"New Dawn – Livro 2 - Dusk"


Olá a todos, hoje temos uma novidade por aqui. A partir de agora, a segunda parte de "New Dawn" vai ter capítulos do ponto de vista da Bella se alternando com capítulos escritos no ponto de vista do Edward. Ou seja, hoje temos Eddie, e, daqui a QUINZE DIAS, teremos novamente Bella e assim por diante.

A idéia é fazer uma contraparte espelhada com as impressões do Edward também, mas estamos com um pequeno problema: o livro estrelado pelo Edward está sem nome. Para resolvermos essa questão, estamos lançando um mini-concurso! Quem quiser participar, pode mandar um e-mail para crimson.mark@gmail.com, dando sua sugestão para o nome do livro do Edward Cullen.

LEMBRANDO APENAS QUE O TÍTULO DEVE SEGUIR O PADRÃO DOS JÁ ADOTADOS. Por exemplo, o nome da nossa fic é New Dawn, que significa "novo amanhecer", o Livro I foi batizado de Sunset (pôr-do-sol), o Livro II, escrito no POV da Bella, se chama Midnight (meia-noite). Assim, precisamos de um título de no máximo duas palavras que siga essa tendência e ao mesmo tempo nos faça uma alusão ao Edward.

O criador do melhor título, além de batizar nossa nova fic, vai ganhar um kit de prêmios contendo: quatro adesivos, 2 marcadores de livro e um exclusivo mini-calendário Twilight, que serão postados por correio.

Só serão aceitas sugestões até o dia 01/05/09.

O resultado será dando no dia 03/05/09, quando o segundo capítulo estrelado pelo Edward for ao ar.

E, para todos os demais leitores do site, teremos alguns brindes para download, também disponibilizados nessa mesma data.

Abraços,
Equipe Crimson Mark

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Notas da autora:Olá, pessoal, como estamos hoje? Eu, por meu lado, estou dando um descanso do Manual de Economia Política (oh, céus...) para poder conversar com vocês. Adoro conversar com os leitores, sempre me divirto em discutir as últimas teorias e quem será minha próxima vítima.

Bem, na verdade, na verdade, estou aqui hoje para fazer um anúncio que, creio eu, deixará vocês, leitores, felizes. Sem mais delongas, vamos direto ao cerne da questão: a partir de hoje, vocês poderão ler o segundo livro de New Dawn – Midnight da perspectiva do Edward.

É isso mesmo que vocês leram acima. Não, isso não significa que não teremos mais Bella como voz principal. Significa apenas que, diante do impacto dos acontecimentos dessa segunda parte e do fato de que a Bella está um tanto incapaz de ter uma referência completa do que está acontecendo ao seu redor, teremos os fatos também do ponto de vista do Edward.

Deixo como sugestão para que vocês escutem ao longo dos capítulos narrados por ele o CD Analog Heart, de David Cook. Afinal de contas, a idéia de escrever esse spin-off da série surgiu justamente porque eu estava ouvindo ele.

Por isso, dedico o capítulo ao Cook e ao meu vizinho, que ligou um pagodão aqui na frente, forçando-me assim a sair correndo atrás dos fones de ouvido, forçando-me a enfiar no som o primeiro disco que consegui alcançar. Sim, era Analog Heart. Não, não estou ganhando nada para fazer a propaganda.

De qualquer forma, obrigada, vizinho!

Quero dedicar esse capítulo também ao meu irmão e seus livros de medicina. Eles ajudaram muito, embora tenham provocado um pouco de enjôo (e é por isso que nunca pensei em seguir carreira na área de saúde...).

Tendo assim coberto os principais tópicos destas notas e sabendo que vocês não vieram aqui para ouvir sobre meu vizinho e seu gosto musical, ou os livros de medicina do meu irmão com suas imagens horripilantes, creio que este seja um bom momento para me despedir e deixar vocês com a história.

Até a próxima!

Lulu/Silver.

Carta a Lou Andréas Salomé

...Tira-me a luz dos olhos: continuarei a ver-te

Tapa-me os ouvidos: continuarei a ouvir-te...
E embora sem pés caminharei para ti...
E já sem boca poderei ainda convocar-te.
Arranca-me os braços: continuarei abraçando-te
com o meu coração como com a mão...
Arranca-me o coração: ficará o cérebro,
E se o cérebro me incendiares também por fim,
Hei-de então levar-te no meu sangue.

(Rainier Maria Rilke; Cartas a um jovem poeta

Tradução: Paulo Rónai)

PRÓLOGO

AO LONGO DAS MUITAS DÉCADAS DA MINHA EXISTÊNCIA eu estive imerso nos pensamentos daqueles que viviam ao meu redor. Assombrado, talvez fosse a palavra mais certa para descrever o constante burburinho dentro de minha mente.

Muitas vezes, desejei intensamente não possuir tal poder. Não importava onde eu estivesse, com quem estivesse, eu nunca podia estar em silêncio, sozinho comigo mesmo.

Pensamentos amorosos, lascivos, perturbadores, assassinos, tediosos... todos sussurraram em meus ouvidos, preenchendo-me com um conhecimento profundo da psique humana; um conhecimento que nem sempre foi bem-vindo.

Irônico assim pensar que a única pessoa que conseguiu me prender a atenção; a única pessoa a quem eu desejaria ardentemente ser capaz de compreender, tivesse a mente completamente fechada para mim. Irônico que a única pessoa que amei fosse também a única que eu não pudesse ler.

Décadas de observação e aprendizado de como a mente humana funciona não me fizeram capaz de entendê-la. E esse foi meu primeiro e absoluto erro.