Homens de Bem

Elite da Sociedade

Por que Homens de Bem?

O cidadão considerado "Homem de Bem" da sociedade atual é aquele esquerdista, pacifista, cumpre seus deveres e não faz valer os seus direitos. Ele não protesta, não questiona, não faz seleção do que lhe é imposto. Assimila tudo que a mídia, seus governantes e autoridades inoculam em mentes. Não há autonomia alguma, sua vida é completamente controlada pelos meios de comunicação em massa. É explorado e tratado com desdém pelas autoridades e governantes que elegem.

Não há como concordar com isto. A passividade só é relevante quando as coisas vão bem. O Brasil vai bem? Com certeza não. A passividade e o comodismo do brasileiro, transformaram o país em uma sociedade de pacifistas inertes, rindo das próprias lamúrias. O político rouba, o bandido mata, as pessoas passam privações de necessidades, as minorias inoculam suas vontades e o povo continua com o seu "jeitinho brasileiro" de contornar as coisas resignadamente.

    "...a prudência política, considerava como não aconselhável melhorar as condições sociais e culturais das grandes massas, pois, ao contrário, corria-se o perigo de que essas, tendo seus desejos satisfeitos, não mais poderiam ser eternamente utilizadas como tropas de combate facilmente manejáveis."

A Solução

A proposta é esta mudar o modelo de cidadão exemplar: não mais inerte, alienado, inferiorizado; mas batalhador, consciente, esclarecido, com auto-estima e fé em si mesmo (não em instituições religiosas e outras autoridades exploratórias).

O novo Homem de Bem que estipulamos é aquele que não tem medo de comungar suas idéias por mais polêmicas que sejam. Se for preciso que ele sacrifique a própria liberdade para ser ouvido, que assim seja. A passividade é sinônimo de omissão, não traz mudanças, não traz melhorias. Se nós não lutarmos por nossos direitos e ideais, quem lutará? Se nos calarmos, vamos ficar cada vez mais à mercê de pequenos grupos de interesses políticos e midiáticos, que irão nos sacrificando em prol de seus interesses mesquinhos.

    "...a nacionalização de um povo deve começar pela criação de condições sociais sadias como fundamento de uma possibilidade de educação do indivíduo. Somente quem, pela educação e pela escola, aprende a conhecer as grandes alturas, econômicas e, sobretudo, políticas da própria Pátria, pode adquirir e adquirirá, certamente, aquele orgulho íntimo de pertencer a um tal povo. Só se pode lutar pelo que se ama, só se pode amar o que se respeita e respeitar o que pelo menos se conhece."

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