


CABARÉ!.............



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DESCORTINANDO ALEGRIAS
CAPA "CABARÉ!" X....



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LIBERDADE!....



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Beleza que nunca se esconde.....
NESTA EDIÇÃO.....
CRÔNICAS - TEATRO - TEXTOS - CONTOS - HISTÓRICAS - POESIAS HUMOR - CARTUNS - PIADAS - DESENHOS - PINTURAS - FOTO/POESIA
Apresentando a Banda UNIDADE DE SOM INTENSIVO, pág. 2
Vídeos espetaculares com o imortal LIMITE de MÁRIO PEIXOTO pág. 3
Entrevista Especial com o ator e produtor CLÁUDIO TIZO, pág. 4
Livro"A NOITE DAS HIENAS" capítulo 6 e 7, pág. 5




Pois é, conseguimos chegar à décima marca! Penso que um fanzine não tem a menor necessidade de publicar editoriais pomposos, pois é feito por todos, num debate às vezes silencioso em que cada edição interfere na outra. Acontece que chegamos ao marco 10 e então este zinetorial quer apenas mostrar o tanto que estes zinelistas de marca maior andaram fazendo por aqui.
Foram 04 entrevistas, 04 Fotopoesias, 11 cartuns, 24 piadas, 17 matérias ecológicas, 28 históricas, 50 matérias de divulgação e informativos, 13 contos, 55 crônicas e 76 poesias. Estes números estão aqui para mostrar que é possível! É possível CONSTRUIR por PURA vontade! Estes números dizem o que foi erguido pela força e vontade de alguns quando muitos estão chorando inertes e outros ainda à espera de patrocínios. SIM, É POSSIVEL! E assim continuaremos. E por que não com você?
Por Reinaldo Simões

Uma vez um antigo aluno, agora amigo e colega de profissão virou-se prá mim e disse algo mais ou menos assim- “Sei não Rei, tudo isso que você sempre diz por aí é verdade. É verdade sim, que o nosso povo precisa de tudo isso. mas como ter tudo com os governantes corruptos que temos no topo do poder, em nosso país? Suas mensagens fazem as pessoas refletirem sobre tudo, mas o que estraga são esses políticos corruptos.”
John.W. é ator, produtor e é também um artesão maravilhoso. Lembro-me de bons tempos de aprendizado; eu (ensinando e aprendendo) como professor exigente, e ele como aluno esperto juntando-se a filosofia, história da arte e textos de interpretação, entre outras coisas, e fazendo cenários e máscaras em papier machet. Que turma boa era aquela! (Isso tem quase vinte anos, foi no Palácio da República, no Catete, Rio. O IBAC me convocou e a outros para fundar ali um curso de artes, o primeiro texto foi LABIRINTHOS.) Mas, certas palavras ficaram martelando num gongo por uns dias –“Como conseguir tudo com os governantes corruptos que temos?” – “Estão no topo do poder” – "No topo do poder em nosso pais!"
Em casa abri o computador e fui ao sitio onde meu amigo expõe seus trabalhos de artesão. Além de belas máscaras (como se desenvolveu, o danado!) tem trabalhado muito com tecidos coloridos, rendas que não sei os nomes, e feito bonecos muito interessantes. Foi ali que eu descobri o modo correto de responder a sua colocação aflitiva –O que fazer para termos o que merecemos como cidadãos deste país? O que fazer para mudar a ordem das coisas, se os coronéis teimam em existir e estão sentados bem lá no topo do poder, montanha agigantada de corrupções e golpes?
Caro J.W., bem melhor que eu, você deve conhecer aqueles panos de linha, muito resistentes, alguns de linha grossa, outros bem finos, mas mesmo esses impossíveis de rasgar com as mãos! Pois bem, pegue um destes panos e experimente desmanchá-lo fio por fio até que ele desapareça ou se transforme em outra coisa. O pano é o sistema impossível de romper, nós somos os que puxam os fios, e os fios são a consciência de cada um.
Aí está meu amigo o –como fazer-!

COMO VIVER
Por Luizinho Jr

Sorria sempre!!! Pois, mesmo as pessoas que não o conhecem poderão ver sua simpatia estampada no rosto.
Distribua carinhos aos que lhe rodeiam com boas ou más intenções!!! Os que rodeiam com boas intenções já sabem de que você é capaz, já os que o rodeiam com más intenções precisam de uma dose a mais do seu carinho.
Ame!!! Ame sempre a tudo que a natureza lhe proporciona, sem exceção!!! Amar é preciso.
Plante uma árvore. Mas nunca esqueça de regá-la.
Beije, abrace bastante e faça muito amor!!! Mesmo que seja sempre com a mesma pessoa.
Tome banho de chuva, ande descalço, lambuze os dedos com chocolate.
Não proíba as crianças de fazerem o que você fazia e hoje tem saudades.
Faça mais vezes o que você gosta e sente vontade.
Acorde cedo e respire o ar matinal.
Nunca guarde mágoas!!! E nunca cause a alguém!!!
Não dê ouvidos a fofocas e picuinhas.
Falte mais ao trabalho e descubra que em um dia muita coisa agradável pode ser feita.
Dê mais atenção aos seus filhos!!!
Leia!!! Leia tudo que lhe agrade e lhe traga uma visão do mundo em que você vive.
Abrace e beije seus pais e irmãos.
Diga mais vezes que ama a todos.Pratique exercícios!!! Mesmo que seja só uma caminhada.
Seja sempre você mesmo!!!
Tenha personalidade e seja original em qualquer circunstância.
Durma até mais tarde quando sentir vontade de relaxar.
Seja crítico e ativo. Nunca se acomode!!!
Não condene os erros, ajude a encontrar soluções!!!
Nunca deixe se abater!!! Erga a cabeça e mantenha seu lado brincalhão e alegre. Seja qual for a situação.
Por fim, viva. Viva intensamente cada minuto de sua vida!!! Mas evite se preocupar com o relógio.E lembre-se, a vida um dia acaba, então, será tarde para fazer tudo isso.
Faça enquanto você ainda a tem!!!
Viva a vida!!!

Ame!
ENXAQUECA!
Por Luca Oliveira

Olhe pra ele. Aquele garoto ali, parado com o MP3 na orelha.
Mochila nas costas, jeans rasgado, tênis sujo.
E aquela mulher, a olhar o relógio... Uma criança no colo, ar de apressada.
Semblante de quem vai enfrentar uma casa inteira pedindo uma faxina e um marido barrigudo curtindo sua inutilidade no lar sentado à frente da TV.
E aquele senhor, sentado no banco daquela praça...
Vendo o fim de sua jornada se aproximar, jogando milho às aves.
O que eles têm em comum?
Preste bem atenção. Olhe novamente.
O jovem “punk” parece despreocupado.
A mulher apressada parece preocupada de mais.
E o senhor da praça parece não se preocupar em se preocupar.
Na verdade, todos, mesmo que um tenha visto e vivido o que o outro ainda não viu, não sabem a hora de parar. Suas dúvidas são as mesmas.
“Qual a fonte desse rio?”.
“Onde isso vai desaguar?”.
“Deveria eu, seguir a correnteza?”.
Talvez, o escritor disso aqui esteja enganado.
O som “sujo” e “ignorante” das guitarras distorcidas, parecem mais “modernos” do que esse tipo de pensamento. Tal vez a louça não dê uma trégua à dona de casa. E outros estão muito velhos pra “filosofar”.
Pra quê pensar nisso, não é?
Pesa muito sentar e cogitar, pensar, escrever e falar a respeito...
Não quero pagar o preço disso.
Calo-me, tapo meus olhos e minha boca.
E sigo... Por onde o vento me levar. Não estou disposto a suportar a dor de cabeça que o “pensar” me causa.
Quando me calo, a cabeça dói menos.

Prá que pensar nisso tudo?
Luzias, Saquaremas e a Política Atual Por Fábio Nunes

Durante o Segundo Reinado (1840-1889), o cenário político brasileiro esteve imbuído de uma disputa constante entre dois grupos: os Luzias e os Saquaremas. Luzias era o termo pejorativo dado aos liberais e Saquaremas seriam os conservadores. O primeiro grupo defendia um Estado menos centralizado e isento do famoso Poder Moderador, já o segundo cooperava para a manutenção da ordem estabelecida.
Conforme já abordado, ideologicamente, Luzias e Saquaremas eram opostos. Todavia, a prática demonstrou ser bastante diferente. Durante o reinado de D. Pedro II, diversos gabinetes liberais e conservadores revezaram-se no poder (somente uma vez ascendeu um gabinete “neutro” o da Conciliação) e, independente do gabinete em vigor, as atitudes políticas eram de espantosa verossimilhança. Tanto Luzias como Saquaremas procuravam a perpetuação no poder e mantinham a ordem estabelecida, rechaçando qualquer movimento que modificasse o paradigma da sociedade em vigor. Sempre que um Luzia ascendia ao poder recebia duras críticas de seus oponentes Saquaremas (e vice-versa), mas as ações de ambos grupos no poder eram exatamente as mesmas.
Na política brasileira contemporânea percebemos que fortes vestígios de Luzias e Saquaremas sobrevivem. Grupos que ascenderam no cenário político sendo oposição e criticando a ordem estabelecida, perpetuam o modelo vigente da sociedade e repetem os atos dos governos que criticavam. A sociedade brasileira necessita, com urgência, de mudanças na saúde, educação, segurança pública, entre outros; somente através da verdadeira reformulação de determinadas atitudes que conseguiríamos reverter certos padrões e atingir patamares satisfatórios de bem-estar social. Será que conseguimos? Com vontade política certamente.

Pedrão.
Isso mesmo! Preparamos um presente de colecionador. Agora você pode ter todo o ZINE compilado em um só blog, com todas as edições até o número 5 em novo formato de bolso, e nova programação visual. É só pegar!
NotíciaMAIS DICAS DO NOSSO ATLETA DA MENTE.
É isso, o Alberto, como noticiamos anteriormente, vai representar a gente no Campeonato Internacional de memória que acontecerá em Bahrein (golfo pérsico), nos dias 30 de agosto a 2 de setembro. Enquanto isso estará dando dicas de memorização aqui no CABARÉ, aproveite a chance!

MÁRIO PEIXOTO
Me lembro que era bem guri e meu pai tinha uma máquina de projeção de filmes. Lembro também que minha mãe chamava toda a gurizada do prédio uma vez ou outra para assistir num sábado qualquer AS VIAGENS DE GULLIVER ou M0GLI, com o ator indiano SABÚ, entre outros encantamentos cinematográficos. Entretanto, lá no recolhimento de seu trabalho assistíamos outros filmes bem diferentes e histórias eram contadas, uma delas foi a do filme LIMITE de Mário Peixoto. Fiquei impressionado desde aquele dia.
LIMITE, mais que um filme bem "narrado" trata a imagem como nova linguagem. A idéia que se tem hoje de vídeo arte e da visualisação como personagem maior que o texto, já estavam marcados na obra de Mário Peixoto. A qualidade expressionista e o simbolismo cênico dizendo o que era preciso naquele "filme mudo". E a causa maior de impacto e sedução junto ao tal sensorialismo tão perseguido na literatura, tão discutido pelos intelectuais de plantão, e tão facilmente encontrado naquelas imagens, é a condução da história que permite que a imaginação da assistência seja atuante. É um filme que permite a participação criativa de quem o assiste sem quebrar o elo empático que provoca em sua curva dramática.
Mais forte ainda foi a impressão legendária do autor que teria realizado o filme aos dezesseis anos de idade, teria sido seu único filme apesar de tantas outras tentativas, e ainda como poeta e escritor sacudiu algumas mentes evoluídas da semana de 22 (Mário de Andrade citou sua poesia).
Mais tarde revi o filme, não "aos pedaços", mas restaurado, e com emoção reencontrada. Procure na cinemateca mais próxima de sua cidade e tente não se incomodar com algumas cenas longas -não é um filme com Bruce Willis- recoste na poltrona e deixe a imaginação te levar junto ao filme. (Simões.)


Mário Breves Peixoto, nasceu em 25 de março de 1908 provavelmente na Bélgica onde seu pai, João Cornélio, freqüentava um curso de química. É de família rica: do comendador Joaquim José de Souza Breves, maior plantador de café do império e maior traficante de escravos, da parte da mãe, e de usineiros de açúcar, da parte do pai. Estuda no Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria de 1917 até 1926 e interrompe o curso para ir para a Inglaterra. Permanece de outubro de 1926 a agosto de 1927 no Hopedene College, em Willingdon, em Sussex. Na volta ao Brasil, é apresentado a Brutus Pedreira, que o leva para o Teatro de Brinquedo. Conhece os irmãos Silvio e Raul Schnoor e a irmã Eva, bem como Adhemar Gonzaga e Pedro Lima. Em 1928, é fundado o Chaplin Club, um circulo de amigos debatendo questões teóricas relacionadas ao cinema. Participa dele, entre outros, Octávio de Faria, amigo de infância de Mário Peixoto. O Club publica entre 1928 e 1930 a revista O FAN. O desejo de informar-se mais sobre cinema e ver mais filmes faz Mário voltar à Europa. De volta ao Brasil, em outubro de 1929, Mário Peixoto continua em contato com a cena artística, presencia as filmagem de Lábios sem beijos e de Saudade e possivelmente encontra pela primeira vez a atriz Carmen Santos e o cameraman Edgar Brazil. Apresenta o roteiro de Limite aos diretores Gonzaga e Mauro, mas ambos opinam que o próprio Mario deveria realizar seu filme. Limite estréia em 17 de maio de 1931, no cinema Capitólio (Rio de Janeiro) mas não consegue distribuição comercial apesar dos esforços de Adhemar Gonzaga. No mesmo período, Mário inicia a filmagem de Onde A Terra Acaba, uma produção ambiciosa, financiada por Carmen Santos, também atriz principal do filme; mas devido ao rompimento entre eles o filme é interrompido. Entre os vários projetos inacabados, encontram-se títulos como Constância (1936) ou Maré baixa, também chamado Mormaço, da mesma época. Em 1937, a pedido de Carmen Santos, com quem tinha se reconciliado em 1934, Mário escreve o roteiro de Tiradentes. Carmen não o usa e o texto desapareceu. Em 1938, tenta realizar Três contra o mundo. Em 1946, junto com Carmen Santos e Afonto Campiglia, pensa em voltar a filmar Onde a terra acaba em versão falada, porém sem seguimento. Possivelmente em 1947, adaptou-se roteiro o ABC de Castro Alves de Jorge Amado para Carmen Santos, mas o filme não foi realizado. O roteiro ficou com ela e desapareceu. No ano seguinte, 1948, Rui Santos e Afonso Campiglia anunciam que vão produzir dois filmes: Sargaço de Mário Peixoto e Muiraquitã de Jonald, o crítico de cinema de A Noite, mas logo vem a notícia de que os dois filmes seriam substituídos por outro: Estrela Da Manhã, com roteiro de Jorge Amado, fotografia de Rui Santos e direção de Jonald. O nome de Mário Peixoto desaparece dos noticiários, junto com Sargaço, e em 1952 Mário transforma o roteiro do filme em A alma segundo Salustre, também não realizado. Junto com Saulo Pereira de Mello, escreve, em 1964, o roteiro de Outuno/O jardim petrificado, vagamente baseado em Missa do Galo de Machado de Assis. Em 1966, Mário fixa residência no Sítio do Morcego que tinha ganhado do pai já em 1938, e trabalha na reescritura de um romance publicado em 1935: O inútil de cada um. Mário estende o curto livro original para um universo literário singular com traços autobiográficos de seis volumes e aproximadamente 2000 páginas. Trabalha nesta obra obcecadamente quase até o final de sua vida. Limite vira marca referencial do cinema brasileiro. Por enquanto, apenas o primeiro volume é publicado (1984). Por problemas financeiros, é forçado a vender o sítio, e vive os últimos tempos de sua vida em Copacabana. Em 1988, é escolhido, em enquete nacional promovida pela Cinemateca Brasileira, o melhor filme brasileiro de todos os tempos. Em outubro do mesmo ano, Mário Peixoto ganha um prêmio especial do Governo do Estado do Rio de Janeiro e em janeiro de 1989, uma bolsa da Fundação Vitae para concluir O inútil de cada um. Em 1991, sem dinheiro , adoece, mas é apoiado nesta fase difícil por Walter Salles. Mário Peixoto falece dia 2 de fevereiro de 1992 -no ano do centenário do cinema- Limite novamente é considerado o melhor filme brasileiro de todos os tempos promovido pela Folha de São Paulo. Em 1996, Walter Salles funda o Arquivo Mário Peixoto na sua empresa videofilmes no Rio de Janeiro onde Saulo Pereira de Mello e sua esposa Ayla cuidam dos objetos e manuscritos originais e editam publicações do cineasta/autor bem como textos críticos. Onde a terra acaba, o título de um dos filmes inacabados de Mário, também é o nome de um premiado documentário realizado por Sérgio Machado em 2002.

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Fazendo cadastro.
Numa loja ao fazer um cadastro o atendente pergunta ao sujeito:
seu nome?
pe-pe-pe-dr-dr-dro sil-sil-sil-va-va-va.
- Putz, você é gago?
- Não, gago era meu pai, e o escrivão do cartório um filho da put...
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Loucos no avião.
Certo dia, o prefeito da cidade decidiu tirar todos os loucos daquela cidade e levar de avião para um hospício na cidade perto dali.
No meio da viagem os loucos começaram a jogar bola dentro do avião, o piloto não estava mais agüentando e disse:
- Co piloto vai lá atrás e da um jeito naqueles caras,pelo amor de deus!!!
Passou 1 minuto e ficou em silencio total, ao chegar na cabine o piloto pergunta:
- Nossa, o que você fez?
O co piloto disse:
- Nada demais, apenas disse pra eles jogarem bola na rua.
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Dever de casa.
A professora falou pra os alunos no dia seguinte trazerem frases que seus pais falam dentro de casa ...
Joãozinho chega em casa e diz:
- Pai diz uma frase:
Cala a boca.
- Mãe diz uma frase:
- Fica quieto vai.
Chegou no irmão mais novo e disse:
- Maninho me diz uma frase:
- Eu sou o batman, batman, batman.
Por último no irmão mais velho que estava escutando musica :
- Mano me diz uma frase:
- Ow baby me levaaa, me leva que eu to te esperando.
No dia seguinte professora diz a Joãozinho:
Joãozinho que frases você trouxe?
Ele diz:
- cala a boca.
- Joãozinho que isso, perdeu respeito?
- Fica quieta vai.
- Joãozinho quem você pensa que é?
- Eu sou o batman, batman, batman.
- Joãozinho eu vou te levar pra diretoria!!!
- Ow baby me leva. Me leva que eu to te esperandooo..
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Pobre passarinho!
Um motoqueiro estava andando tranqüilamente numa estrada, e
de repente, veio um passarinho e....pá !... Deu de encontro com o
motoqueiro.
O cara imediatamente olhou pelo retrovisor e viu o passarinho
caído... tentando voar novamente...
rodopiando no ar e caindo desmaiado.
Ele, com dor na consciência... retornou, pegou o passarinho e o levou
pra casa .
Colocou-o numa gaiolinha... encheu um potinho com água... colocou
um pedaço de pão... e deixou o bichinho lá para recuperar-se.
Passado um tempo, o passarinho recobrou a consciência....e meio
atordoado ainda, olhou ao redor e viu que estava cercado com
grades....por todos os lados !!
Ele colocou uma asinha sobre a cabeça e falou :
Putz!! matei o motoqueiro !!!!
COISAS QUE ACONTECEM.


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ELENCO: CHRISTINA RODRIGUES - COMO ABIGAIL
VERA MONTEIRO - COMO CLARA / SÉRGIO MARANHA - COMO REINALDO
BIANCA GUEDES - COMO DRA ESTELA
IVONETE LIBERATO
SANDRO RODRIGUES
ISABELA SIMÕES
TEXTO- CHRISTINA RODRIGUES
DIREÇÃO- REINALDO SIMÕES
CENÁRIO - VERA MONTEIRO
PRODUÇÃO E FIGURINO - CHRISTINA RODRIGUES

Qualquer jura!
Reinaldo Simões
Normalmente
Eu a via de frente
Na via demente
do horário do almoço
Com pressa e com ira
Que sou moço
E é mentira do fundo do poço
Que a hora do almoço
era feita prá comida comer.
E eu a via sempre de frente
E sempre de frente a comia
Toda vez que bem rente
passava por mim.
Faria qualquer loucura
Até doaria um rim!
Por que sou cabeça dura
Então faria qualquer jura
Pra mudar de itinerário
Qualquer hora
O tempo inteiro
Para vê-la de outro ângulo
E comer também seu traseiro!
De novo
Christina Rodrigues
Não sei do novo
De novo não sei.
Só sei de você
De novo eu sei
Sei de seus dedos
De seus desejos
Sei de seus medos
Tudo isso é velho pra mim
Mas e daí?
É só você me dizer sim!
Vem!
Que eu vou,
Pra qualquer lugar,
Pra onde sempre quis
Sempre e de novo
Meu amo
Meu amor

"É só você me dizer sim!
Vem!
que eu vou pra qualquer lugar!"

Luca Oliveira
Mudo demais pra ouvir
Cego de mais pra falar
Surdo de mais pra enxergar
Trancado em seu mundo, obscuro
Sombrio e frio
Curtindo a vergonha de ser o que é...
Por que?
Isso pode, e deve mudar
Levante-se, veja, escute, sinta.
Então, grite.
Mais do que podemos perceber.
Mais do que ousamos sonhar.
Presente recebido, sem a gente merecer
É vida ao nosso redor a pulsar.

"É a vida ao nosso redor a pulsar."

Tem presunto novo na calçada,
sangue fresco nos jornais
e um campeonato a mais
pra iludir a multidão desempregada.
São mendigos que tropeçam em autoridades
e risos que despencam das sacadas.
Sacam os favelados os contrastes das cidades
com crianças que já nascem assaltadas.
E gente branca
e gente preta
a premeditar
alguns delitos.
Delinquentes que acenam
para os carros que se trancam
na velocidade dos gritos.
Tem desempregado novo na cidade,
mais algum rebento a viver de esmola,
corrupção na mão de outra autoridade
que colherá prisão por não plantar escola.

"São mendigos que tropeçam em autoridades
e risos que despencam das sacadas.
Sacam os favelados os contrastes das cidades
com crianças que já nascem assaltadas."

Em meio a todas as transformações do século XX, Carlos Drumond de Andrade, mineiro de Itabira, dedicou-se a um legado literário dos mais influentes do Brasil.
Vindo de uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental".
Na volta para Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do movimento modernista mineiro Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962.
Drumond foi traduzido para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas, e foi por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira.


GaleriaFOTOPOESIA

Por Carol Crespo Simões

Paixão - vaidade - pureza - amizade - trabalho - amor - sossego.
O passado reciclado vira e mexe vem atado outra vez entrelaçado.
Por Tini Marta Oi, pessoal! Leiam e vejam as fotos. Beijos!
"Sonho que se sonha só é um sonho que você sonhou sozinho, mas um sonho que se sonha deitado é muito mais confortável."
(Ariadne Blue)

Ariadne blue fala com vocês.
Meus lindos!
Passei a última semana completamente chapada de uma overdose de bolo de fubá. Mas agora depois de muito banho místico voltei as minhas pesquisas esotéricas. Amiguinhos do meu coração, aqui estou totalmente receptiva as suas missivas. Que BandhadaBharangha esteja com todos! Vamos a nossa primeira cartinha.
1º´Primeira cartinha de Eutodo Idão do Bairro de Fátima.
Cara Ariadne, não sei o que está acontecendo comigo. Tenho tido uns surtos muito estranhos.
Há dois dias aconteceu um deles. Fui num bar com uns amigos na Lapa, bebi prá caramba, fumei e cafunguei adoidado. No dia seguinte acordei num beco só de cueca e com uma filha de cruzcredo com deusmelivre por cima de mim . Preciso resolver esta situação. Não sei porque essas coisas acontecem comigo.
RESPONDENDO A MINHA LINDA.
A única coisa que importa em nossas vidas passadas, presentes e futuras é a desimpregnação da consubstanciação anunciada nos arquétipos elaborados pelo eu. O seu eu, não o meu. Ou não, ou sim. Pois tudo é relatividade. Tudo é por acaso e tudo é parte de um plano.
Li uma vez na tumba de um Faraó Egípcio- "Se você é um canudo que solta vento, quem na verdade solta o vento? Você como canudo ou a boca que sopra o canudo? E a quem pertencerá essa boca? Canudo tem boca? Qual o orifício do canudo do qual saiu o vento, o de cima ou o de baixo? E o que seria em cima e embaixo? E se você é um canudo prá qual lanchonete trabalha ?". Questões como essa sempre estarão sobre nós minha cara Caralha.
Esqueça a numerologia por enquanto, faça esse Mantra e verá que tudo vai melhorar prá você imediatamente.
Guema guema guema guema guema guema guema - Qual é o nome da clara do ovoummmmmmmm?
Repita este Mantra por cinco minutos todos os dias e você verá a diferença.
Paz e amor bicho. Poder jovem!
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Surpresa para os meus lindos! De hoje em diante você poderá escrever diáriamente para ARIADNE BLUE! Postem suas cartinhas que com certeza responderei a todas elas. É só clicar no bonequinho! ![]()
Curso de arte contemporânea para formação de artistas plásticos, nas mais variadas áreas, que funciona a noite na casa de Cultura laura Alvim em ipanema Rj - AV. Vieira Souto 176 (rua da praia), as terças e quintas feiras das 19h00 as 21h30Este movimento tem feito exposições com pinturas e instalações em locais importantes no Rio.Está agora produzindo VIDEO-ARTE DE POESIAS.http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=539615
“O Dinossauro do Amazonas” é uma rádio-novela, que foi adaptada para HQ para dar um apoio literário ao projeto. O projeto conta com a redação e criação de Plínio Gonzaga Filho. .
Movimento orkuteano de divulgação cultural
Postagens, debates, música e poesias
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=26863764
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