um código moral. O melhor que o ser humano pode fazer por si só é estabelecer regras que impeçam a sociedade de mergulhar no caos.

A Torá prescreve um modo de vida que eleva o ser humano acima da natureza puramente física, ao nível de um ser moral e espiritual. Isso lhe possibilita entender que a consciência dentro dele foi plantada por D'us, e que ele tem a capacidade de atingir e modelar seu comportamento até determinado ponto, além daquele de seu Criador.

Ele ou ela vêm a perceber que a saída da Escravidão aconteceu apenas para tornar-se um servo novamente, mas desta vez não para servir a um ser humano chamado de "amo", mas ao contrário, para ser um Servo de D'us, o verdadeiro Mestre do Universo.

Seu Tempo e Sua Vida

A natureza da obrigação de Sefirat Haômer é contar. O Talmud diz: "U'sfartem lachem," - "Vocês deverão contar por si mesmos", o que implica que cada um deve fazer sua própria contagem, individualmente. Isto significa dizer que há uma obrigação para cada pessoa de contar, de exprimir sua percepção de que outro dia de sua vida chegou, trazendo uma nova oportunidade para o crescimento espiritual. Por isso a pessoa não pode cumprir sua obrigação de contar através de ouvir a contagem feita por uma outra.

Isto é de certa forma análogo a um sorvete: se estou pronto a saboreá-lo, outra pessoa não pode fazer a bênção no meu lugar. Comer um alimento requer permissão do seu provedor, o Criador do Universo, (e não ao fabricante do sorvete). Isto é feito por uma bênção precedente: "que tudo é criado pela Sua palavra." E também, agradecer através de uma bênção posterior.

Similarmente, no contexto de Sefirat Haômer, é "o meu tempo", designado a mim pelo meu Criador, de tornar-me uma pessoa melhor - contando - e por isso uma outra pessoa não pode contar por mim.

Por que luto?

Durante a contagem do Ômer estamos envoltos numa espécie de luto parcial, com certas restrições de comportamento, que são aliviadas em Lag Baômer, o trigésimo terceiro dia do Ômer.

No período entre Pêssach e Shavuot uma tragédia recaiu sobre os alunos de Rabi Akiva ; quase todos faleceram. A causa da morte é atribuída a falta de respeito entre eles.

Considerando-se o fato de que o ilustre mestre tinha proclamado que a essência da Torá é "Ama o teu próximo como a ti mesmo", como poderiam então um grande número de estudantes terem ignorado o ensinamento básico de seu mestre?

O comportamento ético entre o homem e outro homem e entre o Homem e D'us pode ser chamado de principal objetivo da Torá. O Rebe explica que amor entre os estudantes de Rabi Akiva nunca faltou. Ao contrário, justamente por amor eles não aguentaram quando um colega interpretava o ensinamento do mestre de maneira diferente da que achavam certa. Começaram a ridicularizar uns aos outros com a intenção de fazer com que revissem os ensinamentos e os aplicassem conforme seu mestre, como deveriam ser, do seu ponto de vista.

O amor nunca faltou entre os alunos; o que faltou foi amor com respeito, e esta é a grande lição que podemos entender deste capítulo tão triste de nossa História.

Dois heróis

Dois gigantes da História Judaica estão envolvidos na observância dos dias de Sefirat Haômer: Rabi Akiva e seu aluno, Rabi Shimon bar Yochai.

Rabi Akiva está envolvido com o aspecto triste destes dias, porque, conforme a tradição, 24 mil estudantes seus pereceram durante este período.

Rabi Akiva demonstrou sua enorme fé superando a grande tristeza e dor da perda ao reconstruir sua yeshivá. Assim fazendo, ele reafirmou sua capacidade singular de vislumbrar a luz na mais negra escuridão.

Outro grande sábio desta época foi Rabi Shimon bar Yochai, um dos cinco alunos de Rabi Akiva que sobreviveram à tragédia. Seu nome está associado com o aspecto mais feliz de Sefirat Haômer; o dia de Lag Baômer.

Seu maior papel vivido na História Judaica é como autor do sagrado livro do Zôhar. Esta obra é a base da Torá oculta, conhecida como Cabalá, um dos alicerces da Chassidut.

Rabi Shimon foi sepultado em Meron, Israel. Todos os anos, em Lag Baômer, data de seu falecimento, dezenas de milhares de judeus reúnem-se no local para comemorar a data. Acendem tochas, dançam e cantam com grande alegria, conforme o pedido feito pelo próprio Rabi Shimon.

Se7en, a origem dos Sete Pecados Capitais           21/12/2010

" Como hoje (09/09/10, data do texto) é meu aniversário, escolhi fazer uma pausa nos textos mais científicos envolvendo Plano Astral e Demônios para escrever alguma coisa mais leve, voltada para o conhecimento interior. Na verdade, um exercício interessante que vai ajudar a explicar a origem de certas palavras que todo mundo usa diariamente mas pouca gente conhece o real significado delas.
Falarei sobre os Sete “Pecados” Capitais e as Sete Virtudes.
Em primeiro lugar: ninguém nunca se perguntou qual a diferença entre os Dez Mandamentos e os sete Pecados Capitais? Porque os pecados, que a Igreja tanto fala e que são formas certas de levar uma pessoa para o tal do Inferno, mencionados na Divina Comédia (escrita por Dante Alighieri, um iniciado) não estão na bíblia em lugar algum?

Os chamados “Pecados Capitais” são originários da alquimia e das tradições iniciáticas muito antigas, remontando dos antigos rituais egípcios e babilônicos. Antes de começar, vamos usar a nomenclatura certa: DEFEITOS capitais.
Os defeitos capitais são em número de sete, diretamente relacionados com o avanço espiritual e estando cada um deles associado a um Planeta, de acordo com uma estrutura denominada “Estrela Setenária”.

ORGULHO

Defeito capital relacionado com o SOL e, na minha opinião, o mais difícil de ser destruído.
Em sua síntese, Orgulho é um sentimento de satisfação pessoal pela capacidade ou realização de uma tarefa. Sua origem remonta do latim “superbia”, que também significa supérfluo.
Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo. Que ele deveria existir, como forma de elogiar a si próprio, dando forças para evoluir e conseguir uma evolução individual, rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. O orgulho em excesso pode se transformar em vaidade, ostentação, soberba, apenas então sendo visto como algo de negativo.
Outras pessoas classificam o orgulho como “exagerado” quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando os próprios valores são superestimados, acreditando ser melhor ou mais importante do que os outros. Isso se aplica tanto a si próprio quanto ao próximo, embora socialmente uma pessoa que tenha orgulho pelos outros é geralmente vista no sentido da realização e é associada como uma atitude altruísta, enquanto o orgulho por si mesmo costuma ser associado ao sentimento de capacidade e egoísmo.

O Orgulho é um defeito muito traiçoeiro, justamente porque, conforme coloquei no parágrafo anterior, a maioria das pessoas não o enxerga como um “defeito”, mas como uma “recompensa” moral ou espiritual por um trabalho que executaram. Por esta razão, é muito mais difícil livrar-nos dele, pois, ao nos acostumarmos com a recompensa, nos sentimos inferiorizados se não somos “reconhecidos” por nossos feitos.
Em minhas palestras sobre alquimia, sempre coloquei o orgulho como o último (e mais complexo) dos defeitos a serem finalmente destruídos, pois, ao contrário da preguiça ou da raiva, por exemplo, que são (na minha opinião) mais simples de serem trabalhados, o orgulho está enraizado em nosso pensamento de uma maneira intrínseca. É muito fácil cair na tentação de, ao “final” do caminho, batermos com as mãos no peito como o Fariseu da parábola de Lucas ou nos sentirmos injustiçados caso ninguém “reconheça” nossa “evolução”.

Aprender a trabalhar a via interior como algo íntimo para nós mesmos (e não para mostrarmos aos outros) certamente é o primeiro passo para o desenvolvimento espiritual.

A virtude cardeal do Sol é a MAGNANIMIDADE. A capacidade de brilhar e iluminar os outros ao seu redor. A virtude de brilhar pelo reto pensar, reto falar e reto agir. Assim como o orgulho é o pior de todos os vícios, a magnanimidade é a maior de todas as virtudes.

São Thomas de Aquino determinou sete características como inerentes ao orgulho:
Jactância - Ostentação, vanglória, elevar-se acima do que se realmente é.
Pertinácia – Uma palavra bonita para “cabeça-dura” e “teimosia”. É o defeito de achar que se está sempre certo.
Hipocrisia - o ato de pregar alguma coisa para “ficar bem entre os semelhantes” e, secretamente, fazer o oposto do que prega. Muito comum nas Igrejas.
Desobediência – por orgulho, a pessoa se recusa a trabalhar em equipe quando não tem suas vontades reafirmadas. Tem relação com a Preguiça.
Presunção - achar que sabe tudo. É um dos maiores defeitos encontrados nos céticos e adeptos do mundo materialista. A máxima “tudo sei que nada sei” é muito sábia neste sentido. Tem relação com a Gula.
Discórdia - criar a desunião, a briga. Ao impor nossa vontade sobre os outros, podemos criar a discórdia entre dois ou mais amigos. Tem relação com a Ira.
Contenda - é uma disputa mais exacerbada e mais profunda, uma evolução da discórdia onde dois lados passam não apenas a discordar, mas a brigar entre si. Tem relação com a Inveja.

ACÍDIA (Preguiça)
Isto provavelmente quase ninguém entre vocês deve saber, mas o nome original da Preguiça é Acídia. Acídia é a preguiça de busca espiritual. Quando a pessoa fica acomodada e passa a deixar que os outros tomem todas as decisões morais e espirituais por elas. É muito fácil de entender porque a Igreja Católica substituiu a Acídia pela Preguiça dentro dos “sete pecados”! trabalhar pode, mas pensar não !!!
A preguiça está ligada diretamente à LUA. Mas você já devia ter desconfiado disso… qual o dia da semana onde sentimos mais as influências destas energias? Moonday.
A virtude cardeal relacionada com a Lua é a HUMILDADE. É necessário lembrar que estamos sempre falando em termos espirituais dentro da alquimia. Em sua origem, a Humildade (Humilitas) está relacionada a “fazer o seu trabalho sem esperar reconhecimento e sem esperar por recompensas”. Humilde não é sinônimo de “coitadinho”, de “idiota”, de “pobrezinho” e outras tolices que vocês foram forçados a engolir por causa da Igreja. Uma pessoa humilde não precisa (nem deve) ser um pateta. “Cordeiro Humilde” nas palavras de Yeshua significa “Aquele que tem as características de Áries e faz o seu trabalho sem esperar reconhecimento”. Bem diferente do coitadinho medíocre que a Igreja espera que você seja.

São Thomas de Aquino determina sete características como filhas da acídia.
Desespero – quando o homem considera que o objetivo visado se tornou impossível de ser alcançado, por quaisquer meios, gerando um abatimento que domina o seu afeto.
Pusilanimidade – covardia, falta de ânimo, falta de coragem para encarar um trabalho árduo e que requer deliberação.
Divagação da mente – é quando um homem abandona as questões espirituais e se instala nos prazeres exteriores, permanecendo com sua mente rondando assuntos do âmbito material.
Torpor – estado de abandono onde a pessoa ignora a própria consciência.
Rancor – ressentimento contra aqueles que querem nos conduzir a caminhos mais elevados, o que acaba gerando uma agressividade. Está relacionado à Ira. Posso ver muito de rancor em relação aos textos ateístas e outros textos religiosos mais fanáticos..
Malícia – desprezo pelos próprios bens espirituais, resultando em uma opção deliberada pelo mal. Está ligada diretamente ao materialismo e á Luxúria. Hoje em dia tornou-se sinônimo de sexualidade explícita.
Preguiça – a falta de vontade ligada aos esforços físicos.

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Hoje é 1 dia do ômer                     19 abr 2011

De manhã apareceu esta dúvida no lance da Sefirat:  

"Marcelo, você tem algum material bom sobre os efeitos do tabagismo no organismo, mas não no sentido fisiológico, quais as consequências energéticas do tabagismo? Na internet acho muita coisa dramática, comentando sobre as obsessões e parece quase como os evangélicos do tabagismo.

Queria também saber se dá pra fazer os exercícios mais com a boa vontade do que com conhecimentos anteriores sobre a Kabbalah.

@MDD – Bem… os obsessores de cigarro e álcool são repugnantes mesmo. Se pudéssemos colocar nos maços de cigarro uma foto do sujeito com as coisas gosmentas que ficam grudadas nele enquanto ele fuma, acho que seria mais prático do que algumas daquelas figuras do ministério da saúde. O que ocorre é que, quando você morre, e não tem consciência de nada, fica perdido vagando pelo Umbral. Como não adianta fumar cigarros astrais, a pessoa vai querer se manter presa às coisas que lhe davam prazer no mundo físico (cigarro, bebidas, jogos, sexo, dinheiro, etc) e passa a vampirizar pessoas que estejam nessa faixa de consciência para obter delas esta SENSAÇÂO. Só que, com o tempo, toda a consciência desse egun passa a ficar cada vez mais obsecado (daí o nome obsessor) com aqueles pequenos prazeres, que são o que mantém aquele ser fixo ao Material. Com o tempo, o ser passa a ser um vulto gosmento (imageticamente falando). Já vi casos de eguns que escolhiam marca de cigarros para obsediar os fumantes… kkk

A consequencia energética é a mesma de ter uma Succubus na sua cola. O vampiro vai querer mais e mais cigarros, e o sujeito, se não tiver força de vontade, se torna um escravo do vício (o que falei acima vale para todos os vícios)."

 Quase quase mandei meu pitaco: 

"Tio, e os guerreiros desencarnados, que lutaram pela causa da justiça, do amor, não podem dar um traguinho vez em quando? Imagino os caras lá, talvez ainda travando suas guerras (ex.: Che Guevara)... fôrra, mermão, quero estar com os companheiros, saca?

Digo isso pois sou fumante, tenho um folego bacana (apnéia por 2 min), e nao quero parar. Pode ser que eu esteja apenas arranjando desculpa... De qq maneira, " (ainda bem que não terminei. Se bem que aquela da consagração dos ossos e da lança seria ainda mais... hmm... primorosa heheh)

 

 

Algo para não esquecer: hoje tambem é aniversário do massacre de Waco, Texas. O Sincronismo agindo de maneira fantástica, através do Alex Jones (fagulha preciosíssima: DYNAMIC HUMAN SPIRIT THAT REFUSES TO SUBMIT! HUAH!), David Koresh... Book of Revelations, man! Capítulo 13. Nova Ordem Mundial envenenando o povo (fluoride and midia, manja?)...  o caminho vai ser foda, mas nós temos as armas! Temos esperança, e não é um idealismo (pro inferno com isso?) e sim um sonho, um sonho real aponta a direção, mostra o caminho pra enfrentar a Besta.

Revolution is comming... with true, justice, freedom! Informação, carinhas, vamos procurá-la, guardá-la, afagá-la etc etc mas, acima de tudo, vamos usá-la! (parece uma vocalização interessante ham? veremos depois dos exercicios)

1a. e 2a. semanas do ômer

«Talvez todos os dragões desta vida
Sejam princesas à espera de ver-nos,
Belos e bravos.
Talvez o horror seja apenas,
No mais fundo do seu ser, algo
Que precisa do nosso amor.»
Rainer Maria Rilke"
em 26/04/11

3a. e 4a. semanas do ômer

11/05/11: às 09:27 percebi que "brotaram" 51 rascunhos na caixa de entrada.

"BarraPonto - Noticias para nerds. Coisa que interessa"

Nao consegui colocar o logotipo correto, entao usei este nenenzinho aviador bem fofo

 Slashdot - News for nerds. Stuff that matters.