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XIV
Imaginação
Beleza que nunca se esconde.

(Desenho de Escher)
NESTA EDIÇÃO
CRÔNICAS - TEATRO - TEXTOS - CONTOS -
HISTÓRICAS - POESIAS HUMOR - CARTUNS –
PIADAS - DESENHOS - PINTURAS - FOTO/POESIA
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OCIDENTE MÉDÍOCRE
Verdadeira “Casa da mãe Joana” no cone sul.
Psiquiatra de chaves afirma:
-Ele quer ser o Bush.
Álvaro Uribe indignado manda detonar o Equador.
-Bush sou eu, sou eu!
(Pag.2)
Vídeos espetaculares
MACUNAÍMA - HILDETE -
(Pag.3)

MOVIMENTOS ASSOCIADOS
http://artistasdanoite.blogspot.com/
.http://projetosociedadedospoetasvivos.blogspot.com/
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25363143
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=20610769 http://
www.orkut.com/Profile.aspx?uid=5803302430568634844 http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22229814
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(Ilustração de Royo.)
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PARTICIPAM DESTE NÚMERO
Carol Crespo Simões/ Christina Rodrigues/ Alejandro Cardoso/ Roque O. de Hollanda
Luiz Américo
EDITOR Reinaldo Simões.
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PUNK

Punk como ruptura, contestação, diferença. Exotismo, beleza. Mutação no seu zine, que agora é mensal.
TRECHO TEATRO DA PEÇA
2014 A ERA DO CAOS
NA BOCA DO CÉU DA BOCA!
Ontem eu voei de asa deltaaaaa.
É, MAIOR ONDA, MAIOR ONDA!
Eu olhava lá de cima e via tudo pequenininhooooo.
É, MAIOR ONDA, MAIOR ONDA!
Hoje eu surfei na ressacaaaa.
Peguei um tubo maneiro parecia não ter fiiiiimmmmmm.
É, MAIOR ONDA, MAIOR ONDA!
Hoje eu vou quebrar minha televisão com uma marretaaaa.
Vou ver muitas linhas na vertical e uma fumacinha saindooooo.
É, MAIOR ONDA, MAIOR ONDA!
AGORA IRMÃOS DEEM-SE AS MÃOS
E CONCENTREM-SE NA GRANDE CERVEJARIA CLANDESTINA!
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Nota = Aqueles que quiserem fazer contato
para participação e só clicar em
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=17979082043597884462
ou enviar email. arcadesadino@yahoo.com.br
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(1864 até 1901)
Henri de Toulouse Lautrec encarna o arquétipo do gênio transtornado, do ideal de sua inteligência criativa às “deformidades” que lhe impõe a realidade. Extremamente abnegado e intenso no que se refere à arte, sua vida pessoal lhe traz todos os dias os efeitos do belo-horrível a que está submetido. A arte em si já possui seus problemas que o artista procura resolver numa luta constante e louca conforme os anos vão passando –condições financeiras, aprovação pública, a temática artística, o estilo, a forma etc. Quanto à condição financeira não havia qualquer problema, uma vez que era um nobre e rico descendente da casa dos Toulouse Lautrec de Albié e Telleirán. Quanto a sua arte, depois dos primeiros momentos de academia e logo em seguida como pintor, ilustrador, desenhista profissional (o que mais? Inventor de uma arte gráfica que está aí até hoje), e já seguro de si, não empenhava-se –e muito pelo contrário- na aprovação pública como fim, mas em seu trabalho e pesquisa como resultado.
Retrato de Aristide Bruant, Dono do CABARÉ MIRLITON, e gramde amigo
e defensor de Tolouse.
O que mais clamava, o que mais gritavava em Tolouse Lautrec (em seu solitário interior) era o dia-a-dia de sua deformidade física.
Aquela mesma inteligência criativa, aquele mesmo rosto febril e imaginativo, sarcástico, cínico e crítico da sociedade, guardavam um desespero interno e cruel.
Tolouse Lautrec sofria de um grave problema de formação óssea que atingiu suas pernas ainda na infância.
Após duas quedas significativas (que lhe partiram o fêmur) e de um tratamento longo e doloroso, a criança Tolouse, que é mostrada em fotos como um lindo menino, já mostrava o seu gênio e sarcasmo em cartas que escrevia aos primos. Em razão de todos esses reveses Tolouse cresceu um homem de pequeníssima estatura (não sofria de nanismo), o tronco de desenvolvimento normal, mas as pernas bastante atrofiadas. Tolouse julgava-se o feio entre os feios.
Apesar disso teve uma vida boêmia de fazer inveja a qualquer malandro. Viveu enorme tempo na Rua Des Moulin, morou com prostitutas e conhecia todas elas e a seus “pecados” mais íntimos. Cuidava delas com desvelo e era correspondido. Teve duas paixões atrozes, foi famoso, apreciado como bon vivant, freqüentou todas as rodas quentes da cidade luz, sofreu, amou desesperadamente e desesperou-se do próprio desespero. Bebedor contumaz de absinto, durante muitos anos manteve-se resistente e sóbrio enquanto seus colegas caiam pelas tabelas antes do fim da noite.
Personagem idelevel da vida noturna de Montmartre não se detém apenas em pinturas, faz também desenhos das “casas” e suas mulheres e dos teatros e cabarés, criando um novo conceito de revolução na publicidade do século XIX.
Seu cartaz litográfico colorido em pontículos é uma nova técnica para a divulgação dos cabarés e afins. Publicou também desta forma livros infantis e sua famosa série - O Circo. Citando também, Jules Chéret, assim como Alfons Mucha, Toulouse-Lautrec revolucionou a antiga dos cartazes de então, definindo o estilo que seria conhecido como Art Nouveau.
Cartaz que causou furor aos conservadores, com Goulue ao fundo e Quebra Ossos na frente.
A qualidade artística de Lautrec é suficientemente conhecida, tanto por seus amigos (pintores) pobres ou do baixo mundo parisiense quanto por críticos de arte. Participa do Salão dos Independentes em Paris, da exposição dos Vinte e das galerias de Boussod e Valadin.
Mas as paixões e o álcool fulminaram finalmente este grande símbolo.
Tolouse Lautrec deve ser considerado o pai das artes gráficas modernas e está nas manifestações mais atuais. Suas rupturas artístico pictóricas, de modelo e material foram absorvidas e reinventadas no pop, no pós moderno e pós tudo dos anos 90.
Está no grafiteiro e na fotografia comercial. Seu rompimento com a estrutura de quadros e molduras para a popularidade do cartaz está na televisão, nos out door, e em qualquer esquina do mundo. (REINALDO SIMÕES.)
Salão. Pintura que mostra suas peculiares amigas em uma das "casas". Notem o clima familiar e pudico desta cena
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POESIAS CABARELIANAS

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GUERRA
De Alejandro Cardozo
Noites de um raro medo invernal
Ócio vesgo das bondades inventivas
Transformando tolas nuvens de algodão
Em gárgulas tenebrosas, sem igual
Rompante de séculos de mal
Que na mente dos acossados, inativas
Engendram um levante e um bordão
Ante as nesgas das alegrias expressivas.
Rompe nas feras o desejo antes relutante
De uivar sua música cortante
Pelos céus, pelos azuis, e claros espaços
Anúncios das guerras celeradas
Dos espetáculos de sangue entre os aços
Das explosões furiosas, mal amadas
Que estremecem
Dolorosas os inúmeros braços
De homens que seguram
E aquecem
Suas crianças.
E os eternos donos abissais
Dos sítios que mais perduram,
Obtusos, cruéis e infernais!
Que com escárnio de seus futuros áis
Com cuidado penteiam suas tranças.
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TRANQUILA
De Reinaldo Simões
Onde buscou mar sem qualquer razão
Quando espiou longe suave meiguice
Espantou o ar por intempérie, e disse-
Um mesmo não
De um sim; abrigo.
Se estava comigo, pois assim sorria
Estava não, e não mentia.
Jamais mentiu a este amigo.
Mulher fugaz e orgulhosa
Tais forças eram as que lhe moviam
Se lhe sorriam os deuses em beleza sua
Grandeza tímida e radiosa, nua;
Cegas visões lhe davam, com toda certeza
O que pouco sabia do mundo.
E assim sendo, bom, e do seu mesmo jeito,
Juntou-se a mim, mero vagabundo;
E não vendo dor, nem defeito,
Deitava-se sobre meu peito
Dando-me amor, muito quente e profundo.

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A MASSA
De Christina Rodrigues
Eu não quero falar de solidão
Quero falar de multidão
Da multidão senil
Da multidão sábia
Da multidão que destrói
Da multidão que ampara
Quero falar da massa
Da massa cor de rosa
Cor de rosa choque
E da harmonia
Dos contrastes
Das sintonias
Não quero falar de solidão
Do louco no meio da escada
Que esqueceu o que faz ali
E não sabe mais se tem que descer
Ou se precisa subir
A massa!
Só a massa pode nos conduzir
Sem sofrimento, sem pensar
A massa vai me levar.


Curso gratuito de interpretação no Rio,
onde o aluno pagará apenas uma merreca pelo espaço.
1º fase-
Interpretação no teatro
Expressão
Gestual
Movimentação
Espaço
Texto
2º fase-
Interpretação para vídeo
Expressão
Gestual
Movimentação
Texto
Filmagem
Ao final do curso de seis meses o aluno receberá certificado, vídeo book e participará de curta metragem.
Tel- 93731351




Foi criticado por Camus o escritor francês, que em seus apontamentos filosóficos o descreveu com dureza quando de sua visita aos morros cariocas, dizendo ser um homem enorme e gordo que falava pelos cotovelos e mostrava a arma na cinta todo o tempo (hoje em dia isto jamais ocorreria). Acontece que Oswald de Andrade foi um dos cicerones de Camus nesta empreitada pelos morros, e acontece também que Oswald já havia feito uma auto crítica ainda mais dolorosa lamentando a velhice, a diabetes e a perda da virilidade. Acontece ainda mais que, Oswald, “o Homem do Povo”, apesar de sua figura polêmica e fatalisticamente antropofágica, pode hoje, apesar de historicamente ter ficado sob a sombra de Mário de Andrade a maior parte do tempo, ser considerado um dos maiores ícones do modernismo brasileiro. Redescoberto pelo Gr. Oficina, do Zé Celso, no início da década de 60 lá no ido século 20, com as peças de teatro que escreveu, ‘O Rei da Vela” e “A Morta” – texto considerado imontável, até que Augusto Boal do Teatro de Arena provou o contrário- Oswald refaz o percurso da descoberta do Brasil influenciando poderosamente os movimentos artísticos e culturais pós década de 60, incluindo nisto o Tropicalismo. (Simões.)
Só a antropofagia nos une socialmente. Economicamente. Filosoficamente. Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz.
Queremos a revolução caraíba. Maior que a revolução francesa. A unificação de todas as revoltas eficazes em direção ao homem. Sem nós a Europa não teria sequer a sua pobre declaração dos direitos do homem!
Mas não foram os cruzados que vieram. Foram fugitivos de uma civilização que estamos comendo, porque somos fortes e vingativos como o jabuti.
Nenhuma fórmula para a contemporânea expressão do mundo. Ver com os olhos livres.
Canção e Calendário
E se ele vier
Defenderei
E se ela vier
Defenderei
E se eles vierem
Defenderei
E se elas vierem todas
Numa guirlanda de flechas
Defenderei
Defenderei
Defenderei
Relicário
Foi o conde D´Eu quem disse
Pra Dona Benvinda
Que farinha de Suruí
Pinga de Parati
Fumo de Baependi[
É comê, bebê, pitá e caí.
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SÓ -CLAROESCURO- FORÇANATIVA
ARCOIRIS DETODASASCORES
SÓ
SONHO PRETOEBRANCO
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("Eu não crio juízo porque não sei qual ração ele come")
Ariadne Blue.

Gente, eu hoje to substituindo a minha mãe, a verdadeira Ariadne Blue, que não sei porque tá dando explicações lá na delegacia. Na verdade eu quero me apresentar prá vocês e dizer o meu nome, mas antes eu quero falar uma coisinha: a minha mãe é fanática pela Baby Consuelo do Brasil, uma riponga que era cantora também. Essa Baby deu o nome prá uma filha lá dela de Riroca, aí ela, a minha mãe, ficô empolgada e me registrou com o nome de Gereca.
Então. Se vocês quiserem podem me chamar de Eca mesmo que é como meus brother me chamam. Eu só não sei se fica legal assinar “Coluna da Eca” enquanto minha mãe ta se explicando não sei porque. Então. Acho que fica melhor deixar como tá mesmo, tipo assim: Ariadne Blue.
Show né?
Então.
Caraça! Ontem à noite eu fiz uma viagem astral tão maneira que acordei hoje babando, deitada no chão da sala só de calcinha, com a porta da frente escancarada, com um porrão de vizinho chato á bessa me olhando e uma vontade demais de cantar o hino nacional. Caraça, o pior é que o chão tava cheio de um pó branco e os vizinhos tavam dizendo que iam chamar a droga da policia. Gente, aquele pó era maizena que eu derrubei sem querer com caixa e tudo antes da minha viagem astral! É moleque, eu ia bater um bolo! Gente, gente, alôooo, eu já falei que não sou doidona, tá? Ta legal? Então, se eu não falei, tô falando agora – EU NÃO SOU DOIDONA OK? Caraca!
Agora vô responder.
Cara Ariadne Blue.
Eu sou Marleide de São Gonçalo e quero um conselho sobre um cara que eu tô ficando. Ele é o maior gato e eu sou amarradona na dele, mas o idiota num tá nem aí, o que que eu faço Didi?
Olha aí gatinha, eu acho que num tem nada a ver cara! Tem um montão de filé dando mole, tá sabendo? E você fica na do cara que tá só te esculachando? Manda a fila andar, valeu colega?
OOOO
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MM VVVVYYYYVVVVMMMMVVVVYYYYVVVV MM
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RETROCESSO!
Em pleno século XXI o arco da devastação por queimadas que atinge o cerrado em direção a Amazônia e a mata atlântica, segue um pensamento retrógrado que se orienta nos ciclos do Pau-Brasil, da cana de açúcar e do café. Este pensamento ultrapassado está, portanto ligado, em seu princípio, à época da colonização brasileira. Até o ciclo do café, acreditava-se que esta ação de desmatamento significava progresso, geração de bens e modernidade. Em tempos da ditadura militar este pensamento nefasto ainda estava arraigado no poder e nos seguimentos sociais que lhe sustentavam. Está claro que esta posição estúpida não serve mais aos interesses da economia nacional. Hoje sabemos que a ampliação da preservação de nosso verde é que nos dará lucro já em curto prazo.
Preservar o meio ambiente é que dá lucro.
Permanecer neste método de ação no Brasil de hoje é burrice!
Os pesquisadores brasileiros, com o apoio de fundações e outros órgãos, têm provado sistematicamente por estudos de campo e também no uso de tecnologia de ponta, que os desmatamentos prosseguem e ampliam seu poder devastador. Monitorados por satélites, estes desmatamentos ilegais são notificados às autoridades nacionais, que por algum motivo demencial fingem “nada saber” sobre o assunto.
A indústria da impunidade faz com que, (e apesar de toda a pressão que as mentes mais brilhantes tem exercido), a destruição do único bem que poderá deter nossa miséria num futuro próximo, o verde nativo, esteja atingindo seu maior pico a cada dia. Enquanto estamos lendo este manifesto, milhares de “campos de futebol” de matas e florestas estão sendo destruídos. Uma destruição sem volta, uma vez que o solo perde as condições naturais e enfraquece, enquanto a flora e fauna nativas desenvolvidas em milhares de anos não encontram mais o seu eco-sistema, simplesmente desaparecendo.
O que o povo sabe – o que o povo precisa e quer saber!
Quando inserido nos projetos de preservação, os povos das localidades ameaçadas, passam a ter conhecimento da geração de riquezas que seu patrimônio natural lhes dá.
Na fabricação de óleos e cosméticos, no artesanato com raízes e sementes para a confecção de bijuterias e afins, nas docerias caseiras de frutas exóticas só existentes naquelas regiões está o fortalecimento produtivo/cultural e melhoria das condições de vida daquela gente, e, por conseguinte, de todos. E tudo isso sem qualquer agressão a natureza local e de forma absolutamente sustentável!
Quando o povo deste país for informado sobre tais perdas e ganhos, quando tiver a comparação imediata do que perde ao consentir na destruição de seu meio-ambiente, e o que ganha com sua preservação, saberá cobrar uma resposta justa contra a impunidade e o silêncio.
Mas quando saberá?
O nome de cada um destes cientistas e pesquisadores, movimentos ecológicos, assim como as fundações que realmente desenvolvem um trabalho sério (e não como fachada e por motivos indignos) precisam ser divulgados largamente. As condições de busca deverão existir em listagens e endereços de fácil acesso nas escolas, agremiações, clubes associações de bairros, comunidades no orkut e outros sítios para consulta popular. Isto não vai impedir de imediato a ganância dos ignorantes, mas já será um bom começo para freá-la um pouco mais à frente. Lancemos uma campanha onde todos sejamos voluntários no repasse desses endereços e na troca de informações.
Rádio difusão.
O rádio, como fenômeno de comunicação que permanece abrangendo todas as classes sociais e culturas regionais, e que sempre esteve no dia-a-dia do homem do povo, também podendo ser na sua rapidez de informações a Internet dos excluídos, precisa ter uma grande participação neste envolvimento com a realidade da devastação de nosso verde. A rádio difusão tem a confiança popular; o rádio está sempre sobre a geladeira, nas oficinas, garagens, indústrias, é amigo inseparável das donas de casa e formador de opinião, podendo ser grande colaborador para o repasse de educação familiar.
É necessário a exemplo de rádios públicas mexicanas e espanholas, que informações para conscientização
sejam vinculadas às programações comuns das rádio emissoras de todo o canto deste país. Mas antes de tudo, é urgente que seus programadores sejam incluídos nos processos de debates para que, sabedores do quanto seu trabalho poderá ser importante para o país, não se detenham em começar seus movimentos.
(SIMÕES)


Vivemos em uma ilha cercada de fisiologismos por todos os lados e cenas como estas, hoje são ainda ficção para o homem das cidades. Porém quantas vezes a ficção alcançou o homem com uma força cem vezes maior do que o esperado?
Matança de golfinhos.
Cleide Maria
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As imagens feitas na costa do Amapá mostram a matança de dezenas de golfinhos. Presos às redes de pesca, os animais não conseguem subir à tona para respirar e morrem afogados. Quando as malhas são recolhidas, a confirmação de que os bichos não tiveram nenhuma chance.
Conto com sua visita e seu protesto,
www.planetaterra.gigafoto.com.br
-Enquanto isso na floresta-
"Brasil, olha o mico!"
-MOSAICOS-
-ENTRETANTO-
(Simões)
A mãe natureza já não mais deitada em berço esplêndido espera o profundo grito de guerra de seus filhos oprimidos.
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