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!A Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família
A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo. Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano.
Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentre
eles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas conseqüências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas. Compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio.
Então, mediante inaudito esforço, conseguem tais Espíritos observar os a quem eles odiaram na Terra. Ao vê-los, porém, a animosidade se lhes desperta no íntimo; revoltam-se à idéia de perdoar, e, ainda mais, à de abdicarem de si mesmos, sobretudo à de amarem os que lhes destruíram, quiçá, os haveres, a honra, a família. Entretanto, abalado fica o coração desses infelizes. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários. Se predomina a boa resolução, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes dêem forças, no momento mais decisivo da prova.
Por fim após anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na família daquele a quem detestou, e pede aos Espíritos incumbidos de transmitir as ordens superiores permissão para ir preencher na Terra os destinos daquele corpo que acaba de formar-se.
Qual será o seu procedimento na família escolhida? Dependerá da sua maior ou menor persistência nas boas resoluções que tomou. O incessante contacto com seres a quem odiou constitui prova terrível, sob a qual não raro sucumbe, se não tem ainda bastante forte a vontade. Assim, conforme prevaleça ou não a resolução boa, ele será o amigo ou inimigo daqueles entre os quais foi chamado a viver. É como se explicam esses ódios, essas repulsões instintivas que se notam da parte de certas crianças e que parecem injustificáveis. Nada, com efeito, naquela existência há podido provocar semelhante antipatia; para se lhe apreender a causa, necessário se torna volver o olhar ao passado.
Ó espíritas! Compreendei agora o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes. Os vossos cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro.
Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se por culpa vossa ele se conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os Espíritos sofredores, quando de vós dependia que fosse ditoso. Então, vós mesmos, assediados de remorsos, pedireis vos seja concedido reparar a vossa falta; solicitareis, para vós e para ele, outra encarnação em que o cerqueis de melhores cuidados e em que ele, cheio de reconhecimento, vos retribuirá com o seu amor.
Não escorraceis, pois, a criancinha que repele sua mãe, nem a que vos paga com a ingratidão; não foi o acaso que a fez assim e que vo-la deu. Imperfeita intuição do passado se revela, do qual podeis deduzir que um ou outro já odiou muito, ou foi muito ofendido; que um ou outro veio para perdoar ou para expiar. Mães! Abraçai o filho que vos dá desgostos e dizei convosco mesmas: Um de nós dois é culpado.
Fazei-vos merecedoras dos gozos divinos que Deus conjugou à maternidade, ensinando aos vossos filhos que eles estão na Terra para se aperfeiçoar, amar e bendizer. Mas, oh! muitas dentre vós, em vez de eliminar por meio da educação os maus princípios inatos de existências anteriores, entretêm e desenvolvem esses princípios, por uma culposa fraqueza, ou por descuido, e, mais tarde, o vosso coração, ulcerado pela ingratidão dos vossos filhos, será para vós, já nesta vida, um começo de expiação.
A tarefa não é tão difícil quanto vos possa parecer. Não exige o saber do mundo. Podem desempenhá-la assim o ignorante como o sábio, e o Espiritismo lhe facilita o desempenho, dando a conhecer a causa das imperfeições da alma humana.
Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior. A estudá-los devem os pais aplicar-se. @@Todos os males se originam do egoísmo e do orgulho.@@ Espreitem, pois, os pais os menores indícios reveladores do gérmen de tais vícios e cuidem de combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas. Façam como o bom jardineiro, que corta os rebentos defeituosos à medida que os vê apontar na árvore. Se deixarem se desenvolvam o egoísmo e o orgulho, não se espantem de serem mais tarde pagos com a ingratidão. Quando os pais hão feito tudo o que devem pelo adiantamento moral de seus filhos, se não alcançam êxito, não têm de que se inculpar a si mesmos e podem conservar tranqüila a consciência.
À amargura muito natural que então lhes advém da improdutividade de seus esforços, Deus reserva grande e imensa consolação, na certeza de que se trata apenas de um retardamento, que concedido lhes será concluir noutra existência a obra agora começada e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor. (Cap. XIII, nº 19.)
@@Deus não dá prova superior às forças daquele que a pede; só permite as que podem ser cumpridas.@@ Se tal não sucede, não é que falte possibilidade: falta a vontade. Com efeito, quantos há que, em vez de resistirem aos maus pendores, se comprazem neles. A esses ficam reservados o pranto e os gemidos em existências posteriores. Admirai, no entanto, a bondade de Deus, que nunca fecha a porta ao arrependimento. Vem um dia em que ao culpado, cansado de sofrer, com o orgulho afinal abatido, Deus abre os braços para receber o filho pródigo que se lhe lança aos pés. @@As provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando aceitas com o pensamento em Deus.@@ É um momento supremo, no qual, sobretudo, cumpre ao Espírito não falir murmurando, se não quiser perder o fruto de tais provas e ter de recomeçar. Em vez de vos queixardes, agradecei a Deus o ensejo que vos proporciona de vencerdes, a fim de vos deferir o prêmio da vitória. Então, saindo do turbilhão do mundo terrestre, quando entrardes no mundo dos Espíritos, sereis aí aclamados como o soldado que sai triunfante da refrega.
@@De todas as provas, as mais duras são as que afetam o coração.@@ Um, que suporta com coragem a miséria e as privações materiais, sucumbe ao peso das amarguras domésticas, pungido da ingratidão dos seus. Oh! que pungente angústia essa! Mas, em tais circunstâncias, que mais pode, eficazmente, restabelecer a coragem moral, do que o conhecimento das causas do mal e a certeza de que, se bem haja prolongados despedaçamentos d’alma, não há desesperos eternos, porque não é possível seja da vontade de Deus que a sua criatura sofra indefinidamente? Que de mais reconfortante, de mais animador do que a idéia que de cada um dos seus esforços é que depende abreviar o sofrimento, mediante a destruição, em si, das causas do mal? Para isso, porém, preciso se faz que o homem não retenha na Terra o olhar e só veja uma existência; que se eleve, a pairar no infinito do passado e do futuro. Então, a justiça infinita de Deus se vos patenteia, e esperais com paciência, porque explicável se vos torna o que na Terra vos parecia verdadeiras monstruosidades. As feridas que aí se vos abrem, passais a considerá-las simples arranhaduras. Nesse golpe de vista lançado sobre o conjunto, os laços de família se vos apresentam sob seu aspecto real. Já não vedes, a ligar-lhes os membros, apenas os frágeis laços da matéria; vedes, sim, os laços duradouros do Espírito, que se perpetuam e consolidam com o depurarem-se, em vez de se quebrarem por efeito da reencarnação.
Formam famílias os Espíritos que a analogia dos gostos, a identidade do progresso moral e a afeição induzem a reunir-se. Esses mesmos Espíritos, em suas migrações terrenas, se buscam, para se gruparem, como o fazem no espaço, originando-se daí as famílias unidas e homogêneas.
Se, nas suas peregrinações, acontece ficarem temporariamente separados, mais tarde tornam a encontrar-se, venturosos pelos novos progressos que realizaram. Mas, como não lhes cumpre trabalhar apenas para si, permite Deus que Espíritos menos adiantados encarnem entre eles, a fim de receberem conselhos e bons exemplos, a bem de seu progresso. Esses Espíritos se tornam, por vezes, causa de perturbação no meio daqueles outros, o que constitui para estes a prova e a tarefa a desempenhar.
Acolhei-os, portanto, como irmãos; auxiliai-os, e depois, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará por haver salvo alguns náufragos que, a seu turno, poderão salvar outros. – Santo Agostinho. (Paris, 1862.) (''O Evangelho Segundo o Espiritismo'', Cap. 14, item 9)
<br>* @@color(purple):''Voltar ao índice:'' [[EstudosEspiritas]]
!A Parentela Corporal e a Parentela Espiritual
Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.
Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve de provação. Não são os da consangüinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. Podem então atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irmãos consangüíneos podem repelir-se, conforme se observa todos os dias: problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências. (Cap. IV, nº 13)
Há, pois, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, já na existência atual. Foi o que Jesus quis tornar compreensível, dizendo de seus discípulos: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, isto é, minha família pelos laços do Espírito, pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus é meu irmão, minha irmã e minha mãe.
A hostilidade que lhe moviam seus irmãos se acha claramente expressa em a narração de São Marcos, que diz terem eles o propósito de se apoderarem do Mestre, sob o pretexto de que este perdera o espírito. Informado da chegada deles, conhecendo os sentimentos que nutriam a seu respeito, era natural que Jesus dissesse, referindo-se a seus discípulos, do ponto de vista espiritual: “Eis aqui meus verdadeiros irmãos”.
Embora na companhia daqueles estivesse sua mãe, ele generaliza o ensino que de maneira alguma implica haja pretendido declarar que sua mãe segundo o corpo nada lhe era como Espírito, que só indiferença lhe merecia. Provou suficientemente o contrário em várias outras circunstâncias. (Allan Kardec, ''O Evangelho Segundo o Espiritismo'', Cap. 14, item 8)
<br>* @@color(purple):''Voltar ao índice:'' [[Estudos Espíritas|EstudosEspiritas]]
//Freqüentemente, o Espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas os a quem odiara, quiçá o ódio lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele sentiria humilhado em presença daquelas a quem houvesse ofendido.// (Do item 11, no Cap. V, de ''O Evangelho Segundo o Espiritismo''.)
Na comunhão de dois seres para a organização da família, prevalece o compromisso de assistência não só de um para com o outro, mas também para com os filhos que procedem do laço afetivo.
Não possuímos ainda na Terra institutos destinados à preparação da paternidade e da maternidade responsáveis. A evolução e o aprimoramento das ciências psicológicas de hoje, porém, garantir-nos-ão no futuro semelhante evento.
Identifiquemos no lar a escola viva da alma.
O Espírito, quando retorna ao Plano Físico, vê nos pais as primeiras imagens de Deus e da Vida.
Na tépida estrutura do ninho doméstico, germinam-lhe no ser os primeiros pensamentos e as primeiras esperanças. Não lhe será, contudo, tão fácil seguir adiante com os ideais da meninice, de vez que, habitualmente, @@a equipe familiar se aglutina segundo os desastres sentimentais das existências passadas@@, debitando-se-lhe aos componentes os distúrbios da afeição possessiva, a se traduzirem por ternura descontrolada e ódio manifesto ou simpatia e aversão simultâneas.
Pais imaturos, do ponto de vista espiritual, comumente se infantilizam, no tempo exato do trabalho mais grave que lhes compete, no setor educativo, e, ao invés de guiarem os pequeninos com segurança para o êxito em seu novo desenvolvimento no estágio da reencarnação, embaraçam-lhes os problemas, ora tratando as crianças como se fossem adultos ou tratando os filhos adultos como se fossem crianças.
Estabelecido o desequilíbrio, irrompem os conflitos de ciúme e rebeldia, narcisismo e crueldade, que asfixiam as plantas da compreensão e da alegria na gleba caseira, transformando-a em espinheiral magnético de vibrações contraditórias, no qual os enigmas emocionais, trazidos do pretérito, adquirem feição quase insolúvel.
Decorre daí a importância dos conhecimentos alusivos à reencarnação, nas bases da família, com pleno exercício da lei do amor nos recessos do lar, para que o lar não se converta, de bendita escola que é, em pouso neurótico, albergando moléstias mentais dificilmente reversíveis. (Emmanuel/Chico Xavier, ''Vida e Sexo'', Cap.4)
@@* Ver [[Laços de Família]]@@
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''790. É um progresso a civilização ou, como o entendem alguns filósofos, uma decadência da Humanidade?''
“Progresso incompleto. O homem não passa subitamente da infância à madureza.”
''a) — Será racional condenar-se a civilização?''
“Condenai antes os que dela abusam e não a obra de Deus.”
''791. Apurar-se-á algum dia a civilização, de modo a fazer que desapareçam os males que haja produzido?''
“Sim, quando o moral estiver tão desenvolvido quanto a inteligência. O fruto não pode surgir antes da flor.”
''792. Por que não efetua a civilização, imediatamente, todo o bem que poderia produzir?''
“Porque os homens ainda não estão aptos nem dispostos a alcançá-lo.”
''a) — Não será também porque, criando novas necessidades, suscita paixões novas?''
“É, e ainda porque não progridem simultaneamente todas as faculdades do Espírito. Tempo é preciso para tudo. De uma civilização incompleta não podeis esperar frutos perfeitos.” (751-780)
''793. Por que indícios se pode reconhecer uma civilização completa?''
“Reconhecê-la-eis pelo desenvolvimento moral. Credes que estais muito adiantados, porque tendes feito grandes descobertas e obtido maravilhosas invenções; porque vos alojais e vestis melhor do que os selvagens. Todavia, não tereis verdadeiramente o direito de dizer-vos civilizados, senão quando de vossa sociedade houverdes banido os vícios que a desonram e quando viverdes como irmãos, praticando a caridade cristã. Até então, sereis apenas povos esclarecidos, que hão percorrido a primeira fase da civilização.”
A civilização, como todas as coisas, apresenta gradações diversas. Uma civilização incompleta é um estado transitório, que gera males especiais, desconhecidos do homem no estado primitivo. Nem por isso, entretanto, constitui menos um progresso natural, necessário, que traz consigo o remédio para o mal que causa. À medida que a civilização se aperfeiçoa, faz cessar alguns dos males que gerou, males que desaparecerão todos com o progresso moral.
De duas nações que tenham chegado ao ápice da escala social, somente pode considerar-se a mais civilizada, na legítima acepção do termo, aquela onde exista menos egoísmo, menos cobiça e menos orgulho; onde os hábitos sejam mais intelectuais e morais do que materiais; onde a inteligência se puder desenvolver com maior liberdade; onde haja mais bondade, boa-fé, benevolência e generosidade recíprocas; onde menos enraizados se mostrem os preconceitos de casta e de nascimento, por isso que tais preconceitos são incompatíveis com o verdadeiro amor do próximo; onde as leis nenhum privilégio consagrem e sejam as mesmas, assim para o último, como para o primeiro; onde com menos parcialidade se exerça a justiça; onde o fraco encontre sempre amparo contra o forte; onde a vida do homem, suas crenças e opiniões sejam melhormente respeitadas; onde exista menor número de desgraçados; enfim, onde todo homem de boa vontade esteja certo de lhe não faltar o necessário.
''Ler o estudo no formato .doc'' [[Clique aqui|http://www.freewebs.com/estudosespiritas/le/civilizacao.doc]]
!<br>* @@color(purple):''Voltar ao índice:'' [[O Livro dos Espíritos]]
EstudosEspiritas
[[O Livro dos Espíritos]]
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@@Estudo da Semana:@@ [[Civilização|http://www.freewebs.com/estudosespiritas/le/civilizacao.doc]]
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**[[A vida social é a pedra de toque das boas ou más qualidades|VidaSocial]]
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*''Encarnação:''
**[[A encarnação é necessária ao duplo progresso moral e espiritual do Espírito|VidaSocial]]
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**[[A Parentela Corporal e a Parentela Espiritual]]
**[[A Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família]]
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''773. Por que é que, entre os animais, os pais e os filhos deixam de reconhecer-se, desde que estes não mais precisam de cuidados?''
“Os animais vivem vida material e não vida moral. A ternura da mãe pelos filhos tem por princípio o instinto de conservação dos seres que ela deu à luz. Logo que esses seres podem cuidar de si mesmos, está ela com a sua tarefa concluída; nada mais lhe exige a Natureza. Por isso é que os abandona, a fim de se ocupar com os recém-vindos.”
''774. Há pessoas que, do fato de os animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não serem os laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?''
“Diverso do dos animais é o destino do homem. Por que, então, quererem identificá-lo com estes? Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros.
Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos.” (205)
''775. Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?''
“Uma recrudescência do egoísmo.”
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*//Freqüentemente, o Espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas as a quem odiara, quiçá o ódio se lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele se sentiria humilhado em presença daquelas a quem houvesse ofendido.// (Allan Kardec, ''O Evangelho Segundo o Espiritismo'', Cap. 5, item 11)
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Seja bem-vindo à minha biblioteca virtual. Aqui reúno material que utilizo em meus [[estudos espíritas|EstudosEspiritas]]
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!O Livro dos Espíritos
!!Das Leis Morais
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**[[790 a 793 - Civilização|Civilização]]
!O HOMEM NO MUNDO
<br>10. Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração dos que se reúnem sob as vistas do Senhor e imploram a assistência dos bons Espíritos. Purificai, pois, os vossos corações; não consintais que neles demore qualquer pensamento mundano ou fútil. Elevai o vosso espírito àqueles por quem chamais, a fim de que, encontrando em vós as necessárias disposições, possam lançar em profusão a semente que é preciso germine em vossas almas e dê frutos de caridade e justiça.
<br>Não julgueis, todavia, que, exortando-vos incessantemente à prece e à evocação mental, pretendamos vivais uma vida mística, que vos conserve fora das leis da sociedade onde estais condenados a viver. Não; vivei com os homens da vossa época, como devem viver os homens.
<br>Sacrificai às necessidades, mesmo às frivolidades do dia, mas sacrificai com um sentimento de pureza que as possa santificar.
<br>@@Sois chamados a estar em contacto com espíritos de naturezas diferentes, de caracteres opostos: não choqueis a nenhum daqueles com quem estiverdes.@@ Sede joviais, sede ditosos, mas seja a vossa jovialidade a que provém de uma consciência limpa, seja a vossa ventura a do herdeiro do Céu que conta os dias que faltam para entrar na posse da sua herança.
<br>Não consiste a virtude em assumirdes severo e lúgubre aspecto, em repelirdes os prazeres que as vossas condições humanas vos permitem. Basta reporteis todos os atos da vossa vida ao Criador que vo-la deu; basta que, quando começardes ou acabardes uma obra, eleveis o pensamento a esse Criador e lhe peçais, num arroubo d’alma, ou a sua proteção para que obtenhais êxito, ou a sua bênção para ela, se a concluístes. Em tudo o que fizerdes, remontai à Fonte de todas as coisas, para que nenhuma de vossas ações deixe de ser purificada e santificada pela lembrança de Deus.
<br>//A perfeição está toda, como disse o Cristo, na prática da caridade absoluta//; mas, os deveres da caridade alcançam todas as posições sociais, desde o menor até o maior.
<br>Nenhuma caridade teria a praticar o homem que vivesse insulado. @@Unicamente no contacto com os seus semelhantes, nas lutas mais árduas é que ele encontra ensejo de praticá-la.@@ Aquele, pois, que se isola priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de aperfeiçoar-se; não tendo de pensar senão em si, sua vida é a de um egoísta. (Cap. V, no 26.)
<br>Não imagineis, portanto, que, para viverdes em comunicação constante conosco, para viverdes sob as vistas do Senhor, seja preciso vos cilicieis e cubrais de cinzas. Não, não, ainda uma vez vos dizemos. Ditosos sede, segundo as necessidades da Humanidade; mas, que jamais na vossa felicidade entre um pensamento ou um ato que o possa ofender, ou fazer se vele o semblante dos que vos amam e dirigem. Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa. – Um Espírito Protetor. (Bordéus, 1863.) - (Allan Kardec, ''O Evangelho Segundo o Espiritismo'', Cap. 17, item 10)
<br>* @@color(purple):''Voltar ao índice:'' [[EstudosEspiritas]]
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!Que Buscais?
//“E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais?”// — (JOÃO, capítulo 1, versículo 38.)
A vida em si é conjunto divino de experiências.
Cada existência isolada oferece ao homem o proveito de novos conhecimentos. A aquisição de valores religiosos, entretanto, é a mais importante de todas, em virtude de constituir o movimento de iluminação definitiva da alma para Deus.
Os homens, contudo, estendem a esse departamento divino a sua viciação de sentimentos, no jogo inferior dos interesses egoísticos.
Os templos de pedra estão cheios de promessas injustificáveis e de votos absurdos.
Muitos devotos entendem encontrar na Divina Providência uma força subornável, eivada de privilégios e preferências. Outros se socorrem do plano espiritual com o propósito de solucionar problemas mesquinhos.
Esquecem-se de que o Cristo ensinou e exemplificou.
A cruz do Calvário é símbolo vivo.
Quem deseja a liberdade precisa obedecer aos desígnios supremos. Sem a compreensão de Jesus, no campo íntimo, associada aos atos de cada dia, a alma será sempre a prisioneira de inferiores preocupações.
Ninguém olvide a verdade de que o Cristo se encontra no umbral de todos os templos religiosos do mundo, perguntando, com interesse, aos que entram: “Que buscais?”
@@color(purple):(Emmanuel/Chico Xavier. ''Caminho, verdade e vida'', Lição nº 22)@@
@@color(purple):''Minha Biblioteca''@@
!Sociabilidade
“O homem é um animal social”, já o dizia, com acerto, famoso pensador da Antigüidade, querendo com isso significar que ele foi criado para viver, ou melhor, conviver com seus semelhantes.
<br>A sociabilidade é instintiva e obedece a um imperativo categórico da lei do progresso que rege a Humanidade. É que Deus, em Seus sábios desígnios, não nos fez perfeitos, fez-nos perfectíveis; assim, para atingirmos a perfeição a que estamos destinados, todos precisamos uns dos outros, pois não há como desenvolver e burilar nossas faculdades intelectuais e morais senão no convívio social, nessa permuta constante de afeições, conhecimentos e experiências, sem a qual a sorte de nosso espírito seria o embrutecimento e a estiolação.
<br>Sendo o fim supremo da sociedade promover o bem-estar e a felicidade de todos os que a compõem, para que tal seja alcançado há necessidade de que cada um de nós observe
certas regras de procedimento ditadas pela Justiça e pela Moral, abstendo-se de tudo que as possa destruir.
<br>Com efeito, a boa ordem na sociedade depende das virtudes humanas. À medida que nos formos esclarecendo, tomando consciência de nossos deveres para com nós mesmos (amor ao trabalho, senso de responsabilidade, temperança, controle emocional etc.) e para com a comunidade de que somos parte integrante (cortesia, desprendimento, generosidade, honradez, lealdade, tolerância, espírito público etc.), cumprindo-os à risca, menores e menos freqüentes se irão tornando os atritos e conflitos que nos afligem; mais estável será a paz e mais deleitável a harmonia que devem reinar em seu seio.
<br>A par disso, para que a sociedade funcione e possa corresponder à sua finalidade, um outro princípio existe que precisa, também, ser observado: o da autoridade.
<br>No menor tipo de sociedade que se conhece, o lar, por exemplo, se aquele que a deve exercer, o chefe de família, não recebe da parte da mulher e dos filhos o acatamento e a obediência devidos, a anarquia toma conta da casa, com sérios prejuízos para todos os familiares.
<br>Na sociedade civil acontece o mesmo. Se os indivíduos e os grupos não derem correto atendimento às normas traçadas pelo governo (que deles recebeu delegação de poderes para
dirigir os destinos do Estado), antes as infrinjam ou desobedeçam, a desordem não tardará a fazer-se senhora da situação, resultando nulas as medidas propostas no sentido de progresso social.
<br>Um e outro — chefe de família e governo — não devem, porém, exorbitar de suas funções, seja impondo uma sobrecarga de obrigações aos que estejam subordinados à sua jurisdição, seja frustrando-lhes o gozo de seus direitos individuais, porque isso, então, já não seria autoridade, e sim tirania, despotismo.
<br>Estes conceitos, ampliados, são válidos igualmente para a sociedade natural, formada pelo concerto das nações, cujos membros devem respeitar-se e auxiliar-se mutuamente, tudo fazendo pela concórdia entre os povos e a prosperidade universal, porque, interdependentes que são, sempre que alguns componentes do cosmo social entrem em guerra ou se vejam a braços com crises econômicas, todos haveremos, de uma forma ou de outra, de sofrer-lhes as danosas conseqüências.
<br>Uma vez que a vida social é uma necessidade geral, que pensar daqueles que se isolam completamente, fugindo (segundo dizem) ao pernicioso contacto do mundo?
Pela Doutrina Espírita, tal procedimento revela forte dose de egoísmo e só merece reprovação, visto que “não pode agradar a Deus uma vida pela qual o homem se condena a não ser útil a ninguém”.
<br>Já aqueles que se afastam do bulício citadino, buscando no retiro a tranqüilidade reclamada por certa natureza de ocupação, assim os que se recolhem a determinadas instituições fechadas para se dedicarem, amorosamente, ao socorro dos desgraçados, obviamente, embora afastados da convivência social, prestam excelentes serviços à sociedade, adquirindo duplos méritos, porquanto, além da renúncia às satisfações mundanas, têm a seu favor a prática das leis do trabalho e da caridade cristã.(Rodolfo Calligaris, ''As Leis Morais''. 6. ed Rio [de Janeiro]: FEB, 1991. Págs.
107-110.)
<br>* Ver [[Vida de insulamento. Voto de silêncio|VidadeInsulamento]], [[vida social|VidaSocial]], [[O homem no mundo|OhomemnoMundo]]
/***
http://tiddlystyles.com/#theme:TiddlyPedia
***/
/*{{{*/
body{
background: #f9f9f9 url(headbg.jpg) no-repeat top left;
}
#titleLine{
display: block;
background: transparent url(wiki.png) no-repeat 18px -7px;
_background: transparent;
height: 120px;
_height: 135px;
width: 150px;
color: #000;
border: 1px;
padding: 0;
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}
* html #titleLine{
filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src='wiki.png',sizingMethod='scale');
}
#contentWrapper #siteTitle a{
display: inline;
font-weight: bold;
color: #000;
font-size: 13px;
}
#siteSubtitle{
padding: 0;
}
#siteTitle, #mainMenu{
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}
#contentWrapper #sidebar{
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z-index: 25;
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text-decoration: none;
}
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text-decoration: underline;
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.viewer{
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.toolbar{
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/* TiddlyPedia was Created by Clinton Checketts based on the Monobook skin of Wikipedia */
#contentWrapper .toolbar .button:hover{
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.toolbar a.button:hover{
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#displayArea .viewer a,a.button:link,a.button:visited,
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#sidebarOptions .sliderPanel a{
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font-family: sans-serif;
text-align: left;
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#mainMenu .externalLink:hover {
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margin: 0 .5em;
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#sidebarTabs .tabSelected,#sidebarTabs .tabcontents .tabSelected {
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cursor: default;
padding-bottom: 3px;
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}
#sidebarTabs .tabUnselected,#sidebarTabs .tabContents .tabUnselected{
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#contentWrapper #sidebarTabs .tiddlyLink,#contentWrapper #sidebarTabs .button,
#contentWrapper #sidebarTabs a.tiddlyLink:hover,#contentWrapper #sidebarTabs a.button:hover{
background: transparent;
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margin: -1em 0 1em 0;
}
.footer .button:hover,.editorFooter .button:hover{
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color: #000;
}
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background-color: #aaa;
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#popup a{
color: #000;
}
#popup a:hover,#contentWrapper #sidebarTabs #popup a:hover{
background: #666;
color: #fff;
text-decoration: none;
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#displayArea .tiddler a.tiddlyLinkNonExisting{
color: #ba0000;
}
#displayArea .tiddler a.externalLink{
text-decoration: none;
color:#002bb8;
padding-right: 1em;
background: transparent url(external.png) 100% 50% no-repeat;
}
#displayArea .tiddler a.externalLink:hover{
text-decoration: underline;
}
.viewer pre{
background: #e9e9e9;
border: 1px solid #666;
}
.viewer h1, .viewer h2, .viewer h3, .viewer h4, .viewer h5, .viewer h6{
background: transparent;
border-bottom: .2em solid #aaa;
}
#sidebar .sliderPanel{
background: #e9e9e9;
}
#sidebar .sliderPanel input{width: auto;}
.tagged, .tagging, .listTitle{
float: none;
display: inline;
}
.tagged li, .tagging li,
.tagged ul, .tagging ul{
display: inline;
}
/*}}}*/
/***
|Name|TableOfContentsPlugin|
|Source|http://www.TiddlyTools.com/#TableOfContentsPlugin|
|Documentation|http://www.TiddlyTools.com/#TableOfContentsPluginInfo|
|Version|2.4.3|
|Author|Eric Shulman - ELS Design Studios|
|License|http://www.TiddlyTools.com/#LegalStatements <br>and [[Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 License|http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/]]|
|~CoreVersion|2.1|
|Type|plugin|
|Requires||
|Overrides||
|Options|##Configuration|
|Description|replace the standard tabbed contents list with a scrolling listbox|
When there are many tiddlers in a document, the standard 'tabbed list of tiddlers' in the right-hand sidebar can become very long, occupying a lot of page space and requiring a lot scrolling in order to locate and select a tiddler. The TableOfContentsPlugin addresses this problem by replacing the standard tabbed list display with a single listbox/droplist control that uses a very small amount of page space, regardless of the number of tiddlers in the document.
!!!!!Documentation
>see [[TableOfContentsPluginInfo]]
!!!!!Configuration
<<option chkTOCShow>> display table of contents listbox
<<option chkTOCIncludeHidden>> include tiddlers tagged with <<tag excludeLists>> in listbox
listbox shows <<option txtTOCListSize>> lines, sorted by <<option txtTOCSortBy>>
!!!!!Revisions
<<<
2008.04.09 [2.4.3] restored config.options.chkTOCShow and onClickTOCMenu() handler
|please see [[TableOfContentsPluginInfo]] for additional revision details|
2005.06.13 [1.0.0] Initial Release (as adaptation - predates TiddlyWiki plugin architecture!!)
<<<
!!!!!Code
***/
//{{{
version.extensions.tableOfContents = {major: 2, minor: 4, revision: 3, date: new Date(2008,4,9)};
//}}}
// // 1.2.x compatibility
//{{{
if (!window.story) window.story=window;
if (!store.getTiddler) store.getTiddler=function(title){return store.tiddlers[title]}
if (!store.addTiddler) store.addTiddler=function(tiddler){store.tiddlers[tiddler.title]=tiddler}
if (!store.deleteTiddler) store.deleteTiddler=function(title){delete store.tiddlers[title]}
//}}}
//{{{
// define defaults for cookie-based option values
if (config.options.txtTOCSortBy==undefined) config.options.txtTOCSortBy="modified";
if (config.options.txtTOCListSize==undefined) config.options.txtTOCListSize=19;
if (config.options.chkTOCShow==undefined) config.options.chkTOCShow=true;
if (config.options.chkTOCIncludeHidden==undefined) config.options.chkTOCIncludeHidden=false;
// define macro "tableOfContents" to render controls
config.macros.tableOfContents = { label: "contents" };
config.macros.tableOfContents.cmdMax=8; // index of maximum command item
config.macros.tableOfContents.css = '\
.TOC { padding:0.5em 1em 0.5em 1em; }\
.TOC a { padding:0em 0.25em 0em 0.25em; color:inherit; }\
.TOCList { width: 100%; font-size:8pt; margin:0em; }\
';
config.macros.tableOfContents.html = '\
<div style="text-align:right">\
<span style="float:left">\
<a href="JavaScript:;" id="TOCMenu" style="padding: 0em;"\
onclick="onClickTOCMenu(this)" title="show/hide table of contents">%label%</a>\
</span>\
<a href="JavaScript:;" id="TOCSmaller" style="display:inline"\
onclick="resizeTOC(this)" title="reduce list size">–</a>\
<a href="JavaScript:;" id="TOCLarger"style="display:inline"\
onclick="resizeTOC(this)" title="increase list size">+</a>\
<a href="JavaScript:;" id="TOCMaximize"style="display:inline"\
onclick="resizeTOC(this)" title="maximize/restore list size">=</a>\
</div>\
';
config.macros.tableOfContents.handler = function(place,macroName,params) {
var parsedParams = new Array();
parsedParams['label']=this.label;
parsedParams['inline']=false;
while (params.length>0) {
if (params[0]=="label:none") parsedParams['label']="";
else if (params[0].substr(0,6)=="label:") parsedParams['label']=params[0].substr(6);
if (params[0].substr(0,7)=="prompt:") parsedParams['prompt']=params[0].substr(7);
if (params[0].substr(0,8)=="padding:")parsedParams['padding']=params[0].substr(8);
if (params[0].substr(0,7)=="margin:") parsedParams['margin']=params[0].substr(7);
if (params[0].substr(0,5)=="sort:") parsedParams['sortby']=params[0].substr(5);
if (params[0].substr(0,5)=="date:") parsedParams['date']=params[0].substr(5);
if ((params[0]=="size:auto")||(params[0]=="size:0")) parsedParams['autosize']=true;
else if (params[0] && (params[0].substr(0,5)=="size:")) parsedParams['requestedSize']=params[0].substr(5);
if (params[0].substr(0,6)=="width:") parsedParams['width']=params[0].substr(6);
if (params[0]=="hidelist") parsedParams['hidelist']=true;
if (params[0]=="inline") parsedParams['inline']=true;
if (params[0]=="-title") parsedParams['hide_title']=true;
if (params[0]=="-date") parsedParams['hide_date']=true;
if (params[0]=="-author") parsedParams['hide_author']=true;
if (params[0]=="-creator") parsedParams['hide_creator']=true;
if (params[0]=="-tags") parsedParams['hide_tags']=true;
if (params[0]=="-missing") parsedParams['hide_missing']=true;
if (params[0]=="-orphans") parsedParams['hide_orphans']=true;
if (params[0]=="-shadows") parsedParams['hide_shadows']=true;
params.shift();
}
setStylesheet(config.macros.tableOfContents.css,"tableOfContents");
var newTOC=createTiddlyElement(place,parsedParams['inline']?"span":"div",null,"TOC",null)
if (parsedParams['margin']) { newTOC.style.margin=parsedParams['margin']; }
if (parsedParams['padding']) { newTOC.style.padding=parsedParams['padding']; }
if (parsedParams['label']!="") newTOC.innerHTML=config.macros.tableOfContents.html.replace(/%label%/,parsedParams['label']);
var newTOCList=createTOCList(newTOC,parsedParams)
refreshTOCList(newTOCList);
store.addNotification(null,reloadTOCLists); // reload listbox after every tiddler change
}
// IE needs explicit global scoping for functions/vars called from browser events
window.onChangeTOCList=onChangeTOCList;
window.onClickTOCList=onClickTOCList;
window.onDblClickTOCList=onDblClickTOCList;
window.reloadTOCLists=reloadTOCLists;
window.refreshTOCList=refreshTOCList;
window.onClickTOCMenu=onClickTOCMenu;
window.resizeTOC=resizeTOC;
function createTOCList(place,params) {
var list = createTiddlyElement(place,"select",null,"TOCList",params['prompt'])
list.params=params;
list.onchange=onChangeTOCList;
list.onclick=onClickTOCList;
list.ondblclick=onDblClickTOCList;
list.onkeyup=onKeyUpTOCList;
list.style.display=config.options.chkTOCShow ? "block" : "none" ;
list.sortBy=config.options.txtTOCSortBy;
list.dateFormat="DD MMM YYYY";
list.requestedSize=config.options.txtTOCListSize;
list.expandall=false;
list.cmdMax=config.macros.tableOfContents.cmdMax;
if (params['hide_title']) list.cmdMax--;
if (params['hide_date']) list.cmdMax--;
if (params['hide_author']) list.cmdMax--;
if (params['hide_creator']) list.cmdMax--;
if (params['hide_tags']) list.cmdMax--;
if (params['hide_missing']) list.cmdMax--;
if (params['hide_orphans']) list.cmdMax--;
if (params['hide_shadows']) list.cmdMax--;
if (params['sortby']) { list.sortBy=params['sortby']; list.noSortCookie=true; }
if (params['date']) { list.dateFormat=params['date']; }
if (params['autosize']) { list.autosize=true; list.noSizeCookie=true; }
if (params['requestedSize']){ list.requestedSize=params['requestedSize']; list.noSizeCookie=true; }
if (params['width']) { list.style.width=params['width']; }
if (params['hidelist']) { list.style.display ="none" ; list.noShowCookie=true; }
if (params['expandall']) { list.expandall=true; }
return list;
}
function onChangeTOCList() {
var thisTiddler=this.options[this.selectedIndex].value;
if ((this.size==1)&&(thisTiddler!='')&&(this.selectedIndex>this.cmdMax))
story.displayTiddler(null,thisTiddler,1);
refreshTOCList(this);
return false;
}
function onClickTOCList(e) {
if (!e) var e = window.event;
if (this.size==1) return; // don't toggle display for droplist
if (e.shiftKey) { this.expandall=!this.expandall; refreshTOCList(this);}
e.cancelBubble = true; if (e.stopPropagation) e.stopPropagation();
return true;
}
function onDblClickTOCList(e) {
if (!e) var e = window.event;
var thisTiddler=this.options[this.selectedIndex].value;
if ((thisTiddler!='')&&(this.selectedIndex>this.cmdMax))
story.displayTiddler(null,thisTiddler,1);
e.cancelBubble = true; if (e.stopPropagation) e.stopPropagation();
return false;
}
function onKeyUpTOCList(e) {
if (!e) var e = window.event;
if (e.keyCode!=13) return true;
var thisTiddler=this.options[this.selectedIndex].value;
if ((thisTiddler!='')&&(this.selectedIndex>this.cmdMax))
story.displayTiddler(null,thisTiddler,1);
e.cancelBubble = true; if (e.stopPropagation) e.stopPropagation();
return false;
}
function reloadTOCLists() {
var all=document.all? document.all.tags("select") : document.getElementsByTagName("select");
for (var i=0; i<all.length; i++)
if (all[i].className=="TOCList")
{ all[i].selectedIndex=-1; refreshTOCList(all[i]); }
}
function refreshTOCList(list) {
var selectedIndex = list.selectedIndex;
if (selectedIndex==-1) selectedIndex=0;
var sortBy = list.sortBy;
var showHidden = config.options.chkTOCIncludeHidden && !(config.options.chkHttpReadOnly && readOnly);
if (selectedIndex==0) sortBy=list.sortBy; // "nnn tiddlers" heading - use previous sort order
else if (selectedIndex<=list.cmdMax)sortBy=list.value;
else { if (list.options[list.selectedIndex].value=='') expandTOC(list); return; }
list.sortBy = sortBy; // save current sort order
if (!list.noSortCookie) { config.options.txtTOCSortBy=sortBy; saveOptionCookie("txtTOCSortBy"); }
// get the list of tiddlers
var tiddlers = [];
switch (sortBy) {
case "missing": tiddlers=store.getMissingLinks(); break;
case "tags": tiddlers=store.getTags(); break;
case "orphans": tiddlers=store.getOrphans(); break;
case "shadows": for (var t in config.shadowTiddlers) tiddlers.push(t); tiddlers.sort(); break;
default: tiddlers=store.getTiddlers(sortBy=='creator'?'modifier':sortBy,showHidden?'':'excludeLists'); break;
}
// clear current listbox contents
while (list.length > 0) { list.options[0] = null; }
list.saved=null;
// add heading and control items to list
var i=0;
var theHeading=tiddlers.length+' tiddlers:';
if (sortBy=='missing') theHeading=tiddlers.length+' missing tiddlers:';
if (sortBy=='orphans') theHeading=tiddlers.length+' orphaned tiddlers:';
if (sortBy=='tags') theHeading=tiddlers.length+' tags:';
if (sortBy=='shadows') theHeading=tiddlers.length+' shadow tiddlers:';
var indent=String.fromCharCode(160)+String.fromCharCode(160);
var sel=">";
list.options[i++]=new Option(theHeading,'');
function headerOpt(txt,val) { return new Option(((sortBy==val)?sel:indent)+' ['+txt+']',val); }
if (!list.params['hide_title']) list.options[i++]=headerOpt('by title','title');
if (!list.params['hide_date']) list.options[i++]=headerOpt('by date','modified');
if (!list.params['hide_author']) list.options[i++]=headerOpt('by author','modifier');
if (!list.params['hide_creator']) list.options[i++]=headerOpt('by creator','creator');
if (!list.params['hide_tags']) list.options[i++]=headerOpt('by tags','tags');
if (!list.params['hide_missing']) list.options[i++]=headerOpt('missing','missing');
if (!list.params['hide_orphans']) list.options[i++]=headerOpt('orphans','orphans');
if (!list.params['hide_shadows']) list.options[i++]=headerOpt('shadows','shadows');
// output the tiddler list
switch(sortBy) {
case "title":
for (var t = 0; t < tiddlers.length; t++)
list.options[i++] = new Option(tiddlers[t].title,tiddlers[t].title);
break;
case "modified":
case "modifier":
case "creator":
if (sortBy=="modified") tiddlers.reverse(); // show newest first
if (sortBy=="creator") { // sort by custom field with fallback value
tiddlers.sort(function (a,b) {
var v1=a.fields.creator||a.modifier;
var v2=b.fields.creator||b.modifier;
return (v1==v2)?0:(v1>v2?1:-1);
});
}
var lastSection = "";
for (var t = 0; t < tiddlers.length; t++){
var tiddler = tiddlers[t];
var theSection = "";
var m=tiddler.modified;
if (sortBy=="modified") theSection=m.getFullYear()+'.'+(m.getMonth()+1)+'.'+m.getDate();
if (sortBy=="modifier") theSection = tiddler.modifier;
if (sortBy=="creator") theSection=tiddler.fields['creator']||tiddler.modifier;
if (theSection != lastSection) {
lastSection = theSection;
if (sortBy=="modified") theSection = m.formatString(list.dateFormat);
list.options[i++] = new Option('+ '+theSection,"");
}
list.options[i++] = new Option(indent+indent+tiddler.title,tiddler.title);
}
expandTOC(list);
break;
case "tags":
// tagged tiddlers, by tag
var tagcount=0;
var lastTag = null;
for (var t = 0; t < tiddlers.length; t++) { // actually a list of tags, not tiddlers...
var theTag = tiddlers[t][0]; var tid=store.getTiddler(theTag);
if (tid && tid.isTagged('excludeLists')) continue; // skip excluded tags
var temp = store.getTaggedTiddlers(theTag);
var tagged=[]; for (var q=0; q<temp.length; q++) // hide excluded tiddlers
if (!temp[q].isTagged('excludeLists')) tagged.push(temp[q]);
if (tagged.length) { tagcount++;
list.options[i++]=new Option('+ '+theTag+" ("+tagged.length+")","");
for(var r=0; r<tagged.length; r++)
list.options[i++]=
new Option(indent+indent+tagged[r].title,tagged[r].title);
}
}
// count untagged tiddlers
var temp = store.getTiddlers("title");
var c=0; for (var r=0; r<temp.length;r++) if (!temp[r].tags.length) c++;
// create 'pseudo-tag' listing untagged tiddlers (if any)
if (c>0) {
list.options[i++] = new Option("+ untagged ("+c+")","");
for (var r=0; r<temp.length;r++) if (!temp[r].tags.length)
list.options[i++] = new
Option(indent+indent+temp[r].title,temp[r].title);
}
list.options[0].text=tagcount+' tags:';
expandTOC(list);
break;
case "missing": case "orphans": case "shadows":
for (var t = 0; t < tiddlers.length; t++)
list.options[i++] = new Option(tiddlers[t],tiddlers[t]);
break;
}
list.selectedIndex=selectedIndex; // select current control item
list.size = (list.autosize)?list.options.length:list.requestedSize;
}
// show/hide branch of TOCList based on current selection
function expandTOC(list) {
var selectedIndex = list.selectedIndex;
if (selectedIndex==-1) selectedIndex=0;
var sortBy = list.sortBy;
// don't collapse/expand list for alpha-sorted "flatlist" TOC contents
// or list control items
if ((sortBy=="title")||(sortBy=="missing")||(sortBy=="orphans")||(sortBy=="shadows")) return;
if ((selectedIndex>0)&&(selectedIndex<=list.cmdMax)) return;
// get current selected text/value and cache the
// complete list. Then clear the current list contents
var theText = list.options[selectedIndex].text;
var theValue = list.options[selectedIndex].value;
if (!list.saved) {
list.saved=new Array();
for (var i=0;i<list.length;i++) list.saved[i]=list.options[i];
}
while (list.length > 0) { list.options[0] = null; }
// put back heading items until item text matches current selected heading
var i=0;
for (var t=0; t<list.saved.length; t++) {
var opt=list.saved[t];
if (list.expandall||(opt.value=='')||(i<=list.cmdMax)) list.options[i++] = opt;
if (opt.text==theText) break;
}
selectedIndex=i-1; // this is the NEW index of the current selected heading
// put back items with value!='' until value==''
for ( t++; t<list.saved.length; t++) {
var opt=list.saved[t];
if (list.expandall||opt.value!='') list.options[i++] = opt;
if (opt.value=='') break;
}
// put back remaining items with value==''
for ( ; t<list.saved.length; t++) {
var opt=list.saved[t];
if (list.expandall||opt.value=='') list.options[i++] = opt;
}
list.selectedIndex = selectedIndex;
list.size = (list.autosize)?list.options.length:list.requestedSize;
}
// these functions process clicks on the 'control links' that are displayed above the listbox
function getTOCListFromButton(which) {
var list = null;
switch (which.id) {
case 'TOCMenu':
var theSiblings = which.parentNode.parentNode.parentNode.childNodes;
var thePlace=which.parentNode.parentNode.parentNode.parentNode.parentNode.id;
break;
case 'TOCSmaller': case 'TOCLarger': case 'TOCMaximize':
var theSiblings = which.parentNode.parentNode.childNodes;
var thePlace=which.parentNode.parentNode.parentNode.parentNode.id;
break;
}
for (var k=0; k<theSiblings.length; k++)
if (theSiblings[k].className=="TOCList") { list=theSiblings[k]; break; }
return list;
}
function onClickTOCMenu(which) {
var list=getTOCListFromButton(which); if (!list) return;
var opening = list.style.display=="none";
if(config.options.chkAnimate) anim.startAnimating(new Slider(list,opening,false,"none"));
else list.style.display = opening ? "block" : "none" ;
if (!list.noShowCookie) { config.options.chkTOCShow = opening; saveOptionCookie("chkTOCShow"); }
return(false);
}
function resizeTOC(which) {
var list=getTOCListFromButton(which); if (!list) return;
var size = list.size;
if (list.style.display=="none") // make sure list is visible
if(config.options.chkAnimate) anim.startAnimating(new Slider(list,true,false,"none"));
else list.style.display = "block" ;
switch (which.id) {
case 'TOCSmaller': // decrease current listbox size
if (list.autosize) { list.autosize=false; size=config.options.txtTOCListSize; }
if (size==1) break;
size -= 1; // shrink by one line
list.requestedSize = list.size = size;
break;
case 'TOCLarger': // increase current listbox size
if (list.autosize) { list.autosize=false; size=config.options.txtTOCListSize; }
if (size>=list.options.length) break;
size += 1; // grow by one line
list.requestedSize = list.size = size;
break;
case 'TOCMaximize': // toggle autosize
list.autosize = (list.size!=list.options.length);
list.size = (list.autosize)?list.options.length:list.requestedSize;
break;
}
if (!list.noSizeCookie && !list.autosize)
{ config.options.txtTOCListSize=size; saveOptionCookie("txtTOCListSize"); }
}
//}}}
|Name|TableOfContentsPluginInfo|
|Source|http://www.TiddlyTools.com/#TableOfContentsPlugin|
|Documentation|http://www.TiddlyTools.com/#TableOfContentsPluginInfo|
|Version|2.4.3|
|Author|Eric Shulman - ELS Design Studios|
|License|http://www.TiddlyTools.com/#LegalStatements <br>and [[Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 License|http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/]]|
|~CoreVersion|2.1|
|Type|documentation|
|Requires||
|Overrides||
|Description|documentation for TableOfContentsPlugin|
When there are many tiddlers in a document, the standard 'tabbed list of tiddlers' in the right-hand sidebar can become very long, occupying a lot of page space and requiring a lot scrolling in order to locate and select a tiddler. The [[TableOfContentsPlugin]] addresses this problem by replacing the standard tabbed list display with a single listbox/droplist control that uses a very small amount of page space, regardless of the number of tiddlers in the document.
!!!!!Usage
<<<
To view a tiddler, simply select (or double-click) its title from the listbox and it will automatically be displayed on the page. The listbox also includes special 'command' items that determine the order and type of tiddlers that are shown in the list:
''[by title]'' displays all tiddlers in the document.
''[by date/author/creator/tags]'' displays indented sections, sorted accordingly, with headings (indicated by a '+') that can be expanded, one at a time, to view the list of tiddlers in that section.
''[missing]'' displays tiddlers that have been referenced within the document but do not yet exist.
''[orphans]'' displays tiddlers that do exist in the document but have not been referenced by a link from anywhere else within the document.
''[shadows]'' displays special default/fallback tiddlers that are used by TiddlyWiki to configure built-in features and add-on macros/extensions.
The current list ''display setting is indicated by an arrow (">")'' symbol to the left of command item. Selecting a command item causes the listbox to be reloaded with the appropriate contents and sort order.
When you are viewing a list of tiddlers by date/author/creator/tags, ''shift-clicking'' on a section heading or command item causes the listbox display to ''toggle between "show-one-section-at-a-time" and "expand-all-sections"'' display options, allowing you to quickly see all tiddler titles at once without having to view individual indented sections one at a time.
The ''size of the listbox can be adjusted'' so you can view more (or less) tiddler titles at one time. Select ''[-]'' to reduce the size by one line, ''[+]'' to increase the size by one line, or ''[=]'' to autosize the list to fit the current contents (toggles on/off). //Note: If the listbox is reduced to a single line, it displayed as a droplist instead of a fixed-sized listbox.// You can ''show/hide the entire listbox'' by selecting the "contents" label that appears above the listbox.
<<<
!!!!!Configuration
<<option chkTOCShow>> display table of contents listbox
<<option chkTOCIncludeHidden>> include tiddlers tagged with <<tag excludeLists>> in listbox
listbox shows <<option txtTOCListSize>> lines, sorted by <<option txtTOCSortBy>>
!!!!!Parameters
<<<
The macro accepts optional parameters to control various features and functions:
* ''{{{label:text}}}''
Replace the default text ("contents") that appears above the listbox. //Note: to include spaces in the label text, you must enclose the entire parameter in quotes// (e.g., {{{"label:my list of tiddlers"}}})
* ''{{{sort:fieldtype}}}''
Sets the initial display order for items in the listbox. 'fieldtype' is one of the following pre-defined keywords: ''title'', ''modified'' //(date)//, ''modifier'' //(author)//, ''creator'', ''tags'', ''missing'', ''orphans'', or ''shadows''
* ''{{{date:format}}}''
Controls the formatting of dates in listbox display. 'format' is a text-substitution template containing one or more of the following special notations.
** DDD - day of week in full (eg, "Monday")
** DD - day of month, 0DD - adds leading zero, DDth adds suffix
** MMM - month in full (eg, "July")
** MM - month number, 0MM - adds leading zero
** YYYY - full year, YY - two digit year
//Note: to include spaces in the formatting template, you must enclose the entire parameter in quotes// (e.g., {{{"date:DDD, DD/MM/YY"}}})
* ''{{{size:nnn}}}''
Sets the initial number of lines to display in the listbox. If this parameter is omitted or "size:1" is specified, a single-line droplist is created. When a size > 1 is provided, a standard, fixed-size scrollable listbox is created. You can use "size:0" or "size:auto" to display a varible-height listbox that automatically adjusts to fit the current list contents without scrolling.
* ''{{{width:nnn[cm|px|em|%]}}}''
Sets the width of the listbox control. Overrides the built-in CSS width declaration (=100%). Use standard CSS width units (cm=centimeters, px=pixels, em=M-space, %=proportional to containing area). You can also use a ".TOCList" custom CSS class definition to override the built-in CSS declarations for the listbox.
* ''{{{padding:nnn[cm|px|em|%]}}}''
Overrides default listbox control padding. Sets the CSS padding style.
* ''{{{margin:nnn[cm|px|em|%]}}}''
Overrides default listbox control spacing. Sets the CSS margin style.
* ''{{{prompt}}}''
Sets the non-selectable prompt text that is displayed as the first line of the listbox //(note: this feature is not supported by the listbox control on all browsers)//. Let's you include a short text message (such as "select a tiddler"), even when displaying a compact single-line droplist.
* ''{{{inline}}}''
Normally, the listbox is contained inside a {{{<div>}}} element. This setting causes the plugin to use a {{{<span>}}} instead, allowing for more flexible 'inline' placement when embedded within other content.
* ''{{{hidelist}}}''
Hides the listbox when it is first displayed. Initially, only the listbox label and size controls will appear. Clicking on the listbox label text will alternately show/hide the listbox display. //Note: this setting does not affect the content of the listbox, only whether or not it is initially visible.//
* ''{{{-title}}}''
Omit "by title" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-date}}}''
Omit "by date" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-author}}}''
Omit "by author" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-creator}}}''
Omit "by creator" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-tags}}}''
Omit "by tags" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-missing}}}''
Omit "missing" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-orphans}}}''
Omit "orphans" command item and corresponding listbox content.
* ''{{{-shadows}}}''
Omit "shadows" command item and corresponding listbox content.
<<<
!!!!!Examples
<<<
<<tableOfContents "label:all tiddlers" sort:title width:40% size:1>>
<<tableOfContents "label:by date" sort:modified size:1 width:40%>>
<<tableOfContents "label:tagged tiddlers" sort:tags size:1 width:40%>>
<<tableOfContents "label:shadow tiddlers" sort:shadows size:1 width:40%>>
<<<
!!!!!Revisions
<<<
2008.04.09 [2.4.3] restored config.options.chkTOCShow and onClickTOCMenu() handler
2008.04.07 [2.4.2] added "Configuration" section and removed config.options.chkTOCShow and onClickTOCMenu() handler
2008.01.08 [*.*.*] plugin size reduction: documentation moved to ...Info tiddler
2007.12.25 [2.4.1] code cleanup and performance improvements
2007.12.25 [2.4.0] renamed 'system' section to 'shadows' (and no longer list plugins, etc. in that section). Also, added 'by creator' sort order (with fallback to 'modifier' if 'creator' custom field is undefined). Thanks to RA for suggestion and code tweaks.
2007.12.04 [*.*.*] update for TW2.3.0: replaced deprecated core functions, regexps, and macros
2007.03.22 [2.3.2] in refreshTOCLists(), when sorting by date, use convertToLocalYYYYMMDDHHMM() instead of formatString() to compare dates for 'section headings' and only use formatString() when actually generating the section heading date display. Improves performance significantly for date sorted listbox, especially in documents with hundreds of tiddlers. Suggestion by AndreasHoefler.
2007.03.21 [2.3.1] in refreshTOCLists(), only get list of 'select' elements, instead of scanning through all elements (saves significant time during refresh events. Suggestion by AndreasHoefler.
2006.11.27 [2.3.0] added ability to omit sections from listbox via macro params (e.g., "-date -tags", etc.). Based on request from DavidWinfield.
2006.05.21 [2.2.7] added onkeyup handling for enter key (=view selected tiddler, equivalent to double-click)
2006.02.14 [2.2.6] FF1501 fix: add 'var r' and 'var k' to unintended global variable declarations in refreshTOCList() and getTOCListFromButton(). Thanks for report from AndreasHoefler.
2006.02.04 [2.2.5] add 'var' to unintended global variable declarations to avoid FireFox 1.5.0.1 crash bug when assigning to globals
2005.12.21 [2.2.2] in onClickTOCList() and onDblClickTOCList(), prevent mouse events from 'bubbling' up to other handlers
2005.10.30 [2.2.1] in refreshTOCList(), fixed calculation of "showHidden" to check for 'readOnly' (i.e., "via HTTP") flag. Based on a report from LyallPearce
2005.10.30 [2.2.0] hide tiddlers tagged with 'excludeLists' (with option to override, i.e., "include hidden tiddlers")
2005.10.09 [2.1.0] combined documentation and code in a single tiddler
added click toggle for expand-all vs. show-one-branch
2005.08.07 [2.0.0] major re-write to not use static ID values for listbox controls, so that multiple macro instances can exist without corrupting each other or the DOM. Moved HTML and CSS definitions into plugin code instead of using separate tiddlers. Added macro parameters for label, sort, date, size, width, hidelist and showtabs
2005.08.03 [1.0.3] added "showtabs" optional parameter
2005.07.27 [1.0.2] core update 1.2.29: custom overlayStyleSheet() replaced with new core setStylesheet(). Added show/hide toggle (click on 'contents' link)
2005.07.23 [1.0.1] added parameter checks and corrected addNotification() usage
2005.07.20 [1.0.0] Initial Release
<<<
/***
|Name|TiddlerToCPlugin|
|Source|[[FND's DevPad|http://devpad.tiddlyspot.com/#TiddlerToCPlugin]]|
|Version|0.7|
|Author|FND|
|Contributors|[[Saq|http://tw.lewcid.org]]|
|License|[[Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 License|http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/]]|
|~CoreVersion|2.1|
|Type|plugin|
|Requires|N/A|
|Overrides|N/A|
|Description|create a table of contents from a tiddler's headings|
!Notes
Doug Compton has written a similar, though much more advanced plugin for this purpose, called [[DcTableOfContentsPlugin|http://devpad.tiddlyspot.com/#DcTableOfContentsPlugin]].
!Usage
Add {{{<<ToC>>}}} to the desired tiddler(s). Alternatively, a parameter can be used to display the table of contents for another tiddler: {{{<<ToC "tiddlerName">>}}}.
The styling can be modified in the [[StyleSheetTableOfContents]] shadow tiddler.
<<ToC>>
!Changelog
!!v0.5a (2007-05-20)
* initial release
!!v0.5b (2007-05-20)
* renamed to TiddlerToCPlugin (to prevent confusion with the existing [[TableOfContentsPlugin|http://tiddlytools.com/#TableOfContentsPlugin]])
!!v0.6 (2007-05-21)
* several bugfixes and significant improvements regarding the macro code (thanks Saq)
!!v0.7 (2007-08-29)
* fixed error for tiddlers not containing any headings
!Issues / To Do
* add links to sections (problematic, as there are no anchors, yet?)
* introduce thresholds (minimum amount of headings to show a ToC, maximum depth)
!Code
***/
//{{{
/*
** Styles (can be customized in the StyleSheetTableOfContents shadow tiddler)
*/
config.shadowTiddlers.StyleSheetTableOfContents = "/*{{{*/\n"
+ ".ToC {\n\tfloat: left; /* auto-width */\n\tmargin: 0 2em 2em 0;\n\tborder: 1px solid #aaa;\n\tpadding: 5px;\n\tbackground-color: #eee;\n}\n\n"
+ ".ToC ol {\n\tmargin: 0 1em;\n}\n\n"
+ "h1 {\n\tclear: left;\n}\n"
+ "/*}}}*/";
store.addNotification("StyleSheetTableOfContents", refreshStyles);
/*
** Macro Code
*/
config.macros.ToC = { label: "Add Table of Contents", prompt: "Add Table of Contents" }; // DEBUG: obsolete?
config.macros.ToC.handler =
function(place, macroName, params, wikifier, paramString, tiddler) {
// process parameters
if (params[0]) { // tiddler name
tiddler = store.getTiddler(params[0]);
}
// create table of contents
generateToC(place, tiddler);
return false; // DEBUG: ?
}
/*
** Main Code
*/
generateToC = function(place, tiddler) {
// retrieve headings
var RegEx = /^!+(.*)$/gim;
var tiddlerContents = tiddler.text.match(RegEx);
// create ToC
if(tiddlerContents) {
var ToC = "";
for(var i = 0; i < tiddlerContents.length; i++) {
ToC += tiddlerContents[i] + "\n";
}
// replace headings markup with list markup
for(var i = 0; i < 6; i++) { // DEBUG: inefficient!? (use a single RegEx instead? problem: JavaScript RegEx limitations)
ToC = ToC.replace(/^(#*)!/gim, "$1#");
}
// add ToC wrapper container
ToC = "{{ToC{\n''Table of Contents''\n" + ToC + "}}}\n";
// add ToC to tiddler
wikify(ToC, place);
}
return false;
}
//}}}
''Como se apresenta a vida social dos Espíritos desencarnados?''
- No Plano Espiritual imediato à experiência física, as sociedades humanas desencarnadas, em quase dois terços, permanecem naturalmente jungidas, de alguma sorte, aos interesses terrenos.
Egressas do próprio mundo em que se lhes tramam os elos da retaguarda, quando não se desvairam nas faixas infernais, igualmente imanizadas ao Planeta de que se originam, trabalham com ardor, não só pelo próprio adiantamento, como também no auxílio aos que ficaram.
Naturalmente as almas que constituem a percentagem a que nos referimos, distanciadas ainda do aprimoramento ideal, procuram aperfeiçoar em si mesmas as qualidades nobres menos desenvolvidas, buscando clima adequado que lhes favoreça o trabalho.
Convictas de que tornarão à Terra para a solução dos problemas que lhes enevoam ou afligem o campo íntimo, situam-se em tarefas obscuras, junto aos semelhantes, encarnados ou desencarnados, quando se reconhecem vitimadas pela vaidade ou pelo orgulho que ainda lhes medram no seio, e localizam-se em aprendizados valiosos da inteligência, em se vendo inábeis para os serviços especializados do pensamento, não obstante os talentos sentimentais que já entesourem consigo.
Quase todas, no entanto, obedecem aos ditames do amor ou do ideal que lhes inspiram a consciência.
Aglutinam-se em verdadeiras cidades e vilarejos, com estilos variados, como acontece aos burgos terrestres, característicos da metrópole ou do campo, edificando largos empreendimentos de educação e progresso, em favor de si mesmas e a benefício dos outros.
As regiões purgativas ou simplesmente infernais são por elas amparadas, quanto possível, organizando-se aí, sob o seu patrocínio, extensa obra assistencial.
No plano físico, a equipe doméstica atende à consangüinidade em que o vínculo é obrigatório, mas, no plano extrafísico, o grupo familiar obedece à afinidade em que o liame é espontâneo.
Por isso mesmo, na esfera seguinte à condição humana, temos o espaço das nações, com as suas comunidades, idiomas, experiências e inclinações, inclusive organizações religiosas típicas, junto das quais funcionam missionários de libertação mental, operando com caridade e discrição para que as idéias renovadoras se expandam sem dilaceração e sem choque.
Com esses dois terços de criaturas ainda ligadas, desse ou daquele modo, aos núcleos terrenos, encontramos um terço de Espíritos relativamente enobrecidos que se transformam em condutores da marcha ascensional dos companheiros, pelos méritos com que se fazem segura instrumentação das Esferas Superiores.
Uberaba, 14/5/58. (André Luiz/Waldo Vieira, ''Evolução em dois mundos'', 2ª parte, item VII)
* @@color(purple):''Voltar para''@@ [[EstudosEspiritas]]
8. A encarnação é necessária ao duplo progresso moral e intelectual do Espírito: ao progresso intelectual pela atividade obrigatória do trabalho; ao progresso moral pela necessidade recíproca dos homens entre si. //A vida social é a pedra de toque das boas ou más qualidades.//
<br>A bondade, a maldade, a doçura, a violência, a benevolência, a caridade, o egoísmo, a avareza, o orgulho, a humildade, a sinceridade, a franqueza, a lealdade, a má-fé, a hipocrisia, em uma palavra, tudo o que constitui o homem de bem ou o perverso tem por móvel, por alvo e por estímulo as relações do homem com os seus semelhantes.
<br>//Para o homem que vivesse insulado não haveria vícios nem virtudes; preservando-se do mal pelo insulamento, o bem de si mesmo se anularia.// (Allan Kardec, ''O Céu e o Inferno'', 1ª parte, Capítulo 3, item 8)
----
Entre a vida social e a espiritual há esta diferença: enquanto que a primeira é limitada e nem sempre permite que o homem suba todos os seus degraus, a segunda é indefinida e a todos oferece a possibilidade de se elevarem ao grau supremo. (Allan Kardec, ''O Livro dos Espíritos'', questão 119)
----
<br>* Ver [[Vida de insulamento. Voto de silêncio|VidadeInsulamento]]
!VIDA DE INSULAMENTO. VOTO DE SILÊNCIO
''769. Concebe-se que, como princípio geral, a [[vida social|VidaSocial]] esteja na Natureza. Mas, uma vez que também todos os gostos estão na Natureza, por que será condenável o do insulamento absoluto, desde que cause satisfação ao homem?''
“Satisfação egoísta. Também há homens que experimentam satisfação na embriaguez. Merece-te isso aprovação?
Não pode agradar a Deus uma vida pela qual o homem
se condena a não ser útil a ninguém.”
----
''770. Que se deve pensar dos que vivem em absoluta reclusão,
fugindo ao pernicioso contacto do mundo?''
“Duplo egoísmo.”
''a) — Mas, não será meritório esse retraimento, se tiver por fim uma expiação, impondo-se aquele que o busca uma privação penosa?''
“Fazer maior soma de bem do que de mal constitui a
melhor expiação. Evitando um mal, aquele que por tal motivo
se insula cai noutro, pois esquece a lei de amor e de
caridade.”
*@@color(green): Ver Emmanuel/Chico Xavier, ''Religião dos Espíritos'', lição nº 47.@@
----
''771. Que pensar dos que fogem do mundo para se votarem ao mister de socorrer os desgraçados?''
“Esses se elevam, rebaixando-se. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos gozos materiais e de fazerem o bem, obedecendo à lei do trabalho.”
''a) — E dos que buscam no retiro a tranqüilidade que certos trabalhos reclamam?''
“Isso não é retraimento absoluto do egoísta. Esses não se insulam da sociedade, porquanto para ela trabalham.”
----
''772. Que pensar do voto de silêncio prescrito por algumas seitas, desde a mais remota antiguidade?''
“Perguntai, antes, a vós mesmos se a palavra é faculdade natural e por que Deus a concedeu ao homem. Deus condena o abuso e não o uso das faculdades que lhe outorgou.
Entretanto, o silêncio é útil, pois no silêncio pões em prática o recolhimento; teu espírito se torna mais livre e pode entrar em comunicação conosco. Mas o voto de silêncio é uma tolice. Sem dúvida obedecem a boa intenção os que consideram essas privações como atos de virtude. Enganam- se, no entanto, porque não compreendem suficientemente as verdadeiras leis de Deus.”
O voto de silêncio absoluto, do mesmo modo que o voto de insulamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem facultar ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei do progresso.
* @@color(purple):''Leia também:'' [[Vida social|VidaSocial]], [[Sociabilidade|Sociabilidade]], [[O homem no mundo|OhomemnoMundo]], [[Vida Social dos Desencarnados]], [[Laços de Família]]
* @@color(purple):Baixe uma cópia no formato .doc:@@[[Clique aqui|http://www.freewebs.com/estudosespiritas/vida%5Fde%5Finsulamento.doc]]
|![[Voltar|EstudosEspiritas]]|![[Índice de O Livro dos Espíritos|O Livro dos Espíritos]]|![[Avançar|Laços de Família]]|
<!--{{{-->
<div class='title' macro='view title'></div>
<div class='toolbar' macro='toolbar -closeTiddler closeOthers +editTiddler permalink references jump'></div>
<div class='tagging' macro='tagging'></div>
<div class='tagged' macro='tags'></div>
<div class='viewer' macro='view text wikified'></div>
<div class='tagClear'></div>
<!--}}}-->