Juventude Espírita 1

Vera Stefanello

Antecedentes do Cristianismo

Tema:  Antecedentes do Cristianismo

Primeira Aula

Primeiras Organizações Religiosas

Evangelizadora: Soraia Martins

 

Atividade de Integração

Em duplas, frente a frente, em pé. Um jovem diz 1, o outro responde 2 e o primeiro 3, assim sucessivamente. Quando dominarem essa fase passam para a seguinte, toda vez que disserem 1 deverão bater uma palma, continuam até dominarem, es seguida a outra fase , além de baterem palma no 1 , agacha levemente quando diz 2, mais tarde a 3a. fase que é levantar os pés quando disser 3.

Compartilhar:  O que isso tem a ver com o conteúdo de hoje? Todo aprendizado é gradual, vamos passando do mais fácil para o mais difícil intelectualmente e moralmente.

Sugestão para aplicação do conteúdo doutrinário

1o. Momento:

 Exibição do cartaz, anexo 1 e exposição dialogada com base em “o que trabalhamos nessa aula” 

 

2o. Momento:

Apresentação das biografias dos antecessores do cristianismo no Oriente; “O que trabalhamos nessa aula”

 

3 o. Momento:

Dividir a turma em 3 grupos distribuindo a cada um o texto, anexo 2, com as perguntas, anexo 3, para serem lidas e  respondidas.

 

4 o. Momento:

Apresentação das respostas pelos grupos e encerramento dirimindo possíveis dúvidas. Cada grupo deverá responder a duas questões em plenária

Tempo

15´ à  Atividade de integração

05´ à  10. momento

05´ à  20. momento

15´ à  30. momento

15´ à  40. momento

 

Material

 

Anexo 1 - Cartaz

Anexo 2 - Texto evangelizandos

Anexo 3 – Perguntas

Papel e lápis

 

Fonte de Consulta

 

Apostila da FEB – Antecedentes do Cristianismo, III Unidade, col 2 e 3, aula 1-

2o. Ciclo de Juventude

 

O  QUE  TRABALHAMOS  NESSA  AULA

 

Atividade de Integração:

A lei da evolução se processa de maneira progressiva e gradual, isso é: “A natureza não dá saltos”. Não podemos compreender logo em nossa infância idéias mais profundas de matemática, como fórmulas, raízes, etc. É necessário que aprendamos primeiro a somar, dividir, diminuir e multiplicar. Assim é com a humanidade, que estava também em sua infância espiritual, não podendo portanto, compreender  claramente seu destino. Gradualmente, as idéias religiosas foram se desenvolvendo na consciência da humanidade, e contou esse desenvolvimento com a ajuda dos mensageiros de Jesus, que estiveram no seio de vários povos primitivos. Propagaram eles a semente da verdade, do amor e da justiça.

 

Conteúdo   doutrinário

 

     No início, a humanidade existente na Terra se constituía basicamente de duas raças: negra e amarela.

     No seio dessas raças, portanto, nasceram as primeiras religiões da Terra. A partir de uma sociedade melhor organizada, tornam-se marcantes as características das primeira religiões:

POLITEÍSMO – crença na existência de vários deuses

IDOLATRIA  adoração de imagens ou representações de vários deuses.

SACRIFÍCIOS – oferecimento de vidas humanas ou de animais em sinal de louvor aos deuses.

SACERDÓCIOS – atribuição de funções a determinados indivíduos, que seriam então os representantes das divindades, aqueles que cuidavam dos assuntos religiosos e tinham o poder de oferecer sacrifícios à divindade.

   As primeiras manifestações religiosas refletiam basicamente dois aspectos:

1-     Pouco conhecimento a respeito da vida espiritual e de Deus, idéias confusas e vagas acerca dessas verdade.

2-     Marcam o início do desenvolvimento espiritual da humanidade.

O enriquecimento das idéias religiosas dos povos antigos se verificou não só pelo desenvolvimentos intelectual desses, povos, como também através do contato com os povos degredados do sistema de Capela, que se constituíram nos mensageiros das novas idéias , que prepararam o caminho para a culminância de todos os ensinamentos de todos os tempos, através do Divino Mestre, que a tudo ordena e coordena.

 

ANEXO  1

 

Desenho de ÁRVORE  que  reflete a evolução do  pensamento religioso, na apostila citada. Esquema abaixo.

 

ANEXO  2

 

-AS IDÉIAS RELIGIOSAS NO ORIENTE-

“A verdade é que todos os livros e tradições religiosas da antiguidade guardam, entre si, a mais estreita unidade substancial. As revelações evolucionam numa esfera gradativa de conhecimento. Todas se referem ao Deus impersonificável, que é a essência da vida de todo o Universo, e no tradicionalismo de todas palpita a visão sublimada do Cristo, esperando em todos os pontos do globo. (...)” (4)

٭٭٭

“Para fundamentar devidamente a nossa opinião relativa à estagnação do espírito chinês, examinemos ainda as suas interessantes e elevadas concepções religiosas.

De um modo geral, é o culto dos antepassados o princípio da sua fé. Esse culto, cotidiano e perseverante, é a base da crença na imortalidade, porquanto de suas manifestações ressaltam as provas diárias da sobrevivência. As relações com o plano invisível constituem um fenômeno comum, associado à existência do indivíduo mais obscuro. A idéia da necessidade de aperfeiçoamento espiritual é latente em todos os corações, mas o desvio inerente à compreensão do Nirvana é aí, como em numerosas correntes do budismo, um obstáculo ao progresso geral.

O Nirvana, examinado em suas expressões mais profundas, deve ser considerado como a união permanente da alma com Deus, finalidade de todos os caminhos evolutivos; nunca, porém, como sinônimo de imperturbável quietude ou beatífica realização do não ser. A vida é a harmonia dos movimentos, resultante das trocas incessantes no seio da natureza visível e invisível. Sua manutenção depende da atividade de todos os mundos e de todos os seres. Cada individualidade, na prova, como na redenção, como na glória divina, tem uma função definida de trabalho e elevação dos seus próprios valores. Os que aprenderam os bens da vida e quantos os ensinam com amor, multiplicam na Terra e nos Céus os dons infinitos de Deus.” (1)

“Até à palavra simples e pura do Cristo, a Humanidade terrestre viveu etapas gradativas de conhecimento e de possibilidades, na senda das revelações espirituais.

Os milênios, com as suas experiências consecutivas e dolorosas, preparam os caminhos d´Aquele que vinha, não somente com a sua palavra, mas, principalmente, com a sua exemplificação salvadora. Cada emissário trouxe uma das modalidades da grande lição de que foi teatro a região humilde da Galiléia.

É por esse motivo que numerosas coletividades asiáticas não conhecem a lição direta do Mestre, mas sabem do conteúdo da sua palavra, em virtude das próprias revelações do seu ambiente, e, se a Boa Nova não se dilatou no curso dos tempos, pelas estradas dos povos, é que os pretensos missionários do Cristo, nos séculos posteriores aos seus ensinos, não souberam cultivar a flor da vida e da verdade, do amor e da esperança, que os seus exemplos haviam implantado no mundo: - abafando-a nos templos de uma falsa religiosidade, ou encarcerando-a no silêncio dos claustros, a planta maravilhosa do Evangelho foi sacrificada no seu desenvolvimento e contrariada nos seus mais lídimos objetivos. (2)

٭٭٭

AS PRIMEIRAS ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS

 

“As primeiras organizações religiosas da Terra tiveram, naturalmente, sua origem entre os povos primitivos do Oriente, aos quais enviava Jesus, periodicamente, os seus mensageiros e missionários.

Dada a ausência da escrita, naquelas épocas longínquas, todas as tradições se transmitiam de geração a geração através do mecanismo das palavras. Todavia, com a cooperação dos degredados do sistema da Capela, os rudimentos das artes gráficas receberam os primeiros impulsos, começando a florescer uma nova era de conhecimento espiritual, no campo das concepções religiosas.

Os Vedas, que contam mais de seis mil anos, já falam da sabedoria dos “Sastras”, ou grandes mestres das ciências hindus, que os antecederam de mais ou menos dois milênios, nas margens dos rios sagrados da Índia. Vê-se, pois, que a idéia religiosa nasceu com a própria Humanidade, constituindo o alicerce de todos os seus esforços e realizações no plano terráqueo.” (3)

 

 

٭٭٭

1.- XAVIER, Francisco Cândido. A China Milenária. In:._. A Caminho da Luz. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 23. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1998,

2.- As Grandes Religiões do Passado. In.:_. A Caminho da Luz. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 23. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1998, p. 85-86.

3.- p. 81-82.

4.- p. 84.

 

ANEXO  3

 

QUESTÕES

 

01 – Por que a humanidade não teve logo no seu início idéia clara sobre Deus e a vida espiritual?

02 – Como se desenvolveram as idéias religiosas no seio dos povos antigos? 

03 – Indique, na época, dois mensageiros de Jesus e cite alguns dos seus ensinamentos:

04 – Relacione os ensinamentos abaixo, dados por Confúcio e Lao-Tsé, aos de Jesus:

Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam”.

Confúcio

 

“Retribui inimizade com benefícios”.

Lao-Tsé

 

05 – As primeiras organizações religiosas da Terra tiveram sua origem entre os povos primitivos do Oriente. Explique por quê:

 

 

Esquema sugerido para a “árvore”:

 

1400        -      João  Huss

 

600          -      Maomé

 

 

Paulo     -

*****         -   JESUS     *****

 

 

150   AC  -      Essênios

 

400   AC  -  Sócrates – Grécia

 

478   AC  -  Buda  -  Tibet

 

500   AC  -    Confúcio  -  China

 

600   AC  -   Pitágoras

 

604   AC  -    Lao – Tsé  -   China

 

1500  AC -   Moisés

 

3468 AC  -  Fo-Hi    -    China

4000 AC   - Adão

6000  AC -  Hindus -  Livro dos Vedas   /    Egípcios – Livro dos  Mortos

 

 

 

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Segunda Aula

 

Tema: Antecedentes do Cristianismo - Continuação

 

Transição pela qual a Terra está passando

 

 

Atividade de Integração

 

“Batata quente”. Sentados em círculo é colocada uma música e uma bola é passada de mão em mão, quando parar, quem estiver segurando o objeto (bola ou outro qualquer) deverá levantar-se ir até o quadro onde estará afixado o cartaz da aula anterior e dizer algo que se lembre do conteúdo passado. Anexo 1.

* Essa é uma forma de retomar o assunto uma vez que o tempo na aula anterior não foi suficiente.

 

Sugestão para aplicação do conteúdo doutrinário

 

1o. Momento:

 A atividade de integração é o 1o. momento desta aula.

2o. Momento:

Dividir a turma em 4 grupos, distribuindo a cada um determinado texto:
A à Revista Espírita Allan Kardec , abril 1868. pág. 171 a 173
B à Revista Espírita Allan Kardec , novembro 1868. pág. 448  e 449

C à O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XX, item 5

D à A Gênese, Cap. XVII, itens 63, 67 – cap. XVIII, itens 1, 2 e 5

E à A Caminho da Luz – cap. III- pág. 33 a36

3 o. Momento:

Abrir em plenária para apresentação dos grupos. Sobre o que falam os textos? Qual a relação deles com os dias que vivemos hoje? Qual a visão de nós espíritas sobre o “fim do mundo”? E o “juízo final”? O que quer dizer “são chegados os tempos?”

4 o. Momento:

Fazer as conclusões, esclarecendo que vivemos hoje esse período de transição, onde os espíritos renitentes no mau serão exilados a outros orbes planetários.

5 o. Momento:

Ler e posteriormente distribuir o texto do anexo 2.

 

Tempo

10´ à  10. momento

15´ à  20. momento

20´ à  30. momento

10´ à  40. momento

05´ à  50. momento

 

Material

 

-Bola ou outro objeto adequado

-Aparelho de som, CD

-Cartaz da aula anterior

-Anexo 1 e 2

-Obras relacionadas, papel e lápis

 

Fonte de Consulta

 

Revista Espírita Allan Kardec , abril 1868. pág. 171 a 173
Revista Espírita Allan Kardec , novembro 1868. pág. 448  e 449

O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XX, item 5

A Gênese, Cap. XVII, itens 63, 67 – cap. XVIII, itens 1, 2 e 5

A Caminho da Luz – cap. III- pág. 33 a36

 

O  QUE  TRABALHAMOS  NESSA  AULA

 

Atividade de Integração:

Rememorando a aula anterior e introduzindo o conteúdo dessa aula de hoje de maneira lúdica.

 

Conteúdo   Doutrinário

Ora, quando o Filho do homem vier em sua majestade, acompanhado de todos os anjos, assentar-se-á no trono de sua glória; - e, reunidas à sua frente todas as nações, ele separará uns dos outros, como um pastor separa dos bodes as ovelhas, e colocará à sua direita as ovelhas e à sua esquerda os bodes. - Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, etc. (São Mateus, cap. XXV, vv. 31 a 46. - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XV.)

63. - Tendo que reinar na Terra o bem, necessário é sejam dela excluídos os Espíritos endurecidos no mal e que possam acarretar-lhe perturbações. Deus permitiu que eles aí permanecessem o tempo de que precisavam para se melhorarem; mas, chegado o momento em que, pelo progresso moral de seus habitantes, o globo terráqueo tem de ascender na hierarquia dos mundos, interdito será ele, como morada, a encarnados e desencarnados que não hajam aproveitado os ensinamentos que uns e outros se achavam em condições de aí receber. Serão exilados para mundos inferiores, como o foram outrora para a Terra os da raça adâmica, vindo substituí-los Espíritos melhores. Essa separação, a que Jesus presidirá, é que se acha figurada por estas palavras sobre o juízo final: «Os bons passarão à minha direita e os maus à minha esquerda.» (Cap. XI, nos 31 e seguintes.)

64. - A doutrina de um juízo final, único e universal, pondo fim para sempre à Humanidade, repugna à razão, por implicar a inatividade de Deus, durante a eternidade que precedeu à criação da Terra e durante a eternidade que se seguirá à sua destruição. Que utilidade teriam então o Sol, a Lua e as estrelas que, segundo a Gênese, foram feitos para iluminar o mundo? Causa espanto que tão imensa obra se haja produzido para tão pouco tempo e a beneficio de seres votados de antemão, em sua maioria, aos suplícios eternos.

65. - Materialmente, a idéia de um julgamento único seria, até certo ponto, admissível para os que não procuram a razão das coisas, quando se cria que a Humanidade toda se achava concentrada na Terra e que para seus habitantes fora feito tudo o que o Universo contém. É, porém, inadmissível, desde que se sabe que há milhares de milhares de mundos semelhantes, que perpetuam as Humanidades pela eternidade em fora e entre os quais a Terra é dos menos consideráveis, simples ponto imperceptível.

Vê-se, só por este fato, que Jesus tinha razão de declarar a seus discípulos: «Há muitas coisas que não vos posso dizer, porque não as compreenderíeis», dado que o progresso das ciências era indispensável para uma interpretação legítima de algumas de suas palavras. Certamente, os apóstolos, S. Paulo e os primeiros discípulos teriam estabelecido de modo muito diverso alguns dogmas se tivessem os conhecimentos astronômicos, geológicos, físicos, químicos, fisiológicos e psicológicos que hoje possuímos. Daí vem o ter Jesus adiado a completação de seus ensinos e anunciado que todas as coisas haviam de ser restabelecidas.

66. - Moralmente, um juízo definitivo e sem apelação não se concilia com a bondade infinita do Criador, que Jesus nos apresenta de contínuo como um bom Pai, que deixa sempre aberta uma senda para o arrependimento e que está pronto sempre a estender os braços ao filho pródigo. Se Jesus entendesse o juízo naquele sentido, desmentiria suas próprias palavras.

Ao demais, se o juízo final houvesse de apanhar de improviso os homens, em meio de seus trabalhos ordinários, e grávidas as mulheres, caberia perguntar-se com que fim Deus, que não faz coisa alguma inútil ou injusta, faria nascessem crianças e criaria almas novas naquele momento supremo, no termo fatal da Humanidade. Seria para submetê-las a julgamento logo ao saírem do ventre materno, antes de terem consciência de si mesmas, quando, a outros, milhares de anos foram concedidos para se inteirarem do que respeita à própria individualidade? Para que lado, direito ou esquerdo, iriam essas almas, que ainda não são nem boas nem más e para as quais, no entanto, todos os caminhos de ulterior progresso se encontrariam desde então fechados, visto que a Humanidade não mais existiria? (Cap. II, nº 19.)

Conservem-nas os que se contentam com semelhantes crenças; estão no seu direito e ninguém nada tem que dizer a isso; mas, não achem mau que nem toda gente partilhe delas.

67. - O juízo, pelo processo da emigração, conforme ficou explicado acima (nº 63), é racional; funda-se na mais rigorosa justiça, visto que conserva para o Espírito, eternamente, o seu livre-arbítrio; não constitui privilégio para ninguém; a todas as suas criaturas, sem exceção alguma, concede Deus igual liberdade de ação para progredirem; o próprio aniquilamento de um mundo, acarretando a destruição do corpo, nenhuma interrupção ocasionará à marcha progressiva do Espírito. Tais as conseqüências da pluralidade dos mundos e da pluralidade das existências.

Segundo essa interpretação, não é exata a qualificação de juízo final, pois que os Espíritos passam por análogas fieiras a cada renovação dos mundos por eles habitados, até que atinjam certo grau de perfeição. Não há, portanto, juízo final propriamente dito, mas juízos gerais em todas as épocas de renovação parcial ou total da população dos mundos, por efeito das quais se operam as grandes emigrações e imigrações de Espíritos.

ANEXO  1

01 – Por que a humanidade não teve logo no seu início idéia clara sobre Deus e a vida espiritual?

A lei da evolução se processa de maneira progressiva e gradual, istp é: “A natureza não dá saltos”. Não podemos compreender logo em nossa infância idéias mais profundas. A humanidade também estava em sua infância espiritual, não podendo portanto, compreender claramente seu destino

 

02 – Como se desenvolveram as idéias religiosas no seio dos povos antigos?

Gradualmente, as idéias religiosas foram se desenvolvendo na consciência  da humanidade, e contou esse desenvolvimento com a ajuda dos mensageiros de Jesus, que estiveram no seio de vários povos primitivos. Propagaram eles a semente da verdade, do amor e da justiça.

 

03 – Indique, na época, dois mensageiros de Jesus e cite alguns dos seus ensinamentos:

Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam”.      Confúcio

“Retribui inimizade com benefícios”.                  Lao-Tsé

 

04 – Relacione os ensinamentos abaixo, dados por Confúcio e Lao-Tsé, aos de Jesus:

Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam”.

Confúcio

“Portanto, tudo o que quiserdes que os homens vos façam, fazei-o assim também vós a eles, porque esta é a Lei e os profetas.” Jesus  (Mateus, 7:12)

 

“Retribui inimizade com benefícios”.Lao-Tsé

 

 

“Amai os vossos inimigos, fazei o bem a quem vos odeiam e orai pelos que vos perseguem””  - Jesus (Mateus, 5: 43 a 47)

 

05 – As primeiras organizações religiosas da Terra tiveram sua origem entre os povos primitivos do Oriente. Explique por quê:

Primeiro porque eram as raças mais antigas (amarela e negra). Os chineses cultuavam os antepassados, base da crença na imortalidade, relação com o plano invisível, idéia da necessidade do aperfeiçoamento espiritual. Era mais fácil começar por aí.

 

ANEXO  2

"Só de sacanagem" 

-  Elisa Lucinda


"Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova? Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

 Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", " Esse apontador não é seu, minha filhinha".

Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.

Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

 Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.

Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau. Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? IMORTAL! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!"

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Tema:  Antecedentes do Cristianismo, continuação:

Os  degredados  de  Capela

Atividade de Integração

Separar 4 ou 5 jovens dos demais, entregando-lhes um balão branco para que,  em círculo, lance-os para o alto sem deixa-los cair. Os demais jovens, 15 a 20, receberão balões vermelhos (ou outra cor qualquer que não a branca), com recortes dobrados de papel em seu interior com os dizeres; Arianos, Egípcios, Hebreus, e Hindus, eles também deverão lançar os balões para o alto sem deixá-los cair em um círculo maior, externo aos jovens com os balões brancos.  Depois de certo tempo os balões vermelhos devem também ser lançados para o circulo interno de maneira que esses poucos jovens de dentro continuem sem deixá-los cair. Mais um tempo e o evangelizador mune os jovens de fora com mais e mais balões vermelhos (sem recortes no interior)  que continuam a ser lançados para o circulo interno. 

Compartilhar:  O que isso tem a ver com o conteúdo de hoje?  Assim também vivemos os dias de hoje, o círculo interno representa as pessoas de bem que buscam dar conta de seus deveres e obrigações enquanto são obstaculizadas por outras que buscam dificultar o progresso.  Eis a necessidade de proceder-se no momento a separação do joio e do trigo.

Sugestão para aplicação do conteúdo doutrinário

1o. Momento:

 Os balões utilizados na atividade de integração serão estourados e de acordo com o papel em seu interior  formar-se-ão 4 grupos , os jovens com balões brancos devem integrar-se um em cada grupo.

2o. Momento:

Cada grupo receberá um dos textos do anexo 1, para ser lido , interpretado e elaboração de uma  apresentação aos demais.

3 o. Momento:

Apresentação dos grupos sobre o conteúdo estudado, com auxílio da projeção de uma transparência indicando os continentes à época do degredo. Anexo 2

4 o. Momento:

Conclusões finais , dirimindo quaisquer dúvidas sobre o assunto.

Tempo

15´ à  Atividade de integração

05´ à  10. momento

25´ à  20. momento

15´ à  30. momento

05´ à  40. momento

 

Material

 

Balões de duas cores diferentes

Recortes de papel: Arianos, Egípcios, Hebreus, e Hindus

Anexo 1 – obra A Caminho da Luz

Anexo 2 – transparência 

Lápis e papel para anotações

 

Fonte de Consulta

 

Apostila da FEB – Antecedentes do Cristianismo, III Unidade, col 2 e 3, aula 1- 2o. Ciclo de Juventude

A Caminho da Luz – Emmanuel/Chico Xavier

Atlas

 

O  QUE  TRABALHAMOS  NESSA  AULA

 

Atividade de Integração:

 

Enquanto as penosas transições do século XX se anunciam ao tinido sinistro das armas, as forças espirituais se reúnem para as grandes reconstruções do porvir.

        Aproxima-se o momento em que se efetuará a aferição de todos os valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo, e natural é que recordemos o ascendente místico de todas as civilizações que surgiram e desapareceram, evocando os grandes períodos evolutivos da Humanidade, com as suas misérias e com os seus esplendores, para afirmar as realidades espirituais acima de todos os fenômenos transitórios da matéria.

        Esse esforço de síntese será o da reclamando a sua posição em face da ciência dos  homens, e ante as religiões da separatividade, como a bússola da verdadeira sabedoria.

 

Conteúdo   doutrinário

 

CREPÚSCULO DE UMA CIVILIZAÇÃO

 

        Uma nuvem de fumo vem-se formando, há muito tempo, nos horizontes da Terra cheia de indústrias de morte e destruição. Todos os países são convocados a conferirem os valores da maturação espiritual da Humanidade, verificada no orbe há dois milênios. O progresso científico dos povos e as suas mais nobres e generosas conquistas são reclamados pelo banquete do morticínio e da ambição, e, enquanto a política do mundo se sente manietada ante os dolorosos fenômenos do século, registram-se nos espaços novas atividades de trabalho, porque a direção da Terra está nas mãos misericordiosas e augustas do Cordeiro.

 

* VIDE SUBSÍDIO PARA O EVANGELIZADOR

 

ANEXO  1

Ao evangelizador cabe providenciar 4 volumes da obra “A Caminho da Luz” Emmanuel/Chico Xavier , entregando um a cada grupo, para que sejam trabalhados os capítulos:

Grupo  1 à  capítulo IV      _   A Civilização Egípcia

Grupo  2 à  capítulo V       _   A  Índia 

Grupo  3 à  capítulo VI      _   A Família Indo-européia

Grupo  4 à  capítulo VII     _   O Povo de Israel

 

ANEXO  2

 

Mapa da Pangéia

 

 

 

Subsídios para o Evangelizador:

 

 

 

Civilização

Localização

Características

Livros

Crenças

Egípcia

Egípcios

África

Egito

·    Mais se destacavam na prática no bem e no culto da verdade;

·    Menos débito perante o tribunal Divino;

·    Conheciam o roteiro futuro da humanidade terrestre.

Livro dos motos

·      Culto da morte

·      Doutrina secreta

·      Politeísmo è povo

·      Monoteísmo è iniciados

·      Pluralidade das existências

·      Pluralidade dos mundos

·      Perispírito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Líder

Fragilidade

Sacerdotes

Orgulho

 

Não confraternizavam com os aborígines

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Índia

 

Hindus mais antigos

Índia margem do Ganges

·     Mais antiga

·     s a se organizar, berço da filosofia e da religião na Terra;

·     Era na Índia que se reuniam os arianos puros

·     Origem das línguas das raças brancas

·     Ficaram na margem do Ganges os elementos mais resignados e crentes;

·     Esperança e tolerância

Vedas

 

Upanishads

·        Mistérios iniciáticos

·        Reencarnação

·        Deus único

·        Anjos guardiões

·        Lei de causa e efeito “carma”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Krishna

Budha

Viasa

 

Mahatmas

Iogues

Gandhi

 

Orgulho e Vaidade

Sistema de castas;

Parías e Rajás

 

Dessa região partiram todos os elementos irresignados com a situação do degredo “arianos”

 

Aborígines è párias

Filhos legítimos è árias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Árias

 

Indo-européia

Migraram da índia, Pérsia, Irã para a Europa dando origem:

Celtas, gregos, eslavos e germanos

Indo-europeus è deram origem aos romanos e latinos

Lançaram o marco da civilização européia

·        Confraternizaram com os selvagens;

·        Primeiras noções políticas

·        Amor ao pensamento e à ciência

Sem religião

·      Celtas è Natureza

·      Germanos è fogo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Revelações espirituais nos bosques celtas

 

Mestres gregos

Mais revoltados, insubmissos.

Pouco afeitos à religiosidade, porque impunha disciplina, resignação e humildade.

Senso de propriedadeè separatividade ciúme, ambição, egoísmo e guerras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Israel

 

Hebreus

Tribos nômades

 

Reinos de Israel e Judá na Palestina

Raça mais forte e mais homogênea

Pouco acessível à comunhão perfeita com as demais raças do orbe

Fé soberana e imorredoura

Inadaptados e revoltados

O mais crente

O mais necessitado

O Decálogo

Pentateuco

Os 5 primeiros livros do VT Gênese, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio

 

TORÁ

·      Ciência secreta dos hebreus iniciados

 

 

·     Deus único

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moisés

Orgulho

 

Vaidade

 

Exclusivismo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Tema: Antecedentes do Cristianismo 

Continuação: Os  degredados de  Capela

 

Atividade de Integração

 

Separar  a turma em quatro , distribuindo a cada grupo um pedaço de papel craft ou 4 folhas de jornal emendadas, ou tecido do tamanho de meio lençol de solteiro, enfim, que caiba o grupo sobre ele . Solicitar que cada qual fique sobre seu papel alinhando os grupos em uma linha de partida. Caberá aos grupos sair desse local , percorrer determinado espaço, uns 4 metros aproximadamente, todos juntos, sem sair do papel, nem rasga-lo.  Até a linha de chegada. NÃO é uma competição para ver quem chega primeiro. O importante é que cheguem ao final . Cada um em seu ritmo.

Compartilhar:  O que isso tem a ver com o conteúdo de hoje? Os 4 grupos representam as 4 grandes raças do degredo, e seus esforços de cumprirem o papel que lhes cabia nessa Terra juntos .

 

Sugestão para aplicação do conteúdo doutrinário

 

 

1o. Momento:

Formação dos grupos que trabalharam juntos na aula anterior. Recapitulação do conteúdo, redistribuindo as anotações recolhidas, bem como a obra “A Caminho da Luz” para que organizem a apresentação que não foi possível na aula passada.

2o. Momento:

Apresentação dos grupos, atentando que esta seja da maneira mais rica possível, pois é através dela que os grupos farão a fase seguinte.

 3 o. Momento:

Distribuir um “kit” a cada um dos grupos contendo xérox  do anexo 1 e recortes do anexo 2 para que os grupos montem a tabela

  4 o. Momento:

Conferência do resultado e finalização dirimindo possíveis dúvidas.

 

 

Tempo

 

15´ à  Atividade de integração

10´ à  10. momento

20´ à  20. momento

10´ à  30. momento

05´ à  40. momento

 

 

Material

 

4 folhas grandes ou tecido

Anexo 1- tabela em branco, 4 cópias

Anexo 2 - recortes

Papel e lápis para anotações

4 exemplares da obra citada

 

Fonte de Consulta

 

A Caminho da Luz   -  Emmanuel/Chico Xavier

 

 

O  QUE  TRABALHAMOS  NESSA  AULA

 

Atividade de Integração:

 

Conteúdo   doutrinário

 

ANEXO  1

Subsidio Antecedentes do Cristianismo

 

 

ANEXO  2

Subsidio Antecedentes do Cristianismo

 

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Tema: Os degredados de Capela – conclusão

 

Atividade de Integração

 

Conclusão da aula anterior à  Montagem do kit sobre as 4 raças que não foi possível na aula anterior.

 

Sugestão para aplicação do conteúdo doutrinário

 

1o. Momento:

Aplicar a clássica brincadeira das cadeiras como é normalmente conhecida. Cadeiras em círculo, correndo em torno, quando a música para quem  não consegue sentar-se sai até restar apenas um que receberá aplausos do grupo .

2o. Momento:

Aplicar a mesma brincadeira, mas de maneira um pouco diversa. Ninguém sai, apenas as cadeiras vão sendo retiradas, de maneira que os jovens devem ir se “amontoando” sobre elas. Até restar 3 ou 4 cadeiras,  dependendo do tamanho do grupo e todos os jovens sobre elas.

3 o. Momento:

 Compartilhar: como foi a 1ª. etapa em relação a 2ª. ? Onde me senti melhor? Mais acolhido? Onde o grupo foi mais amigo e fraterno? Vencer em grupo não é melhor que vencer separado? Isso é fraternidade.

 

 

Tempo

 

15´ à  Complementação da aula anterior

15´ à  10. momento

15´ à  20. momento

15´ à  30. momento

 

Material

 

Kits, cola e tesoura (aula anterior)

Cadeiras suficientes

Aparelho de som

Músicas animadas

 

Fonte de Consulta

 

Jogos  Cooperativos, teoria e prática. 

Guilhermo Brown

 

 

O  QUE  TRABALHAMOS  NESSA  AULA

 

Atividade de Integração:

Atividade relacionada ao conteúdo da aula anterior.

Conteúdo   doutrinário

Nos sentimos melhor, mais vencedores, fraternos e solidário quando vencemos juntos, a dinâmica demonstra isso. A política do ganha-ganha é melhor que do perde-ganha.