Vendas pela internet desde 1997 A qualidade faz a diferença INÍCIO - CONTATO Claro(81)9300-8967 - Oi(81)8875-1589 Tim(81)9994-1205 - Vivo(81)8231-0879 Recife - PE. CASQUEAMENTO - FERRAGEAMENTO - HIPISMO - SELARIA Bovinos * Caprinos * Ovinos * Equinos Clique nas imagens abaixo para ampliar e obter mais informações KIT BÁSICO DE CASQUEAMENTO tlgrrarslrlc R$ 290,00 KIT PROFESSIONAL DE CASQUEAMENTO tlgrlvtttjlrrsralc R$ 590,00 ANGULADOR DE CASCOS angld R$ 125,00 Você pode examinar se os cascos foram aparados corretamente e ajustar os aprumos. ANGULADOR DE CASCOS MOD.2 hgnc R$ 150,00 PINÇA DE CASCOS tt R$ 110,00 GROSA FERREIRO gr R$ 90,00 A grosa é uma ferramenta usada no casqueamnto de bovinos e equinos. Existem vários modelos de grosa, umas com cabo e outras sem. A dife- rença entre as grosas reside no números de dentes que ela possui, quanto mais dentes mais rápido a grosa apara os cascos. Há grosas de todos preços, geralmente o preço dita a qualidade da grosa. Barato quase sempre é sinônimo de baixa qualidade, ou seja, usa-se a grosa umas poucas vezes e ela fica cega. Quanto tempo dura uma grosa? - Depende e depende de muitos fatores. Exemplo: Cascos grandes consome mais grosa; casqueador sem a devida experiência usa a grosa erradamente e a grosa se acaba mais rápido; uso inadquado da grosa (martelo por exemplo), já vi diversos trata- dores de animais usarem a grosa como martelo... é o fim da grosa! VÍDEO SOBRE CASQUEAMENTO Clique Aqui TORQUÊS FERREIRO (tipo pesado) tp R$ 290,00 TORQUÊS FERREIRO trqsv R$ 120,00 Torquês projetado para cortar cascos de bovinos e equinos. Qualidade professional, comprimento 14 polegadas, hastes com cobertura plástica vermelha. Torquês super afiado para cortar casco com precisão e segurança. TORQUÊS CORTA CASCOS (verde) trqsr R$ 90,00 TORQUÊS JACARÉ MOD. 2 tfjr R$ 120,00 ALICATE DE SACAR CRAVOS ascv R$ 90,00 ALICATE DE CORTAR CRAVOS acc R$ 100,00 MARTELO DE FERRAR CASCOS mfc R$ 75,00 MACHADINHA mcdn 75,00 RINETE AMERICANO (dupla face) ra R$ 20,00 JOGO DE RINETES DIRETO E ESQUERDO rdf R$ 35,00 RINETE DE LÂMINA PEQUENA rlp R$ 20,00 RINETE OVAL rs R$ 25,00 RINETE DE RANILHA lr R$ 45,00 RINETE OVAL PEQUENO PARA RANILHA rovp R$ 70,00 RINETE OVAL EXTRA PEQUENO PARA RANILHA roex R$ 80,00 FACA PARA CASCO fpc R$ 45,00 AFIADOR DE RINETES rntaf R$ 35,00 TESOURA DE CASQUEAR caprinos e ovinos tns R$ 75,00 LIMPA CASCOS COM ESCÔVA lc R$ 10,00 PINCEL DE CASCOS pncl R$ 25,00 CRAVOS E FERRADURAS Clique Aqui INFORMAÇÕES SOBRE CASQUEAMENTO Quando as unhas dos seus pés estão muito compridas, você se sente desconfortável e não pode andar direito. O mesmo acontece com os bovinos, caprinos, equinos e ou- tros animais quando os cascos estão muito comprido. Sem cuidados, os cascos ficam muito cumprido, provocam dores quando os animais ficam de pé ou andam. Como posso me previnir dos problemas nos cascos? - Mantenha sempre os cascos bem aparado e limpo, ou seja, faça um casqueamento a cada 6 meses. Caso você não cuide dos cascos de suas vacas, elas poderão ficar seriamente doentes dos cascos e das pernas. Em alguns casos, elas podem até morrer. Quais são os sintomas dos cascos que têm problemas? - Em um casco normal, há uma camada de tecido fibroso que cobre o casco e cresce sem parar. Esta camada fibrosa não pode ser excessivamente grossa, pois deforma os aprumos do animal. Algumas vacas têm cascos mais estreitos que outras. Os cascos estreiros são mais resistentes. Os cascos podem ser de cor clara ou escura, os mais resistentes são os escuros. A alimentação é muito importante para a saúde dos cascos e ossos, forneça ração rica em cálcio. Quantas vezes devemos fazer um casqueamento nas vacas? - Vacas mantidas em confinamento estão mais sujeitas a terem problemas de casco, apare os cascos de seis em seis meses. O piso do curral pode trazer problemas para os cascos? - Pode sim, piso liso pode provocar deslizamentos e quedas nas vacas, o piso deve ser levemente ondulado, pois dá firmeza para as vacas andar e nao danifica os cascos. Não deixe o piso se tornar muito rugoso. Piso abrasivo roi os cascos. Há necessidade de limpar o curral diariamente? - Sem dúvidas. Curral limpo e sêco ajuda a manter os cascos em bom estado. Por causa da dor, a vaca se deita mais que o normal. Verifique se os joelhos da vaca estão feridos ou machucados. Quando há problemas nos cascos, falta de aprumos, as vacas tropeçam e caem com frequência. Geralmente ferindo os pés e cascos. Recomenda-se fazer um casqueamento a cada 5 meses. Um bom casqueador examina cuidadosamente se existe pontos doloridos e doentes. Há várias ferramentas usadas para estes fins. Se você não conseguir segurar com firmeza a perna da vaca, é melhor prende-la desta forma. Seja rápido, pois este tipo de procedimento deixa as vacas nervosas e impaciêntes. Use um torquês de 14 polegadas para cortar o excesso de casco. Use rinetes de bovino (são diferentes dos usados em equínos) para cortar embaixo do casco. Caso o casco esteja muito grosso e o torquês não possa cortar, use um martelo e talhadeira. Com os cascos em bons estados suas vacas agradecem e produzem mais leite, pois podem andar e pastar sem problemas. Quais as doenças que podem aparecer nos cascos por falta de cuidados? - A mais comum é a úlcera dos cascos. O casco fica rapidamente infectado e a vaca fica doente. O que causa as úlceras? - Cascos muito compridos, cascos erradamente aparados, difi- ciência na alimentação. Falta de cálcio e/ou phosphoros. Se as úlceras ou as feridas não estiverem muito profundas, o casqueador pode limpá-las e aparar os cascos. Se os cascos estiverem muito danificados, com úlceras profundas, chame um veterinário, o tratamento será feito com antibioticos. Não permita que suas vacas pastem perto das rodovias, os cascalhos e pedregulhos podem ferir e machucar os cascos. Chuvas e lugares alagados são um convite para formação de focos de bactérias que danificam os cascos rapidamente. Mantenha suas vacas longe da lama e dos alagados. Vacas com problemas nos cascos têm muita dificuldade para se alimentar. Por que casqueamento é importante? - Porque a falta de casquear causa dor dificultando o movimento dos animais, nas vacas de leite reduz a produção por causa da dificuldade de pastar. Como posso cuidar dos cascos? - Chamando um especialista que saiba casquear e que tenha as ferramentas certa, não se deve improvisar A falta de casqueamento pode trazer doenças? - Sim. Úlceras e bactérias podem causar inflamções, febres e até a morte do animal. ***************** - ************************ - ***************************** Uma questão de cascos! Tapir do Brasil (Tapirus terrestris) Tapires, rinocerontes e zebras não parecem ter nada em comum, não é? Mas têm, pois são os representantes atuais da ordem Perissodactyla, na qual se incluem os mamíferos ungu- lados de dedos ímpares. Neste grupo, o esqueleto das patas modificou-se, ao longo da evolução, de forma a que o peso do corpo do animal passou a estar apoiado principalmente sobre o terceiro dedo. Assim, no tapir, o primeiro dedo (mais interno) regrediu e o quinto (mais externo) ficou elevado em relação aos restan- tes, raramente tocando no chão, no que se refere às patas an- teriores (b1), tendo mesmo desaparecido nas patas posteriores (b2). No rinoceronte (c), apenas existem três dedos nas patas anteriores e posteriores, devido à total regressão dos primei- ro e quinto dedos e, na zebra, tal como no cavalo (d), a evolu- ção produziu membros extremamente bem adaptados para a corrida, uma vez que cada pata termina num único dedo (o terceiro), ao qual se fundem lateralmente apenas vestígios do segundo e quar- to dedos. Bongo (Tragelaphus eurycerus isaaci) Mas, para quem está com curiosidade, porque se lembrou de outros animais com cascos, mas que têm dedos pares assentes no solo, como as vacas ou as cabras, por exemplo, será útil referir que estes animais pertencem à ordem Artiodactyla, na qual se in- cluem os mamíferos ungulados de dedos pares, como os porcos, os pecaris, os camelos, os bovídeos (entre os quais, búfalos, bison- tes, cabras, ovelhas e antílopes, como o bongo), os veados, as girafas e os hipopótamos. No caso destes animais, o primeiro dedo regrediu e o peso do corpo do animal passou a estar apoiado principalmente sobre os terceiro e quarto dedos revestidos por cascos, sendo os de- dos laterais (segundo e quinto) muito reduzidos, como no veado (e), ou mesmo ausentes, como acontece no camelo. Elefante indiano (Elephas maximus) Mas, afinal, o que é um ungulado? Esta designação sem va- lor taxonómico refere-se aos mamíferos com cascos, em geral. Nes- te grupo, o esqueleto das patas foi sofrendo modificações, ao longo da evolução biológica: as garras foram substituídas por cascos (formações córneas que rodeiam a última falange dos de- dos), os ossos alongaram-se, a pata adoptou uma posição verti- cal e alguns dos cinco dedos do padrão anatómico básico (primi- tivo) (a) foram regredindo, progressivamente, de forma a que o peso do corpo do animal passou a estar apoiado, no solo, apenas sobre as extremidades dos dedos (patas ungulígradas). No grupo dos ungulados não só se incluem os perissodácti- los e os artiodáctilos, já referidos, mas também os elefantes, os porcos-formigueiros, os hiraxes e (pasme-se!), devido à sua ancestralidade, os sirénios, que incluem os manatins e os du- gongos e são os únicos herbívoros existentes que estão total- mente adaptados à vida aquática. É por isso que, nestes, os mem- bros posteriores regrediram (o corpo termina numa barbatana cau- dal) e os membros anteriores se transformaram em barbatanas, nas quais ainda estão presentes unhas córneas arredondadas, corres- pondentes às extremidades dos dedos. E, agora, se alguém lhe perguntar qual a semelhança entre uma zebra, um rinoceronte, um camelo e um veado a resposta não poderá ser difícil: é apenas uma questão de cascos!!!! Fonte: zoo de Lisboa PROAGRI Loja Online