Operação: mind fuck

OM

                            SEPPUKU

"Há quem diga que não se pode fazer o bem a si próprio sem que outro se prejudique, não se revela uma esplendorosa rosenrot sem antes derramar dos próprios dedos sangue proveniente de seus espinhos, não podemos fazer um omelete sem quebrar alguns ovos. É tudo isso e um pouco mais."

                                                                                                                   "Existimos dentro de nós mesmos, sem necessariamente ter uma consciência própria, uma matriz inabalável, sem deixar de ser aquilo que não gostamos de ser. Com uma palavra, deixo a todos e abandono o espetáculo para que uma vez mais a cortina se feche, desvelando porém uma nova cadeia de eventos com os quais tomará rumo minha própria palavra que aqui deixo para que siga seu caminho solitário e coletivo: 'morte'."


                                                                "Cara, você não pode deixá-los assim na mão. Mas é pior se cair na besteira de ficar na mão deles. É infinitamente prefirível abandoná-los à beira de um colapso de ansiedade, para que possam imaginar e dar continuidade ao seu trabalho, do que ficar o tanto que eles querem e acabar sendo explorado e rejeitado por eles. Saia quando eles querem que fique; não fique até eles quererem que você se vá. E principalmente, volte quando eles acharem que você não voltará. Deixe-os o esquecerem. E só volte quando eles estiverem dispostos a te ouvir."


FASE 1. CONCLUÍDA.



                                                                                        ?



                                                                ?

Create a free website at Webs.com